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Exército Brasileiro envia especialista em defesa química à Costa Rica para treinamento internacional com representantes de 15 países, onde participantes simulam resposta a ambientes contaminados, detecção de agentes químicos, descontaminação de áreas, atendimento a vítimas e gerenciamento de crises
Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges
Publicado em 11/09/2026 às 14:21
Atualizado em 11/09/2026 às 14:52
Forças Armadas
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O Major Leandro Carvalho Gouvea, da Escola de Instrução Especializada, concluiu no dia 25 de agosto o curso da OPAQ sediado na Academia Nacional de Bombeiros da Costa Rica, em San José. A atividade foi realizada entre 17 e 26 de agosto e reuniu 24 militares e bombeiros da região
O Exército Brasileiro enviou um oficial especialista em defesa química para um treinamento internacional na Costa Rica, ao lado de representantes de 15 nacionalidades da América Latina e do Caribe. A atividade foi o Curso Avançado e Exercício Integrado em Assistência e Proteção para os Estados-Partes da América Latina e do Caribe, realizado na Academia Nacional de Bombeiros, em San José, entre 17 e 26 de agosto. A condução coube à Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ).
As informações foram publicadas pelo Exército Brasileiro em seu site oficial, na editoria de Diplomacia militar, em 1º de setembro de 2026, com atualização em 8 de setembro de 2026. A representação brasileira foi feita pela Escola de Instrução Especializada (EsIE).
Curso foi conduzido pela Organização para a Proibição de Armas Químicas
A OPAQ conduziu toda a programação do curso, voltado aos Estados-Partes da América Latina e do Caribe.
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O foco da atividade foi a assistência e a proteção diante de ameaças e emergências envolvendo agentes químicos.
Treinamento ocupou dez dias, entre 17 e 26 de agosto
imagem: Exército Brasileiro
O calendário do curso foi de 17 a 26 de agosto, período de dez dias de atividades em San José, capital da Costa Rica.
Academia Nacional de Bombeiros da Costa Rica sediou o exercício
A sede escolhida para o treinamento foi a Academia Nacional de Bombeiros da Costa Rica, estrutura que abrigou tanto a parte teórica quanto os exercícios práticos.
24 participantes representaram 15 nacionalidades da região
imagem: Exército Brasileiro
O curso reuniu 24 participantes de Forças Armadas e Corpos de Bombeiros, representando 15 nacionalidades da América Latina e do Caribe.
A mistura entre militares e bombeiros colocou no mesmo exercício dois perfis que costumam atuar juntos em emergências químicas reais.
Major Leandro Carvalho Gouvea representou o Exército Brasileiro
A representação brasileira coube ao Major Leandro Carvalho Gouvea, especialista em Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (DQBRN) e integrante da Escola de Instrução Especializada.
Oficial brasileiro concluiu o curso no dia 25 de agosto
O Major Leandro Carvalho Gouvea concluiu o curso no dia 25 de agosto, segundo a publicação do Exército Brasileiro.
Conforme a Força, a participação brasileira contribuiu para o intercâmbio de conhecimentos e experiências entre instituições dos países da América Latina e do Caribe voltadas à prevenção e à resposta a emergências com agentes químicos.
Detecção e monitoramento de perigos químicos abriram o conteúdo
Entre os temas aprofundados durante o curso estiveram a detecção e o monitoramento de perigos químicos, etapa que antecede qualquer decisão em uma ocorrência desse tipo.
Descontaminação de áreas e uso de equipamento de proteção individual
imagem: Exército Brasileiro
A descontaminação de áreas e o emprego de equipamentos de proteção individual também integraram a programação.
São procedimentos que definem tanto a segurança das equipes quanto a possibilidade de devolver um local contaminado ao uso.
Procedimentos operacionais em ambientes contaminados foram treinados
Os participantes trabalharam ainda os procedimentos operacionais em ambientes contaminados, parte prática que simula a atuação das equipes dentro da área afetada.
Atendimento a vítimas e gerenciamento de crises em cenários complexos
A programação contemplou o atendimento a vítimas e o gerenciamento de crises em cenários complexos, dois pontos que envolvem coordenação entre diferentes instituições durante uma emergência.
Escola de Instrução Especializada forma militares na área de DQBRN
No âmbito do Exército Brasileiro, a Escola de Instrução Especializada atua na especialização de recursos humanos da Força Terrestre, inclusive na área de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear.
Foi por meio da EsIE que o Exército Brasileiro se fez presente no exercício internacional na Costa Rica.
Exército aponta aperfeiçoamento das capacidades nacionais de resposta
Segundo o Exército Brasileiro, a participação em atividades internacionais dessa natureza amplia o intercâmbio com instituições estrangeiras e contribui para o aperfeiçoamento das capacidades nacionais de resposta a incidentes envolvendo agentes químicos.
A Força afirma ainda que a presença brasileira no exercício ratifica o compromisso com a cooperação internacional, com o intercâmbio de conhecimentos e com o contínuo aprimoramento de suas capacidades operacionais diante de ameaças e emergências de natureza química.
Na sua opinião, o Brasil deveria ampliar a participação em treinamentos internacionais de defesa química, ou priorizar a formação desses especialistas dentro do próprio país? Deixe sua opinião nos comentários.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

