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Exército Brasileiro reúne 183 militares em Mato Grosso para treinamento de poder de fogo com obuseiros, morteiros e metralhadoras, colocando à prova precisão, coordenação e resposta das tropas da Brigada Barão de Melgaço em situações próximas às exigidas em ambiente operacional
Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges
Publicado em 14/09/2026 às 15:33
Atualizado em 14/09/2026 às 15:37
Forças Armadas
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A 13ª Brigada de Infantaria Motorizada, a Brigada Barão de Melgaço, reuniu 183 militares em agosto de 2026 no Campo de Instrução do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Mato Grosso, para o Exercício de Tiro das Armas Coletivas, com obuseiros, morteiros e metralhadoras, segundo nota do Exército Brasileiro.
O Exército Brasileiro reuniu 183 militares da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada, a Brigada Barão de Melgaço, para o Exercício de Tiro das Armas Coletivas (TAC), realizado em agosto de 2026 no Campo de Instrução do 18º Grupo de Artilharia de Campanha (18º GAC). Obuseiros, morteiros e metralhadoras foram empregados ao longo do treinamento, que colocou à prova a precisão, a coordenação e a pronta resposta das tropas.
As informações constam em nota publicada pelo Exército Brasileiro em 14 de setembro de 2026, com datação em Cuiabá (MT). Segundo o texto, o exercício reproduziu situações próximas às exigidas em um ambiente operacional.
Seis organizações militares participaram, do Comando da Brigada ao Comando de Fronteira Jauru
Os 183 militares vieram de seis organizações: o Comando da Brigada, o 14º Batalhão de Infantaria Motorizado, o 58º Batalhão de Infantaria Motorizado, o Comando de Fronteira Jauru / 66º Batalhão de Infantaria Motorizado, o 18º Grupo de Artilharia de Campanha e a Companhia de Comando da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada.
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Infantaria, artilharia e a unidade de fronteira treinaram no mesmo campo, sob o comando da Brigada Barão de Melgaço.
Obuseiros, morteiros e metralhadoras em ação coordenada
imagem: Exército Brasileiro
Os três tipos de armamento coletivo foram empregados ao longo do exercício, conforme a nota. As frações tiveram a oportunidade de aplicar conhecimentos técnicos em ação coordenada, e não em disparos isolados de cada unidade.
imagem: Exército Brasileiro
Mais do que atirar: procedimentos e competências para o emprego sincronizado
Executar o tiro foi apenas parte da tarefa. Segundo o Exército, os militares precisaram aplicar procedimentos e mobilizar competências essenciais para o emprego eficaz das armas coletivas de forma sincronizada.
Situações reproduziram o que se exige em ambiente operacional
O TAC foi montado para reproduzir situações próximas às exigidas em um ambiente operacional, de acordo com a nota. Precisão, coordenação e pronta resposta foram os elementos colocados à prova no Campo de Instrução do 18º GAC.
Exercício é etapa do ciclo de adestramento e mediu o nível de preparação
imagem: Exército Brasileiro
A atividade representou uma etapa importante do ciclo de adestramento da Brigada Barão de Melgaço, segundo o Exército. O exercício permitiu verificar o nível de preparação da tropa e aperfeiçoar técnicas e procedimentos.
Integração entre unidades e força coesa para demandas operacionais
O treinamento também ampliou a integração entre as diferentes organizações militares participantes, conforme a nota. A atuação conjunta, segundo o Exército, fortalece a capacidade de coordenação entre as frações e contribui para que a Brigada mantenha uma força coesa e preparada para responder às demandas operacionais.
Nota de 14 de setembro registra o exercício realizado em agosto
O Exercício de Tiro das Armas Coletivas foi realizado em agosto de 2026 e divulgado pelo Exército Brasileiro em 14 de setembro, com registro fotográfico da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada. Os 183 militares das seis organizações participantes encerraram a etapa dentro do ciclo de adestramento da Brigada Barão de Melgaço, em Mato Grosso.
Na sua opinião, exercícios de tiro real como o da Brigada Barão de Melgaço deveriam ser mais frequentes nas unidades do Exército, ou o ciclo atual de adestramento já é suficiente? Deixe sua opinião nos comentários.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

