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Família com três filhos vive em ilha remota, coleta água da chuva, pesca, cultiva alimentos em sistema hidropônico e administra pequeno resort, enquanto depende de geradores a diesel e enfrenta longos deslocamentos sempre que precisa de atendimento médico

Família com três filhos vive em ilha remota, coleta água da chuva, pesca, cultiva alimentos em sistema hidropônico e administra pequeno resort, enquanto depende de geradores a diesel e enfrenta longos deslocamentos sempre que precisa de atendimento médico

4 min de leitura

Família com três filhos vive em ilha remota, coleta água da chuva, pesca, cultiva alimentos em sistema hidropônico e administra pequeno resort, enquanto depende de geradores a diesel e enfrenta longos deslocamentos sempre que precisa de atendimento médico

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 12/09/2026 às 18:45

Atualizado em 12/09/2026 às 18:46

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Jase e Katie criam três filhos na ilha de Uepi, nas Ilhas Salomão, com água da chuva, pesca, hidroponia e um pequeno resort voltado ao mergulho.

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Jase e Katie mantêm um estilo de vida off-grid na ilha de Uepi, com água da chuva, pesca e horta hidropônica montada pela família. O pequeno resort administrado pelo casal atrai turistas de mergulho e snorkel e conta com moradores de ilhas vizinhas na cozinha, na carpintaria e na limpeza

Jase e Katie criam três filhos na ilha de Uepi, nas Ilhas Salomão, longe de grandes centros urbanos e sem acesso à maior parte dos recursos que uma cidade oferece. A família mantém um estilo de vida completamente fora da rede convencional, o chamado off-grid, e depende do que a própria região disponibiliza.

As informações foram publicadas pelo Diário do Litoral em 6 de setembro de 2026, em texto assinado por Isabella Fernandes, a partir dos registros que a própria família divulga sobre a rotina na ilha.

Água consumida pela família vem da chuva

Jase e Katie criam três filhos na ilha de Uepi, nas Ilhas Salomão, com água da chuva, pesca, hidroponia e um pequeno resort voltado ao mergulho.

O abastecimento de água da casa é feito com a captação de chuva.

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Não há, portanto, ligação com uma rede convencional de distribuição.

Pesca e sistema hidropônico completam a alimentação

Jase e Katie criam três filhos na ilha de Uepi, nas Ilhas Salomão, com água da chuva, pesca, hidroponia e um pequeno resort voltado ao mergulho.

Além da água, boa parte do que a família consome sai da própria ilha. Jase e Katie pescam e cultivam alimentos sempre que possível.

Parte desse cultivo é feita em um sistema hidropônico criado por eles mesmos.

Produtos precisam ser transportados de regiões distantes

Como os recursos disponíveis na ilha são limitados, muitos produtos precisam ser trazidos de regiões distantes.

Isso transforma o abastecimento em uma questão de planejamento, e não em uma ida rápida ao mercado.

Atendimento médico exige deslocamentos longos

Situações que seriam resolvidas em poucos minutos em uma cidade viram grandes desafios na ilha. O acesso a atendimento médico, por exemplo, exige deslocamentos longos.

Manutenção e problemas de energia ficam com a própria família

Questões relacionadas à energia e à manutenção da propriedade precisam, muitas vezes, ser resolvidas pela própria família.

Sem assistência técnica por perto, o reparo depende de quem mora ali.

Geradores a diesel abastecem a ilha, mas plano é migrar para solar

A eletricidade do local ainda depende de geradores movidos a diesel, conforme a publicação.

A família, no entanto, planeja fazer a transição para a energia solar.

Casal administra pequeno resort voltado a mergulho e snorkel

Jase e Katie encontraram uma forma de conciliar a vida isolada com o trabalho: administram um pequeno resort na ilha.

O negócio é voltado principalmente a turistas interessados em mergulho e snorkel, atraídos pelas águas cristalinas e pela vida submarina de uma região com ambiente marinho preservado.

Moradores de ilhas vizinhas trabalham na operação

Para manter o resort funcionando, a família conta com moradores de ilhas vizinhas.

Eles atuam em funções como cozinha, carpintaria, limpeza e operação da loja de mergulho. Mesmo em uma região remota, existe uma rede de trabalhadores locais que sustenta as atividades.

Ligação de Jase com Uepi começou na infância

A relação de Jase com a ilha não é recente. Ela começou ainda quando ele era criança.

Pais australianos se mudaram para as Ilhas Salomão nos anos 1980

Os pais de Jase eram australianos e se apaixonaram pelas Ilhas Salomão durante a década de 1980, quando decidiram se mudar para a região.

Katie chegou à ilha em trabalho voluntário

Katie conheceu Uepi anos depois, enquanto participava de um trabalho voluntário.

Foi durante essa viagem que ela se apaixonou por Jase.

Relacionamento à distância terminou em mudança para Uepi

Jase e Katie criam três filhos na ilha de Uepi, nas Ilhas Salomão, com água da chuva, pesca, hidroponia e um pequeno resort voltado ao mergulho.

Depois de um período de relacionamento à distância, Katie decidiu se mudar para a ilha.

Desde então, os dois construíram a vida juntos em Uepi e tiveram três filhos.

Rotina é registrada nas redes sociais

Jase e Katie criam três filhos na ilha de Uepi, nas Ilhas Salomão, com água da chuva, pesca, hidroponia e um pequeno resort voltado ao mergulho.

Nas redes sociais, a família compartilha registros do dia a dia, entre paisagens tropicais, pesca, cultivo de alimentos e atividades no resort, com o oceano como cenário permanente.

Por trás da paisagem, porém, existe uma rotina que exige trabalho e planejamento, já que viver isolado significa lidar com limitações de transporte, abastecimento, saúde, energia e comunicação. Mesmo assim, Jase e Katie escolheram criar a família nesse ambiente e transformar os recursos da própria ilha em parte essencial do cotidiano.

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Na sua opinião, valeria a pena trocar a cidade por uma vida off-grid como a de Jase e Katie na ilha de Uepi, ou a distância do atendimento médico e a dependência de geradores tornam esse estilo de vida arriscado demais? Deixe sua opinião nos comentários.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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