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Fiat 500e entra em estação de Madri, troca a bateria em menos de cinco minutos e volta às ruas sem esperar recarga por cabo
Escrito por Flavia Marinho
Publicado em 24/09/2026 às 22:27
Atualizado em 24/09/2026 às 22:30
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A operação com carros elétricos compartilhados começou com 40 veículos preparados para receber baterias substituíveis, o objetivo é reduzir o tempo em que a frota fica parada entre uma corrida e outra, sem confundir a troca com uma recarga completa
Um Fiat 500e pode entrar em uma estação de Madri e sair com outra bateria em menos de cinco minutos. O procedimento faz parte de uma operação de carros elétricos compartilhados da Free2move, realizada com a tecnologia da Ample.
A Fiat, fabricante de automóveis responsável pelo comunicado da operação, divulgou em 12 de junho de 2025 que a implantação inicial reunia 40 veículos homologados e uma estação de troca. O teste procura manter mais carros disponíveis ao longo do dia.
O que acontece quando o Fiat 500e chega à estação
Ao entrar na estação, o carro preparado para o sistema é reconhecido automaticamente. A troca da bateria pode ser acionada por um aplicativo, e o procedimento leva menos de cinco minutos.
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Nesse intervalo, a bateria instalada no veículo é retirada e substituída por outra.
Para quem usa o serviço de compartilhamento, a diferença prática está no tempo de parada do automóvel. O veículo pode voltar à operação após a substituição, sem permanecer conectado a um cabo enquanto espera a recarga.
As baterias foram adaptadas ao Fiat 500e
A Ample desenvolveu baterias formadas por módulos substituíveis, preparados para ocupar o lugar da bateria original em veículos compatíveis. No caso de Madri, o Fiat 500e passou por uma etapa de adaptação e integração dessa tecnologia no segundo semestre de 2024.
A Fiat, fabricante de automóveis que apresentou os dados do projeto, informou que os 40 carros da fase inicial foram homologados antes da ampliação planejada da operação. Isso significa que não se trata de uma troca disponível para qualquer Fiat 500e que circule pela cidade.
Por que testar a troca de baterias em carros compartilhados
Um carro de compartilhamento precisa estar disponível para diferentes usuários ao longo do dia. Quando sua bateria precisa de energia, o período fora de circulação afeta o uso da frota.
A troca física da bateria oferece uma forma de reduzir essa parada nos veículos preparados para o sistema. Já na recarga convencional, o automóvel permanece ligado a um ponto de energia enquanto sua bateria recebe carga. A experiência em Madri permite observar como a substituição funciona durante a operação de uma frota urbana.
Os 100 carros eram uma meta anunciada em 2025
No comunicado de 12 de junho de 2025, a Fiat apresentou a intenção de ampliar a frota para 100 unidades até meados daquele ano. Esse número era uma meta anunciada naquele momento e não comprova quantos carros participam da operação agora.
A fabricante também manifestou interesse em levar a solução a clientes particulares. O comunicado, porém, descreve a implantação inicial com os veículos compartilhados da Free2move e não confirma a oferta do serviço a proprietários de carros particulares.
O caso mostra uma aplicação concreta da troca de baterias em uma frota de carros elétricos: o Fiat 500e preparado para o sistema entra na estação e sai com outra bateria em poucos minutos. O tempo informado corresponde à substituição, não à recarga da bateria retirada.
Você usaria um carro elétrico com troca de bateria se houvesse uma estação desse tipo perto de você? Conte nos comentários.
Fonte
Fiat
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Flavia Marinho.

