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França instala supermáquina de mais de R$ 11 milhões capaz de enxergar alterações 4 vezes melhor e transformar a detecção precoce de tumores com imagens de altíssima precisão

França instala supermáquina de mais de R$ 11 milhões capaz de enxergar alterações 4 vezes melhor e transformar a detecção precoce de tumores com imagens de altíssima precisão

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França instala supermáquina de mais de R$ 11 milhões capaz de enxergar alterações 4 vezes melhor e transformar a detecção precoce de tumores com imagens de altíssima precisão

Escrito por Viviane Alves

Publicado em 11/09/2026 às 23:42

Ciência e Tecnologia

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Equipamento PET scan de última geração ilustra a tecnologia de medicina nuclear capaz de produzir imagens detalhadas para auxiliar na investigação e localização de tumores.

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Novo centro de medicina nuclear em Cesson-Sévigné reúne PET scan de última geração, já recebeu cerca de 3 mil pacientes e oferece prioridade para casos urgentes em até 48 horas.

Em 16 de junho de 2026, a cidade de Cesson-Sévigné, nos arredores de Rennes, na França, passou a contar com uma nova estrutura dedicada à medicina nuclear. O Centro de Exploração Isotópica, conhecido como CEI, foi inaugurado com foco no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de doenças graves e, em menos de três meses, já havia atendido cerca de 3 mil pacientes.

O principal destaque da unidade é um PET scan da Siemens avaliado em mais de 2 milhões de euros, valor superior a R$ 11 milhões. Segundo as informações apresentadas sobre o projeto, o equipamento é o primeiro desse modelo instalado na Europa e possui capacidade de detecção quatro vezes superior à geração anterior, permitindo visualizar alterações muito pequenas no organismo e ampliar a precisão dos exames.

Novo centro de medicina nuclear em Cesson-Sévigné foi criado para ampliar atendimento na região de Rennes.

A nova unidade faz parte de um projeto de 6.200 metros quadrados iniciado em 2024. O CEI ocupa o primeiro e o segundo andar do complexo e foi planejado para responder ao crescimento da demanda por exames especializados na região metropolitana de Rennes.

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A expansão se tornou necessária porque a unidade de Saint-Grégoire já se aproximava do limite de capacidade. Segundo o diretor-geral Ludovic Le Dortz, o crescimento populacional, o envelhecimento da população e o aumento da incidência de cânceres e outras doenças vinham pressionando a procura por atendimento especializado.

O novo centro foi pensado para atender às necessidades médicas da região pelas próximas duas décadas. Mesmo com parte da estrutura ainda em processo de implantação, o CEI já começou a receber pacientes em ritmo elevado.

PET scan de mais de 2 milhões de euros consegue detectar alterações muito pequenas no organismo.

O equipamento que mais chama atenção no centro é o novo PET scan da Siemens, avaliado em mais de 2 milhões de euros. De acordo com as informações do projeto, a tecnologia apresenta capacidade de detecção quatro vezes superior à geração anterior, o que permite gerar imagens mais detalhadas do interior do corpo.

Durante os exames, milhares de imagens em alta definição são produzidas e posteriormente analisadas em três dimensões. Esse nível de detalhamento ajuda os médicos a localizar alterações em áreas reduzidas e a investigar tumores ainda em estágios localizados.

A tecnologia também pode contribuir para a definição de tratamentos mais personalizados, já que as imagens fornecem informações mais precisas sobre a localização e o comportamento das alterações encontradas no organismo.

Médico analisa imagens de alta definição produzidas por tecnologia de medicina nuclear, recurso que auxilia na localização de pequenas alterações no organismo.

Centro reúne exames para câncer, doenças cardiovasculares, problemas pulmonares, tireoide e alterações nos ossos.

A estrutura do CEI não foi projetada apenas para pacientes oncológicos. A medicina nuclear também é usada no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de doenças cardiovasculares, problemas pulmonares, alterações da tireoide e doenças que atingem os ossos.

O departamento conta com equipamentos de cintilografia e tomografia computadorizada, incluindo aparelhos voltados para a cardiologia. A unidade também possui salas específicas destinadas à realização de testes de esforço.

A combinação desses recursos permite reunir diferentes tipos de exame em um mesmo espaço e ampliar a capacidade de análise dos médicos. O objetivo é oferecer uma estrutura capaz de atender várias especialidades e acompanhar a evolução das doenças ao longo do tratamento.

Investimento de 20 milhões de euros transformou o complexo em uma nova referência regional de diagnóstico especializado.

A construção do centro e a compra dos equipamentos exigiram um investimento total de 20 milhões de euros. O PET scan de mais de 2 milhões de euros representa uma das aquisições mais importantes, mas integra uma estrutura muito maior de diagnóstico e acompanhamento.

O projeto buscou concentrar tecnologia avançada em um único local para reduzir deslocamentos e aumentar a oferta de exames na região. A proposta também foi criar capacidade suficiente para absorver o crescimento esperado da demanda nos próximos anos.

Com a ampliação, o CEI passou a oferecer uma estrutura moderna em uma área onde a procura por medicina nuclear já vinha aumentando. A expectativa é que o complexo tenha papel importante no atendimento regional ao longo das próximas duas décadas.

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Viviane Alves

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Atendimento urgente pode ser organizado em até 48 horas sem transformar esse prazo em promessa de diagnóstico.

A estrutura também foi planejada para melhorar a experiência dos pacientes durante os exames. O espaço recebeu luz natural, cores suaves e cabines preparadas para oferecer mais conforto durante os procedimentos.

Segundo a gestora local Stephanie Masset, a preocupação com o paciente começa no momento do agendamento. A unidade oferece consultas durante a semana e trabalha com prioridade para situações consideradas urgentes.

Nesses casos, segundo Ludovic Le Dortz, o atendimento pode ser organizado dentro de um prazo de 24 a 48 horas. Esse período se refere ao acesso prioritário ao serviço e não ao tempo necessário para confirmar um diagnóstico de câncer.

Equipe de profissionais de saúde posa ao lado de equipamento de medicina nuclear usado em exames de imagem e acompanhamento de pacientes.

Instituto de Cancerologia da Região da Bretanha deverá ocupar o térreo do prédio até o fim de 2026.

A expansão do complexo ainda terá uma nova etapa. Até o fim de 2026, o Instituto de Cancerologia da Região da Bretanha, o ICRB, deverá ocupar o térreo do edifício e ampliar a integração dos serviços oferecidos no local.

A chegada do instituto deve aproximar diferentes etapas do cuidado oncológico, reunindo diagnóstico por imagem, acompanhamento médico e tratamento em uma mesma estrutura. A proposta é facilitar a jornada dos pacientes e tornar o atendimento mais integrado.

Com a nova unidade de medicina nuclear, o PET scan de alta sensibilidade e a futura presença do ICRB, o complexo busca combinar tecnologia de diagnóstico, medicina de precisão e atendimento humanizado para acompanhar o crescimento da demanda por tratamento contra o câncer na região de Rennes.

Na sua opinião, hospitais deveriam priorizar investimentos em equipamentos de diagnóstico cada vez mais precisos para detectar tumores mais cedo ou ampliar primeiro o acesso da população aos exames já existentes? Deixe sua opinião!


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Viviane Alves.

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