Ícone do site Portal Estado do Acre Notícias

Garçom de SC vende 300 morangos cravejados a R$ 15 cada em um único dia, fatura R$ 4,5 mil entre 10h e 17h e acelera as vendas no semáforo ao deixar clientes levarem o doce e fazerem o pagamento por Pix somente depois, quando estiverem em segurança

Garçom de SC vende 300 morangos cravejados a R$ 15 cada em um único dia, fatura R$ 4,5 mil entre 10h e 17h e acelera as vendas no semáforo ao deixar clientes levarem o doce e fazerem o pagamento por Pix somente depois, quando estiverem em segurança

5 min de leitura

Garçom de SC vende 300 morangos cravejados a R$ 15 cada em um único dia, fatura R$ 4,5 mil entre 10h e 17h e acelera as vendas no semáforo ao deixar clientes levarem o doce e fazerem o pagamento por Pix somente depois, quando estiverem em segurança

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 11/09/2026 às 13:57

Atualizado em 11/09/2026 às 13:58

Curiosidades

Canal

Garçom vendeu 300 morangos cravejados a R$ 15 em um único dia em Itajaí (SC), faturou R$ 4,5 mil e deixa o cliente pagar por Pix depois.

Seja o primeiro a reagir!

Prefira o CPG no Google

Em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina, o garçom Márcio Rodrigues de Oliveira vendeu 300 morangos cravejados na sexta-feira, dia 4, no semáforo ao lado do Colégio São José. As primeiras 200 unidades acabaram por volta das 13h, e um motoboy levou mais 100 unidades para a segunda rodada

O garçom Márcio Rodrigues de Oliveira vendeu 300 morangos cravejados em um único dia em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina, e faturou R$ 4,5 mil. A venda aconteceu na sexta-feira (4), em semáforos da cidade, com cada unidade saindo por R$ 15. Para dar conta do fluxo de carros, ele deixa o cliente levar o doce na hora e pagar por Pix mais tarde.

As informações foram publicadas pelo portal ND Mais em 11 de setembro de 2026, em reportagem assinada por Katriani dos Santos. Márcio falou ao veículo sobre a rotina de vendas e sobre o sistema de pagamento posterior que adota nos sinais de Itajaí.

Vendas começaram por volta das 10h no semáforo ao lado do Colégio São José

O garçom faturou R$ 4,5 mil com as vendas
Foto: Arquivo pessoal

Márcio Rodrigues de Oliveira iniciou o trabalho por volta das 10h, no semáforo ao lado do Colégio São José, em Itajaí.

ARTIGO CONTINUA ABAIXO

Veja também

Recomendado para você

Biocombustíveis Renováveis

Comgás abre uma porta antes restrita às grandes indústrias: biometano chega às PMEs, rede recebe quase R$ 10 bilhões e volume pode saltar para 1 milhão de m³ por dia

Comgás leva biometano para pequenas empresas em São Paulo e transforma um combustível antes concentrado nos grandes consumidores em nova alternativa para indústrias, frotas e negócios de menor porte

A Comgás…

Paulo Nogueira

0

O ponto concentra a maior parte das vendas do garçom, que atua justamente nos intervalos em que o sinal fecha e os carros param.

Primeiras 200 unidades acabaram por volta das 13h

Para Márcio, mais do que os números das vendas, o trabalho representa a satisfação de oferecer o que considera um bom produto
Foto: Arquivo pessoal

As 200 primeiras unidades de morango cravejado foram vendidas em aproximadamente três horas, acabando por volta das 13h.

Com o estoque zerado ainda no início da tarde, o vendedor precisou de reforço para continuar atendendo no mesmo ponto.

Motoboy levou mais 100 doces e as vendas seguiram até cerca das 17h

Um motoboy levou outras 100 unidades até o semáforo depois que a primeira remessa acabou.

Essa segunda leva foi vendida até por volta das 17h, fechando as 300 unidades do dia.

Cada morango cravejado custa R$ 15 e o dia rendeu R$ 4,5 mil

Garçom vendeu 300 morangos cravejados a R$ 15 em um único dia em Itajaí (SC), faturou R$ 4,5 mil e deixa o cliente pagar por Pix depois.

O preço de cada morango cravejado é de R$ 15, segundo o ND Mais. Com 300 unidades vendidas, o faturamento do dia chegou a R$ 4,5 mil.

O valor se refere ao total apurado com as vendas daquela sexta-feira, conforme informado pelo próprio vendedor à reportagem.

Cliente leva o doce e faz o Pix depois

Uma das formas encontradas por Márcio para agilizar o atendimento no semáforo é permitir que o cliente leve o produto e faça o pagamento depois.

A transferência pode ser feita quando a pessoa já estiver em casa ou no trabalho, sem a necessidade de resolver a compra com o carro em movimento.

Adesivo no produto orienta o pagamento fora do trânsito

Márcio coloca um adesivo nos doces e explica ao cliente como funciona o pagamento posterior. A orientação é que a transferência só seja feita quando a pessoa estiver em segurança, com o carro parado e fora do trânsito.

Nas palavras dele ao ND Mais: “Todos os meus produtos eu coloco um adesivo no produto. Então, quando o sinal fecha, a pessoa pega para pagar depois na sua casa, no seu trabalho, sempre que estiver em segurança com carro parado fora do trânsito”.

Sistema é usado há cerca de cinco anos e se apoia na confiança

O vendedor afirma que utiliza esse sistema há cerca de cinco anos. Segundo ele, a estratégia funciona baseada na confiança entre quem vende e quem compra.

Pagar depois permite atender mais gente enquanto o sinal está fechado

De acordo com Márcio, a possibilidade de pagar depois facilita o atendimento e permite que mais pessoas comprem os doces enquanto o sinal está fechado.

O tempo que seria gasto na conclusão de cada pagamento passa a ser usado para abordar outros carros na mesma parada.

Sábado teve mais 200 unidades vendidas no mesmo semáforo

O resultado da sexta-feira não foi um caso isolado, segundo o vendedor. No sábado, Márcio vendeu 200 unidades no mesmo semáforo de Itajaí.

Domingo rendeu 150 doces na Beira-Rio, em frente a uma churrascaria

No domingo, o ponto escolhido foi a Beira-Rio, em frente a uma churrascaria, onde foram vendidas 150 unidades.

A mudança de local acompanha o movimento de cada dia da semana na cidade.

Feriado de 7 de setembro levou as vendas para a Serra do Rio do Rastro

No feriado de 7 de setembro, Márcio levou os doces para o mirante da Serra do Rio do Rastro, na Serra Catarinense, e vendeu mais 150 unidades.

Somando os quatro dias, foram 800 unidades comercializadas entre a sexta-feira e o feriado.

No ano passado, 500 morangos do amor saíram em cerca de uma hora e meia

O sucesso com os doces já havia chamado atenção no ano passado, durante a febre do morango do amor. Na época, Márcio chegou a vender 500 unidades em apenas um dia.

Cada morango custava R$ 10 naquele período, o que resultou em R$ 5 mil de faturamento. Segundo o vendedor, todas as unidades foram vendidas em cerca de uma hora e meia. Ele relatou ao ND Mais: “Quando cheguei na sinaleira, estava lotado de gente esperando”.

Márcio também trabalha com morango do amor e maçã do amor

Além do morango cravejado, o vendedor mantém no cardápio o morango do amor e a maçã do amor, ampliando as opções oferecidas nos semáforos e nos demais pontos onde atua.

Para Márcio, mais do que os números das vendas, o trabalho representa a satisfação de oferecer o que considera um bom produto e atender os clientes de uma maneira diferente. “Sinto com dever cumprido em servir um produto excelente, feito com muito amor, atendimento diferenciado”, afirmou ao ND Mais.

Na sua opinião, o sistema de deixar o cliente levar o doce e pagar por Pix depois é uma boa estratégia de venda, ou representa um risco grande demais para quem trabalha no semáforo? Deixe sua opinião nos comentários.

Tags

Garçom


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

Sair da versão mobile