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Gêmeas de 10 anos enfrentam juntas nova internação após sobreviverem a hemorragias cerebrais, parada cardíaca e AVC desde o nascimento, dividem quarto e reabilitação e encontram em dois enfermeiros “gêmeos” uma parceria inesperada no hospital

Gêmeas de 10 anos enfrentam juntas nova internação após sobreviverem a hemorragias cerebrais, parada cardíaca e AVC desde o nascimento, dividem quarto e reabilitação e encontram em dois enfermeiros “gêmeos” uma parceria inesperada no hospital

10 min de leitura

Gêmeas de 10 anos enfrentam juntas nova internação após sobreviverem a hemorragias cerebrais, parada cardíaca e AVC desde o nascimento, dividem quarto e reabilitação e encontram em dois enfermeiros “gêmeos” uma parceria inesperada no hospital

Escrito por Roberta Souza

Publicado em 02/09/2026 às 19:33

Atualizado em 02/09/2026 às 19:34

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Milayna e Naya Soares nasceram prematuras, com apenas 30 semanas, e passaram por longas internações ao longo da infância; agora, enquanto uma se recupera de cirurgia e a outra aprende a caminhar com uma nova prótese, dois enfermeiros inseparáveis transformam a rotina hospitalar com brincadeiras e conexão

Aos 10 anos, as irmãs gêmeas Milayna e Naya Soares já conhecem uma realidade que poucas crianças enfrentam tão cedo. Desde que nasceram prematuras, com apenas 30 semanas, as meninas passaram por longas internações e enfrentaram complicações graves, incluindo hemorragias cerebrais, parada cardíaca e AVC. No verão de 2026, porém, uma coincidência colocou as duas novamente no mesmo hospital, no mesmo quarto e até em sessões de reabilitação compartilhadas.

Desta vez, Milayna se recupera de uma cirurgia, enquanto Naya aprende a caminhar usando uma nova prótese. Além disso, a internação ganhou uma dinâmica inesperada quando as irmãs conheceram Joshua e Michael, dois enfermeiros que formaram uma conexão especial com elas e passaram a ser tratados como os “gêmeos” da equipe, segundo história publicada pelo Holland Bloorview Kids Rehabilitation Hospital, em Toronto, no Canadá, em 24 de agosto de 2026.

A coincidência entre as duplas transformou uma temporada marcada por procedimentos e reabilitação em uma rotina também repleta de risadas. Assim, enquanto as meninas trabalham para avançar fisicamente, os profissionais ajudam a tornar os dias dentro do hospital mais leves.

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As duas chegam ao mundo com apenas 30 semanas de gestação

A história de Milayna e Naya começa muito antes da internação de 2026.

As irmãs nasceram prematuramente, com 30 semanas de gestação. Desde então, enfrentaram diferentes problemas de saúde e passaram períodos prolongados dentro de hospitais.

Entre as complicações mencionadas pelo Holland Bloorview aparecem hemorragias cerebrais, parada cardíaca e AVC.

Portanto, consultas, tratamentos e internações já faziam parte da vida das duas antes mesmo do verão atual.

Ainda assim, a situação de 2026 trouxe algo incomum.

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Dessa vez, as duas precisaram permanecer internadas simultaneamente.

E, em vez de atravessarem a experiência separadamente, passaram a dividir praticamente tudo.

Uma irmã passa por cirurgia enquanto a outra aprende a caminhar com nova prótese

Embora estejam juntas, cada menina enfrenta um processo diferente.

Milayna passou por uma cirurgia e permanece em recuperação.

Enquanto isso, Naya trabalha em outro objetivo: aprender a caminhar utilizando uma nova prótese.

Por isso, a rotina envolve sessões de reabilitação e acompanhamento especializado.

Ao mesmo tempo, estar no mesmo hospital permite que as irmãs atravessem essa etapa lado a lado.

Elas compartilham o quarto.

Também dividem momentos de reabilitação.

Consequentemente, uma experiência normalmente individual ganhou uma companhia muito familiar.

A rotina hospitalar passou a ser compartilhada justamente por duas crianças que já atravessaram inúmeros desafios juntas desde o nascimento.

Gêmeas dividem quarto e sessões de reabilitação durante o verão

Para o Holland Bloorview, o fato incomum não está simplesmente em as duas meninas conhecerem bem o ambiente hospitalar.

Isso já aconteceu anteriormente.

O diferente, agora, é as duas passarem o verão internadas ao mesmo tempo.

Assim, além do quarto, as irmãs compartilham sessões de reabilitação.

A convivência cria momentos de apoio, mas também abre espaço para brincadeiras.

Nesse cenário, entram Joshua e Michael.

Os dois profissionais acabaram formando com Milayna e Naya uma relação que chamou atenção dentro da instituição.

E existe uma razão bastante visual para isso.

Dois enfermeiros viram os “gêmeos” da equipe

Joshua e Michael são os enfermeiros destacados pelo hospital na história.

A instituição os apresenta como “twin nurses”, em referência à dinâmica da dupla com as irmãs.

Assim, o quarto passou a reunir, simbolicamente, duas duplas.

De um lado, Milayna e Naya.

Do outro, Joshua e Michael.

A brincadeira rapidamente virou uma forma de conexão.

Em vez de aparecerem apenas como profissionais responsáveis pelo cuidado clínico, os enfermeiros passaram a fazer parte dos momentos de humor e descontração durante a internação.

Essa aproximação não elimina a seriedade do tratamento.

Porém, acrescenta outra dimensão aos dias que as meninas passam dentro do hospital.

Risadas passam a dividir espaço com sessões de reabilitação

A própria instituição destaca a quantidade de risadas compartilhadas entre as meninas e os enfermeiros.

Isso importa porque o verão das irmãs não acontece em circunstâncias comuns.

Uma delas está se recuperando de uma operação.

A outra precisa reaprender um movimento fundamental usando uma nova prótese.

Ainda assim, entre uma atividade e outra, existe espaço para brincar.

Além disso, a conexão com Joshua e Michael ajuda a quebrar parte da repetição da internação.

Assim, o hospital deixa de representar apenas procedimentos, exercícios e acompanhamento.

Também vira o cenário de uma amizade inesperada.

Naya enfrenta o desafio de caminhar com uma nova prótese

Entre os objetivos concretos dessa internação está o avanço de Naya.

A menina está aprendendo a andar utilizando um novo dispositivo protético.

Esse tipo de processo exige adaptação.

No entanto, a publicação institucional não detalha o motivo da prótese, o tipo exato do dispositivo ou quantas sessões serão necessárias.

Por isso, não seria correto preencher essas lacunas com suposições médicas.

O que a fonte confirma é o objetivo atual: Naya está aprendendo a caminhar com a nova prótese.

Enquanto ela trabalha nessa etapa, a irmã atravessa sua própria recuperação.

Dessa forma, as duas avançam em caminhos diferentes dentro do mesmo espaço.

Milayna atravessa recuperação depois de uma cirurgia

No caso de Milayna, a internação está relacionada à recuperação cirúrgica.

O Holland Bloorview não especifica, nessa publicação, qual procedimento ela realizou.

Ainda assim, a cirurgia foi suficiente para exigir uma temporada como paciente internada durante o verão.

Portanto, enquanto Naya concentra esforços na marcha, Milayna trabalha na recuperação.

Essa diferença torna a coincidência ainda mais particular.

As irmãs não chegaram ao hospital pelo mesmo motivo.

Mesmo assim, os tratamentos aconteceram simultaneamente.

Por isso, elas puderam permanecer juntas durante uma fase que normalmente poderia ser vivida separadamente.

Hemorragias cerebrais, parada cardíaca e AVC já fizeram parte da infância

A história ganha outra dimensão quando o hospital relembra o passado das meninas.

Desde o nascimento prematuro, Milayna e Naya enfrentaram situações extremamente graves.

A instituição menciona brain bleeds, ou hemorragias cerebrais.

Também registra parada cardíaca e AVC entre as complicações enfrentadas desde que nasceram.

A publicação, entretanto, não atribui individualmente cada uma dessas ocorrências a uma irmã específica.

Por isso, o correto é tratá-las como parte do histórico médico relatado sobre as gêmeas, sem determinar qual menina enfrentou cada episódio.

O dado central permanece impressionante: aos 10 anos, as duas já acumulam uma longa história de hospitalizações.

Mesmo assim, a imagem divulgada pelo hospital mostra uma fase marcada também pela proximidade e pelo humor.

Internações longas não são novidade para as irmãs

Para muitas crianças, passar semanas dentro de um hospital representa algo completamente fora da rotina.

Para Milayna e Naya, infelizmente, longas internações não são novidade.

As complicações que começaram após o parto prematuro fizeram com que hospitais entrassem cedo na vida das duas.

No entanto, isso não significa que cada internação seja igual.

A atual possui uma característica que as anteriores não necessariamente tiveram: as duas estão internadas juntas.

Além disso, agora têm 10 anos e conseguem compartilhar a experiência de outra maneira.

Elas conversam, brincam e passam pelo processo lado a lado.

Enquanto isso, Joshua e Michael ajudam a transformar pequenos momentos do dia.

Conexão com enfermeiros nasce no meio de uma fase difícil

A relação com os profissionais ganhou destaque justamente porque surgiu em um contexto marcado por reabilitação.

Joshua e Michael desenvolveram uma conexão especial com as meninas, segundo o hospital.

Essa proximidade aparece principalmente nas brincadeiras e risadas.

Consequentemente, a interação ultrapassa aquela relação estritamente técnica que o leitor poderia imaginar entre paciente e profissional.

Ainda assim, é importante não exagerar o papel dos enfermeiros.

A publicação não afirma que a amizade substituiu terapias, acelerou clinicamente a recuperação ou provocou algum resultado médico específico.

O impacto descrito é outro: eles levaram alegria e humor para a experiência das meninas como pacientes internadas.

A amizade muda o clima, mas tratamento continua no centro da rotina

Esse cuidado na interpretação é importante.

As meninas continuam em um hospital de reabilitação porque possuem necessidades específicas.

Milayna precisa se recuperar da cirurgia.

Naya precisa avançar na adaptação à prótese.

Portanto, a conexão com os enfermeiros aparece como parte humana dessa rotina, e não como substituta do tratamento.

Ao mesmo tempo, o caso mostra como uma relação construída dentro do hospital pode mudar a forma como determinados momentos são vividos.

Joshua e Michael não eliminam as dificuldades.

Porém, ajudam a preencher o verão com experiências que não se resumem aos procedimentos.

Hospital especializado recebe crianças em processos de reabilitação

O Holland Bloorview Kids Rehabilitation Hospital fica em Toronto, Ontário, no Canadá, e mantém diferentes serviços voltados a crianças e jovens com deficiência e necessidades de reabilitação.

Nesse ambiente, Milayna e Naya passam a temporada atual.

A história das duas também ganhou repercussão fora dos canais institucionais.

O próprio hospital informa que CTV News Toronto e Toronto Star acompanharam o caso.

Assim, aquilo que começou como uma coincidência dentro de um quarto hospitalar chamou atenção justamente pela combinação incomum:

duas irmãs gêmeas, dois enfermeiros inseparáveis e uma temporada inteira de recuperação compartilhada.

Estar juntas cria uma experiência diferente para duas crianças acostumadas a hospitais

O fato de as meninas já terem passado por internações anteriormente poderia tornar a história apenas mais um capítulo médico.

Porém, desta vez, existe uma diferença importante.

Uma tem a outra por perto durante todo o processo.

Elas dividem o quarto.

Além disso, compartilham sessões de reabilitação e momentos de lazer.

Consequentemente, a irmã que enfrenta um exercício ou um dia mais difícil não está vivendo aquela rotina completamente sozinha.

A situação não apaga as necessidades individuais.

Ainda assim, cria uma experiência de hospitalização diferente.

Aos 10 anos, cada uma enfrenta uma meta diferente

O verão possui dois objetivos paralelos.

Para Milayna, o foco está na recuperação após cirurgia.

Para Naya, a meta envolve aprender a caminhar com uma nova prótese.

Assim, cada uma avança no próprio ritmo.

Porém, ambas fazem isso dentro do mesmo hospital.

Essa combinação ajuda a explicar por que a instituição escolheu contar a história.

Não se trata apenas de duas pacientes.

São irmãs que nasceram juntas, atravessaram complicações graves desde as primeiras semanas de vida e, uma década depois, voltaram a enfrentar simultaneamente outra fase de reabilitação.

Os enfermeiros entram na história justamente quando as duas estão juntas

Joshua e Michael provavelmente não teriam formado a mesma dinâmica se apenas uma das irmãs estivesse internada.

A presença simultânea de Milayna e Naya abriu espaço para a brincadeira com as duas duplas.

A partir daí, nasceu a conexão descrita pelo hospital.

Além disso, a proximidade entre pacientes e profissionais tornou a rotina mais descontraída.

As imagens divulgadas pela instituição reforçam justamente esse aspecto: os quatro aparecem juntos, sorrindo.

Não é uma fotografia que elimina o contexto médico.

Pelo contrário.

Ela mostra que o humor conseguiu existir dentro dele.

Verão que poderia ser lembrado apenas pela internação ganha outro significado

Para crianças de 10 anos, o verão costuma remeter a férias e tempo longe da escola.

Milayna e Naya passaram boa parte desse período dentro de um hospital.

Porém, a narrativa publicada pelo Holland Bloorview evita reduzir a experiência apenas à doença.

As meninas dividem risadas.

Também convivem com profissionais com quem criaram vínculo.

Enquanto isso, continuam trabalhando nos objetivos da reabilitação.

Dessa forma, o verão passa a carregar duas histórias simultâneas.

Existe o tratamento.

E existe tudo aquilo que acontece entre uma sessão e outra.

Histórico grave torna o momento atual ainda mais simbólico

Quando as meninas nasceram às 30 semanas, ninguém poderia antecipar todos os episódios que enfrentariam durante a década seguinte.

Vieram internações.

Além disso, surgiram complicações que incluíram hemorragias cerebrais, parada cardíaca e AVC.

Agora, aos 10 anos, elas continuam enfrentando desafios médicos.

Entretanto, a fotografia do verão de 2026 não é apenas de duas crianças em camas hospitalares.

É também de duas irmãs dividindo reabilitação e fazendo amizade com profissionais que encontraram uma maneira de entrar na brincadeira.

A diferença parece pequena.

No cotidiano de uma internação prolongada, porém, pode representar uma lembrança completamente diferente daquele período.

De prematuras de 30 semanas a duas meninas encarando juntas outra reabilitação

A trajetória conhecida começa com um nascimento prematuro.

30 semanas de gestação.

Depois, surgem complicações graves.

Hemorragias cerebrais, parada cardíaca e AVC aparecem no histórico descrito pelo hospital.

Anos depois, aos 10, as irmãs voltam a passar uma temporada internadas.

Desta vez, Milayna se recupera de uma cirurgia.

Ao mesmo tempo, Naya aprende a caminhar com uma nova prótese.

E justamente durante esse período aparecem Joshua e Michael.

Assim, o que poderia ser lembrado apenas como mais um verão dentro de um hospital ganha outro elemento: duas meninas que já enfrentaram muito desde o nascimento encontram dois profissionais dispostos a fazer da reabilitação também um espaço para rir.

Fonte

Holland Bloorview Kids Re


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Roberta Souza.

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