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Jovem passa 19 anos acreditando que havia sido rejeitada pela mãe biológica, conta sua história durante transformação em salão de beleza de São Paulo e acaba reencontrando Daiana, que afirma ter procurado pela filha durante quase duas décadas até as duas finalmente se abraçarem

Jovem passa 19 anos acreditando que havia sido rejeitada pela mãe biológica, conta sua história durante transformação em salão de beleza de São Paulo e acaba reencontrando Daiana, que afirma ter procurado pela filha durante quase duas décadas até as duas finalmente se abraçarem

8 min de leitura

Jovem passa 19 anos acreditando que havia sido rejeitada pela mãe biológica, conta sua história durante transformação em salão de beleza de São Paulo e acaba reencontrando Daiana, que afirma ter procurado pela filha durante quase duas décadas até as duas finalmente se abraçarem

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 07/09/2026 às 10:58

Atualizado em 07/09/2026 às 10:59

Curiosidades

Canal

Maria Eduarda passou 19 anos acreditando ter sido rejeitada pela mãe biológica, até contar sua história em um salão de São Paulo e reencontrar Daiana, que afirma ter procurado pela filha durante quase duas décadas.
Maria Eduarda passou 19 anos acreditando ter sido rejeitada pela mãe biológica, até contar sua história em um salão de São Paulo e reencontrar Daiana, que afirma ter procurado pela filha durante quase duas décadas.

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Maria Eduarda cresceu acreditando ter sido rejeitada pela mãe biológica, mas, após contar sua trajetória durante uma transformação em salão de beleza de São Paulo, uma busca localizou Daiana. Separadas por 19 anos, as duas descobriram versões diferentes da história e finalmente se reencontraram, choraram e se abraçaram finalmente juntas.

Maria Eduarda, conhecida como Duda, passou 19 anos acreditando que havia sido rejeitada pela mãe biológica desde o nascimento. A versão que carregou durante toda a vida começou a mudar depois que ela contou sua história durante o primeiro alisamento de cabelo em um salão de beleza de São Paulo e a publicação chegou a pessoas dispostas a ajudá-la a localizar sua família de origem.

Segundo reportagem do Só Notícia Boa, publicada em 2026 e assinada por Lorena Fassina, Alyne, do perfil @search_angel, conseguiu chegar até Daiana, mãe biológica de Maria Eduarda. No relato apresentado pela mãe, a bebê foi retirada de seus braços contra sua vontade, e Daiana afirmou ter procurado pela filha durante quase duas décadas.

Maria Eduarda contou sua história durante o primeiro alisamento

Maria Eduarda passou 19 anos acreditando ter sido rejeitada pela mãe biológica, até contar sua história em um salão de São Paulo e reencontrar Daiana, que afirma ter procurado pela filha durante quase duas décadas.
vídeo: Instagram/redes sociais/ @joseliacotrim 

A sequência que levou ao reencontro começou quando Duda conheceu a cabeleireira Josélia Cotrim.

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Maria Eduarda foi ao salão para realizar o sonho de fazer seu primeiro alisamento e, durante a transformação, contou diante das câmeras parte da própria trajetória.

No primeiro vídeo, resumiu uma das lacunas que carregava desde a infância: “Nasci de uma pessoa que eu não conheço”.

Jovem acreditava ter sido rejeitada desde o nascimento

Maria Eduarda havia crescido sem conhecer Daiana e entendendo que sua mãe biológica não a quis.

Ela passou por um abrigo antes de ser adotada por outra família e chegou à vida adulta carregando a ideia de que havia sido abandonada.

Depois do reencontro, Duda disse que descobrir ter sido procurada e amada modificou esse sentimento.

Duda relatou agressões durante infância e adolescência

Maria Eduarda contou que os primeiros anos com a família adotiva foram tranquilos.

Segundo ela, a relação ficou mais difícil conforme cresceu e deixou de corresponder às expectativas dos pais adotivos.

A jovem relatou ter sofrido agressões durante a infância e a adolescência.

Vizinha denunciou suspeita de maus-tratos e cárcere privado

Segundo Duda, uma vizinha percebeu a situação e fez uma denúncia por suspeita de maus-tratos e cárcere privado.

Maria Eduarda relatou que havia períodos em que permanecia trancada e com acesso restrito a partes da casa.

Após a denúncia, ela retornou para um abrigo.

Abrigo voltou a ser sua casa até perto dos 18 anos

Maria Eduarda permaneceu novamente em acolhimento institucional até perto da maioridade.

Depois, voltou para a residência dos pais adotivos, mas foi avisada de que precisaria sair quando completasse 18 anos.

A proximidade da maioridade abriu outra fase de instabilidade em sua vida.

Aos 18 anos, pai a colocou em ônibus para outra cidade

No aniversário de 18 anos, segundo o relato de Duda, o pai a colocou em um ônibus para que fosse morar em outra cidade.

O destino era a casa de uma mulher que havia aceitado recebê-la.

Foi nessa etapa que Maria Eduarda começou a produzir vídeos para a internet e compartilhar partes da própria história.

Mulher que conheceu Duda pela internet passou a ajudá-la

Uma mulher com deficiência visual conheceu a história de Maria Eduarda pelas redes sociais e passou a oferecer apoio.

Mais tarde, ela, o marido e a filha acolheram a jovem em São Paulo.

Duda passou a viver com essa nova família e contou a Josélia que encontrou ali muito carinho.

“Isso nem parece real”, disse Duda sobre nova família

Maria Eduarda descreveu a forma como foi recebida pela família que a acolheu.

“Eles têm muito amor no coração. Isso nem parece real”, afirmou.

A mudança para São Paulo também acabaria criando as condições para o encontro no salão que expôs sua história e impulsionou a busca pela mãe biológica.

Alyne conseguiu localizar Daiana após vídeo circular

Maria Eduarda passou 19 anos acreditando ter sido rejeitada pela mãe biológica, até contar sua história em um salão de São Paulo e reencontrar Daiana, que afirma ter procurado pela filha durante quase duas décadas.
vídeo: Instagram/redes sociais/ @joseliacotrim 

A história publicada por Josélia chegou até Alyne, responsável pelo perfil @search_angel.

O trabalho social do perfil envolve ajudar pessoas que procuram familiares com quem perderam contato.

A partir das informações de Maria Eduarda, Alyne conseguiu encontrar Daiana.

Segunda surpresa começou com Daiana na cadeira do salão

Depois que a mãe foi localizada, Josélia preparou uma segunda etapa.

Dessa vez, Daiana foi convidada a se sentar na cadeira do salão e começou a contar diante das câmeras a própria versão da separação.

Ela não sabia que Maria Eduarda estava próxima.

Daiana disse que engravidou aos 12 anos

Daiana relatou ter engravidado quando tinha apenas 12 anos.

Segundo ela, havia fugido de uma realidade familiar difícil: a mãe tinha problemas de saúde, o pai era usuário de drogas e ela cresceu com outros cinco irmãos.

Daiana afirmou que acreditou encontrar uma saída ao passar a viver com um companheiro, mas disse que ele bebia e a maltratava.

Maria Eduarda nasceu quando a mãe ainda tinha 12 anos

Daiana tinha 12 anos quando Maria Eduarda nasceu.

Segundo o relato da mãe, “autoridades” foram até o hospital e retiraram a bebê de seus braços.

“Tomaram a neném à força”, afirmou Daiana ao relembrar aquele momento.

Daiana diz que tentou impedir que levassem a filha

A mãe contou que chorou, abraçou Maria Eduarda e tentou impedir que a separação acontecesse.

Depois, segundo seu relato, mãe e filha foram encaminhadas para abrigos diferentes.

A fonte não identifica quais autoridades participaram do episódio nem apresenta documentos sobre a retirada da criança.

Mãe afirma que continuou amamentando a filha após separação

Mesmo depois de serem enviadas para locais distintos, Daiana afirma que ainda mantinha algum contato com a bebê.

Ela contou que ia ao abrigo todas as manhãs para retirar leite e conseguiu continuar amamentando Maria Eduarda naquele período.

Os irmãos de Daiana também foram encaminhados para acolhimento.

Daiana fugiu de abrigo após promessa de recuperar a filha

Mais tarde, Daiana deixou o abrigo com o então companheiro.

Segundo ela, a decisão ocorreu após ele prometer que trabalharia e ajudaria na tentativa de recuperar Maria Eduarda.

Daiana afirma que procurou diferentes formas de retomar a guarda da filha, sem conseguir.

Mãe diz que ouviu que deveria desistir porque filha havia sido adotada

Daiana contou que tentou recuperar Maria Eduarda diversas vezes.

Em determinado momento, segundo seu relato, ouviu que deveria desistir porque a menina já havia sido adotada.

Os anos passaram, mas ela afirma que continuou procurando informações sobre a filha.

Facebook e TikTok viraram ferramentas de busca

Daiana disse que passou a pesquisar o nome de Maria Eduarda na internet.

As buscas eram feitas em plataformas como Facebook, TikTok e outras redes sociais, na expectativa de encontrar qualquer pista.

“Todo dia eu lembrava dela, todos os dias”, afirmou.

Aniversários eram os períodos mais difíceis, segundo Daiana

A mãe relatou que as datas ligadas à filha intensificavam a ausência.

“Todas as noites eu chorava por ela”, afirmou ao recordar os anos de procura.

Quando Josélia perguntou qual era seu maior sonho, Daiana respondeu que desejava apenas ver Maria Eduarda.

“Meu sonho é ver ela, só ela”

Daiana afirmou que o reencontro estava acima de qualquer desejo material.

“Ver ela. O maior sonho da minha vida. Não tenho nem mais sonho. Riqueza, essas coisas… meu sonho é ver ela, só ela”, declarou.

A resposta antecedeu a surpresa preparada no próprio salão.

Josélia perguntou o nome da filha antes do reencontro

Com os olhos ainda cobertos, Daiana continuava sem saber que Maria Eduarda estava perto.

Josélia perguntou qual era o nome da filha que ela procurava.

“Maria Eduarda”, respondeu Daiana.

Nesse momento, Duda já havia se aproximado e estava posicionada atrás da cadeira.

Mãe e filha ficaram frente a frente após 19 anos

Josélia retirou a proteção dos olhos de Daiana.

Pela primeira vez em 19 anos, mãe e filha ficaram frente a frente.

As duas se abraçaram e começaram a chorar durante o reencontro registrado em vídeo.

Duda diz que descobriu que “sempre foi amada”

O encontro alterou a forma como Maria Eduarda compreendia a própria história.

“Quando eu descobri que eu sempre fui amada, sempre me procuravam… parece que o vazio que eu sentia, a dor da rejeição sumiu”, contou depois.

A jovem também escreveu que durante toda a vida havia acreditado ter sido rejeitada desde o nascimento.

“Ela era o pedacinho que faltava no meu coração”

Depois de ouvir o relato de Daiana, Duda afirmou sentir que a antiga sensação de rejeição havia mudado.

“Eu não sei como, mas parece que o vazio que eu sentia, a dor da rejeição sumiu. Eu me sinto completa. Ela era o pedacinho que faltava no meu coração”, escreveu.

O reencontro encerrou quase duas décadas em que as duas viveram separadas e com histórias muito diferentes sobre o que havia acontecido após o nascimento.

Maria Eduarda e Daiana agora retomam vínculo após 19 anos

Maria Eduarda chegou ao salão para realizar o primeiro alisamento e acabou expondo uma trajetória que abriu caminho para localizar sua mãe biológica.

Após Alyne encontrar Daiana e Josélia organizar a surpresa, mãe e filha finalmente se abraçaram, enquanto Duda descobriu que, segundo o relato da mãe, a separação não havia ocorrido por rejeição e que Daiana afirma ter passado quase duas décadas tentando encontrá-la.

Na sua opinião, o que mais chama atenção nessa história: Maria Eduarda descobrir que a mãe afirma nunca ter desistido de procurá-la, a busca pelas redes sociais ou o reencontro preparado dentro do salão de beleza? Deixe sua opinião nos comentários.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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