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Leonardo mantém uma fazenda adquirida recentemente em Peixe, no Tocantins, como área produtiva, passou a cultivar soja e gergelim e, em outra parte da propriedade, compra e vende gado, conectando o imóvel rural à produção agrícola e pecuária no sul do estado
Escrito por Alisson Ficher
Publicado em 05/09/2026 às 16:06
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Parte da propriedade é arrendada para atividades agrícolas, enquanto outra área é utilizada pela família em negócios com bovinos; a destinação econômica do imóvel veio a público quando Poliana Rocha respondeu a críticas sobre a aparência da entrada da fazenda.
A fazenda mantida por Leonardo em Peixe, no sul do Tocantins, é utilizada em atividades econômicas ligadas ao campo. O imóvel reúne áreas destinadas à soja e ao gergelim, arrendamento de terras e operações de compra e venda de gado realizadas pela família.
A utilização da propriedade foi detalhada por Poliana Rocha, esposa do cantor, depois que uma mulher publicou nas redes sociais um vídeo diante do imóvel e questionou a aparência de sua entrada. Em reportagem do UOL Splash, Poliana explicou que a prioridade da família não é transformar o local em demonstração de luxo.
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Ao responder à crítica, ela classificou a abordagem como invasiva e relacionou os gastos com a fazenda ao aproveitamento econômico do imóvel. A manifestação trouxe detalhes sobre a divisão das atividades entre produção agrícola, arrendamento e negócios envolvendo bovinos.
Poliana explicou que a família prefere direcionar recursos às atividades capazes de gerar renda na propriedade, em vez de investir apenas na aparência da entrada. A resposta também esclareceu por que a estrutura externa do imóvel não ocupa o centro das decisões descritas por ela.
Como as áreas da fazenda são utilizadas
Na parte agrícola, soja e gergelim foram as culturas citadas por Poliana ao explicar o funcionamento da propriedade. Parte da área é arrendada para atividades rurais, o que permite o aproveitamento econômico da terra sem que toda a exploração seja conduzida diretamente pela família.
Outra parcela é destinada às operações com gado. De acordo com a descrição apresentada pela esposa de Leonardo, a família atua na compra e venda de bovinos, atividade diferente da exploração agrícola realizada nas áreas destinadas às lavouras.
A divisão estabelece duas formas de utilização do patrimônio rural. Uma delas está ligada ao uso da terra para produção agrícola, inclusive por meio de arrendamento; a outra envolve diretamente a negociação de animais pela família.
A reportagem não informa o tamanho total da fazenda, a extensão reservada à soja ou ao gergelim nem a quantidade de bovinos envolvida nas operações. Também não foram divulgados valores de faturamento, produtividade das lavouras ou montantes movimentados com a comercialização dos animais.
Sem esses dados, não é possível determinar a escala financeira de cada atividade nem calcular quanto cada frente representa na receita da propriedade. A informação disponível sustenta a finalidade produtiva do imóvel e a divisão geral das operações, mas não permite estimativas sobre rentabilidade.
O gergelim apareceu ao lado da soja na explicação mais recente sobre o uso das áreas agrícolas. Não foram apresentados calendário de plantio, volume colhido, destino comercial da produção ou informações que permitam estabelecer como as duas culturas se distribuem ao longo do ano.
Na pecuária, a descrição pública também se concentra na dinâmica comercial. Poliana informou que a família compra e vende gado utilizando parte da fazenda, sem detalhar número de cabeças, períodos de permanência dos animais ou valores praticados nessas negociações.
Essas limitações impedem tratar a propriedade como uma operação cuja dimensão financeira esteja publicamente conhecida. O elemento confirmado é a combinação de atividade agrícola, áreas arrendadas e comércio de bovinos dentro do mesmo imóvel rural.
Compra já previa exploração agropecuária
A finalidade econômica da propriedade já havia aparecido quando sua aquisição foi apresentada publicamente. Em junho deste ano, Poliana mostrou a fazenda nas redes sociais e contou que Leonardo havia comprado o imóvel cerca de cinco meses antes, mencionando pecuária, soja e possibilidade de arrendamento.
Uma reportagem anterior do UOL Splash registrou essa apresentação. A descrição feita naquele momento já vinculava a nova propriedade a atividades agropecuárias, antes de o gergelim ser incluído entre os cultivos mencionados posteriormente.
A manifestação mais recente acrescentou detalhes àquela explicação inicial. Além de citar o gergelim, Poliana especificou que uma parte da propriedade é arrendada, enquanto outra é utilizada pela família nas operações de compra e venda de gado.
O uso descrito também diferencia o imóvel de uma fazenda mantida exclusivamente para descanso. A família associa sua manutenção a atividades que podem gerar receita por meio da exploração da terra e da comercialização de animais, sem apresentar a propriedade apenas como espaço de lazer.
A discussão nas redes surgiu justamente a partir da aparência externa da fazenda. Ao responder, Poliana afirmou que a família não pretende gastar apenas para tornar a entrada mais sofisticada e voltou a relacionar os investimentos no imóvel às atividades rurais desenvolvidas ali.
A propriedade recebeu o nome de Fazenda Talismã Dona Carmen, em homenagem à mãe de Leonardo, que morreu em 2023. O nome foi divulgado quando Poliana apresentou o imóvel, meses antes de explicar com mais detalhes como suas áreas são divididas entre agricultura, arrendamento e negócios com gado.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Alisson Ficher.

