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Luciano Hang sai em defesa de Cesar Rincon após influenciador ser levado à delegacia em operação que apreendeu 329 munições em SC, chama denúncia de “inveja” e dispara: “Estão transformando o errado em certo”
Escrito por Ana Alice
Publicado em 11/09/2026 às 23:51
Atualizado em 11/09/2026 às 23:52
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Após uma operação policial em Araranguá, a manifestação de Luciano Hang ampliou a repercussão do caso envolvendo Cesar Rincon, que foi autuado por posse irregular de munição, pagou fiança e passou a responder em liberdade.
Um comentário publicado nas redes sociais colocou Luciano Hang no meio da repercussão envolvendo Cesar Rincon.
Um dia depois de o influenciador ser autuado em flagrante durante uma operação da Polícia Civil de Santa Catarina, o empresário e dono da Havan saiu em sua defesa e atribuiu a situação enfrentada por ele à “inveja”.
A manifestação ocorreu depois da ação realizada na quarta-feira (09), em uma propriedade rural de Rincon em Araranguá, no Sul de Santa Catarina.
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Paulo Nogueira
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Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, policiais localizaram 329 cartuchos de munição de uso permitido, segundo informações divulgadas pela corporação e reproduzidas pela CNN Brasil.
Rincon foi conduzido à Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Araranguá e autuado em flagrante por posse irregular de munição de uso permitido.
Uma fiança de R$ 10 mil foi estabelecida e paga pelo influenciador, que deixou a delegacia e passou a responder ao procedimento em liberdade.
Luciano Hang reage à operação contra Cesar Rincon
Foi após a repercussão do episódio que Hang comentou uma publicação de Rincon.
“A inveja corrói mais do que água de bateria. Mantenha-se firme!”, escreveu o empresário.
Na sequência, Hang afirmou que, em sua avaliação, haveria uma “inversão de valores” no Brasil e declarou apoio ao influenciador.
A fala representa a opinião pessoal de Luciano Hang sobre o episódio.
A Polícia Civil, por outro lado, informou que a operação foi resultado de aproximadamente 60 dias de levantamentos e apurações relacionados à suspeita de posse irregular de armas e munições na propriedade.
A manifestação do empresário não altera a investigação nem a situação jurídica de Rincon.
Rincon respondeu diretamente ao comentário de Hang.
“Tamo junto, obrigado pelas palavras”, escreveu o influenciador, segundo publicação do Metrópoles, que registrou a troca de mensagens entre os dois.
Operação ocorreu após cerca de 60 dias de investigação
A operação havia começado horas antes, na manhã de quarta-feira.
A Divisão de Investigação Criminal de Araranguá, com apoio da Delegacia de Polícia de Sombrio, cumpriu a ordem judicial no imóvel rural depois de dois meses de apuração.
Segundo a Polícia Civil, a investigação começou a partir de informações sobre uma possível existência de armas e munições mantidas irregularmente no local.
O mandado de busca e apreensão foi posteriormente expedido pelo Poder Judiciário.
Durante a fiscalização, os agentes encontraram os 329 cartuchos de munição que acabaram apreendidos.
A corporação informou ainda que Rincon não possuía registro de arma de fogo e, por esse motivo, não poderia manter aquelas munições, mesmo sendo classificadas como de uso permitido.
Réplicas de airsoft estavam regularizadas
A quantidade encontrada também ganhou destaque porque os policiais localizaram objetos que, à primeira vista, poderiam ampliar a dimensão da ocorrência.
No imóvel havia réplicas de armas utilizadas em airsoft.
Nesse ponto, porém, a situação era diferente: os equipamentos estavam regularizados e acompanhados da documentação fiscal correspondente, segundo a Polícia Civil.
Por isso, não foram apreendidos.
A informação é importante porque a operação tinha como origem uma suspeita envolvendo armas e munições, mas a apreensão informada oficialmente pela polícia ficou concentrada nos cartuchos.
Depois da localização do material, Rincon foi levado à sede da DIC.
De acordo com informações da Polícia Civil repassadas à Band, ele foi autuado em flagrante por posse irregular de munição de uso permitido.
O enquadramento citado nas reportagens é o artigo 12 do Estatuto do Desarmamento.
Rincon pagou fiança e deixou a delegacia
Embora o título e diferentes veículos tenham usado o termo “preso”, a sequência do caso ocorreu em poucas horas.
Rincon foi autuado em flagrante, pagou a fiança de R$ 10 mil e foi liberado para responder ao procedimento em liberdade.
Não houve, até as informações disponíveis nesta sexta-feira (11), indicação pública de prisão preventiva ou manutenção dele em custódia.
O próprio influenciador comentou a situação pouco depois de deixar a delegacia.
“Fui preso e fui solto. Estamos de volta”, afirmou Rincon em publicação nas redes sociais reproduzida pela Record.
Ele também publicou registros da operação e afirmou estar disponível para prestar os esclarecimentos necessários.
Em outra manifestação, Rincon elogiou a conduta dos policiais durante o cumprimento do mandado e disse ter sido tratado com respeito e profissionalismo.
A posição não elimina a autuação, mas mostra que o próprio influenciador diferenciou a atuação dos agentes da discussão que posteriormente ganhou força nas redes sociais.
Defesa de Hang ampliou a repercussão nas redes sociais
A entrada de Luciano Hang na história ocorreu justamente nesse segundo momento, quando o caso deixou de circular apenas como uma ocorrência policial e começou a gerar manifestações públicas de apoio ao influenciador.
Dono da Havan, Hang escreveu que Rincon deveria permanecer firme e relacionou o episódio ao que chamou de “inversão de valores”.
A referência à inveja foi uma interpretação do empresário e não uma conclusão da Polícia Civil sobre a origem da investigação.
Esse cuidado é necessário porque a operação não foi apresentada oficialmente como resultado de rivalidade pessoal ou perseguição.
As informações divulgadas pela polícia apontam para cerca de 60 dias de apuração antes do pedido de busca no imóvel.
O que foi confirmado pela Polícia Civil
Rincon tem forte presença nas redes sociais e produz conteúdo relacionado ao agronegócio, vida rural, veículos e caça de javalis.
Reportagens sobre o caso também destacaram que ele costuma aparecer em clubes de tiro e em conteúdos envolvendo armas, embora imagens publicadas na internet, por si só, não permitam estabelecer a propriedade ou a situação documental de cada equipamento mostrado.
No caso específico da propriedade de Araranguá, a informação confirmada pela Polícia Civil é mais limitada: 329 cartuchos foram apreendidos, as réplicas de airsoft estavam regularizadas e Rincon foi autuado pela posse das munições.
Até esta sexta-feira (11), as fontes consultadas não apresentavam um novo desdobramento judicial capaz de alterar essa situação.
O influenciador permanece em liberdade após o pagamento da fiança, enquanto o procedimento segue os trâmites legais.
A manifestação de Hang, portanto, tornou-se um novo capítulo da repercussão pública do episódio, mas permanece separada da investigação.
Enquanto o empresário atribuiu o caso à “inveja” e pediu que Rincon se mantivesse firme, a apuração policial continua baseada nas munições encontradas durante o cumprimento do mandado judicial e nas circunstâncias de sua manutenção no imóvel.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Ana Alice.

