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Mãe compra moto para filho de 21 anos trabalhar e ajudar a sustentar bebê, relata até sete quedas e incendeia o presente após discussão em Santa Catarina, mas ainda enfrenta R$ 3.999 em débitos

Mãe compra moto para filho de 21 anos trabalhar e ajudar a sustentar bebê, relata até sete quedas e incendeia o presente após discussão em Santa Catarina, mas ainda enfrenta R$ 3.999 em débitos

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3 min de leitura

Mãe compra moto para filho de 21 anos trabalhar e ajudar a sustentar bebê, relata até sete quedas e incendeia o presente após discussão em Santa Catarina, mas ainda enfrenta R$ 3.999 em débitos

Escrito por Noel Budeguer

Publicado em 16/09/2026 às 06:43

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Presente comprado em fevereiro deveria ajudar o jovem a ganhar dinheiro com entregas; segundo a mãe, quedas, multas e uma discussão familiar antecederam a destruição da motocicleta em Barra Velha

O presente terminou em cinzas. Uma mãe de Barra Velha, em Santa Catarina, contou que incendiou a motocicleta comprada para o filho de 21 anos trabalhar como motoboy. A decisão veio depois de meses de problemas que, segundo ela, envolveram quedas, multas e dificuldades para garantir o sustento do bebê do rapaz.

O caso foi publicado pelo Jornal Razão em 31 de agosto de 2026, com atualização em 1º de setembro. A reportagem, assinada pela equipe do veículo, apresenta o relato da mulher. Uma publicação complementar do RSC Portal acrescenta o episódio da falta de leite e fraldas para o neto.

A moto chegou como presente de aniversário

A compra aconteceu em fevereiro, quando o rapaz completou 21 anos. A proposta da família era transformar o veículo em uma ferramenta de trabalho, permitindo que ele fizesse entregas e ajudasse a sustentar a companheira e o bebê.

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O trabalho como entregador durou cerca de um mês

Segundo a mãe, o filho trabalhou aproximadamente um mês com entregas. Depois, ela passou a cobrar responsabilidade pelo uso da motocicleta, que havia sido comprada para gerar renda.

As quedas se repetiram ao longo dos meses

No relato, a mulher estimou que o rapaz sofreu entre seis e sete quedas. Os episódios deixavam o veículo danificado e exigiam consertos, acrescentando despesas à rotina que deveria ser sustentada pelo trabalho com a moto.

Imagem baseada na foto publicada pelo Jornal Razão, com o desfoque do rosto preservado. Foto: Reprodução/Jornal Razão

O dinheiro acabava nos reparos

Ela afirmou que os ganhos de alguns dias eram consumidos pelos reparos. Também relatou multas e disse que os pais acabavam assumindo despesas. A reportagem não apresenta comprovantes desses gastos.

A falta de leite e fraldas agravou a discussão

Segundo o RSC Portal, o conflito chegou ao limite quando o bebê do jovem, de cinco meses, ficou sem leite e fraldas. A situação é apresentada como parte do relato da mãe, sem manifestação do rapaz sobre o episódio.

A mãe decidiu incendiar o próprio presente

Após a discussão, a mulher afirmou que retirou combustível do tanque e ateou fogo na motocicleta. O bem comprado para ajudar o filho a trabalhar acabou destruído por quem havia participado de sua compra.

Motocicleta danificada, em imagem baseada na foto publicada na reportagem. Foto: Reprodução/Jornal Razão

O filho também saiu de casa

A mãe contou que expulsou o rapaz e que, no momento do relato, não sabia onde ele estava. Ao explicar sua reação, associou a decisão ao medo de que as quedas terminassem de maneira mais grave: “Pelo menos meu filho tá vivo”.

A tentativa de dar baixa revelou outra dificuldade

Ao buscar orientações para encerrar o registro, ela disse ter sido informada por um despachante de que precisaria quitar R$ 3.999 em débitos. A composição desse valor não foi detalhada no material consultado.

Ela reconheceu o prejuízo, mas disse não se arrepender

A destruição não encerrou o problema financeiro. “Não resolvi nada, só piorei mais a situação, mas não me arrependo”, declarou a mulher ao Jornal Razão. A fala reúne o reconhecimento do prejuízo e a posição que manteve após o incêndio.

O caso permanece sem a versão do jovem nas fontes consultadas

As publicações consultadas não apresentam a versão do filho nem confirmação de pagamento dos débitos ou conclusão da baixa. Também não permitem estabelecer a data exata do incêndio.

Na sua opinião, como a família poderia ter interrompido os problemas sem destruir a ferramenta de trabalho?

Fontes

jornal razao

rscportal


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Noel Budeguer.

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