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Mãe de 5 filhos conhece xarope de tâmaras no exterior, investe US$ 60 mil para levar produto aos EUA e transforma ideia em negócio de US$ 6,8 milhões por ano

Mãe de 5 filhos conhece xarope de tâmaras no exterior, investe US$ 60 mil para levar produto aos EUA e transforma ideia em negócio de US$ 6,8 milhões por ano

13 min de leitura

Mãe de 5 filhos conhece xarope de tâmaras no exterior, investe US$ 60 mil para levar produto aos EUA e transforma ideia em negócio de US$ 6,8 milhões por ano

Escrito por Roberta Souza

Publicado em 02/09/2026 às 11:14

Curiosidades

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Imagem: Reprodução Entrepreneur. Créditos: Date Lady. Colleen Sundlie.

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Colleen Sundlie conheceu o produto enquanto morava nos Emirados Árabes Unidos, percebeu que não encontrava equivalente ao voltar para casa e decidiu criar a Date Lady. Após 15 anos de crescimento, negócio passou de US$ 2 milhões em receita anual em 2021 para US$ 6,8 milhões e agora mira US$ 10 milhões em 2026.

Uma ida ao supermercado durante o período em que morava nos Emirados Árabes Unidos acabou mudando a trajetória profissional de Colleen Sundlie. Mãe de cinco filhos, ela encontrou uma garrafa de xarope puro de tâmaras, levou o produto para casa e começou a pesquisar mais sobre o alimento.

Quando voltou aos Estados Unidos, porém, surgiu um problema. Colleen não conseguia encontrar facilmente o mesmo tipo de xarope que havia conhecido no Oriente Médio. Em vez de simplesmente abandonar o produto, ela decidiu descobrir como poderia levá-lo ao mercado americano.

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A ideia exigiu dinheiro e uma viagem internacional em busca de fornecedores. Colleen e o marido gastaram cerca de US$ 5 mil nessa etapa e aproximadamente US$ 60 mil para importar o primeiro carregamento e montar um pequeno espaço de envase. Quinze anos depois, aquela operação se transformou na Date Lady, que alcançou US$ 6,8 milhões em receita anual e agora busca chegar a US$ 10 milhões.

Tudo começou quando ela encontrou uma garrafa em um mercado nos Emirados Árabes

A origem do negócio está em Al Ain, nos Emirados Árabes Unidos. Colleen vivia no país por causa do trabalho do marido quando percebeu como as tâmaras faziam parte da cultura e da alimentação local.

Certo dia, ela encontrou xarope puro de tâmaras em uma prateleira. Mulheres emiradenses que estavam próximas começaram a falar sobre o alimento enquanto admiravam o bebê que Colleen carregava.

Ela decidiu experimentar o produto e gostou do sabor. Depois, começou a pesquisar mais sobre as tâmaras e seu uso.

Foi nesse momento que surgiu uma curiosidade que, anos depois, sustentaria um negócio milionário.

Volta aos Estados Unidos revelou uma oportunidade

A ideia comercial não apareceu enquanto Colleen ainda estava nos Emirados. O verdadeiro gatilho surgiu quando a família retornou aos Estados Unidos.

Ela procurou um produto semelhante ao que consumia no exterior, mas não encontrou facilmente. Segundo a empreendedora, algumas opções apareciam apenas em lojas especializadas em importados.

Além disso, certos produtos disponíveis continham açúcar adicionado. Para Colleen, isso não fazia sentido diante do xarope que havia conhecido.

Então surgiu uma conclusão simples: se ela queria comprar aquele produto nos Estados Unidos e não conseguia encontrá-lo, outros consumidores poderiam enfrentar o mesmo problema.

Casal pesquisou o mercado antes de investir

Colleen e o marido não começaram importando imediatamente. Primeiro, pesquisaram o mercado para verificar se outra marca já atendia aquele nicho.

Depois, partiram em busca de fornecedores. O casal viajou para Nuremberg, na Alemanha, onde participou da BioFach, uma importante feira de alimentos naturais e orgânicos.

Em seguida, foi a Dubai para a Gulfood. Somente essas viagens consumiram aproximadamente US$ 5 mil, segundo Colleen.

A etapa seguinte exigiu muito mais capital. O casal precisava trazer o produto para os Estados Unidos e criar uma estrutura mínima para colocá-lo no mercado.

Primeiro carregamento exigiu cerca de US$ 60 mil

Colleen estima que o investimento para importar o primeiro lote e montar um pequeno espaço de envase chegou a aproximadamente US$ 60 mil.

O valor não veio de um grande fundo de venture capital. Segundo ela, amigos, familiares e um banco local apoiaram a iniciativa com recursos e incentivo.

A própria fundadora reconhece que a proposta provavelmente parecia uma ideia bastante arriscada para algumas dessas pessoas. Afinal, o mercado americano ainda conhecia pouco aquele tipo de produto.

Mesmo assim, o primeiro carregamento chegou. A partir daí, Colleen precisava descobrir se a curiosidade que começou dentro de sua casa poderia virar demanda comercial.

Date Lady começou com xarope e ampliou linha de produtos

A empresa recebeu o nome de Date Lady e passou a trabalhar com produtos orgânicos feitos a partir de tâmaras.

Com o tempo, o catálogo cresceu. Além do xarope, a marca passou a oferecer pastas, molhos e açúcar de tâmaras.

Imagem: Reprodução Entrepreneur. Créditos: Date Lady,

Os produtos são fabricados atualmente em uma instalação localizada em Springfield, Missouri.

Entretanto, chegar a essa estrutura levou anos. Colleen afirma que a empresa conseguiu receita consistente já durante o primeiro ano, mas demorou vários anos para atingir a lucratividade.

Portanto, crescimento e lucro não aconteceram ao mesmo tempo.

Empresa cresceu sem recorrer a venture capital

Um dos aspectos mais interessantes da trajetória está na forma de expansão. Colleen não utilizou grandes rodadas de venture capital para acelerar a empresa.

Segundo ela, crescer devagar permitiu entender melhor a operação e evitar uma carga excessiva de dívidas.

Além disso, os erros custavam menos quando o negócio ainda era pequeno. Dessa forma, a empresa conseguia aprender sem colocar uma estrutura gigantesca em risco.

Colleen reconhece que, em alguns momentos, pensou se deveria ter buscado capital externo ou criado uma estratégia de saída desde o início. Ainda assim, acredita que o mercado talvez não estivesse pronto para um crescimento tão rápido naquela época.

Ser mãe de cinco filhos também influenciou o ritmo

Existe outro motivo para a expansão gradual. Colleen construiu a empresa enquanto criava cinco filhos.

Por isso, sua rotina profissional sempre precisou acompanhar atividades escolares, esportes e outras responsabilidades familiares.

Atualmente, um dia comum pode começar levando as crianças para a escola. Depois, ela responde e-mails, participa de reuniões e até ajuda em atividades de leitura na escola.

Em seguida, volta ao trabalho e realiza testes de novos produtos. No fim do dia, busca os filhos e pode retomar algumas tarefas depois que todos vão dormir.

Assim, a Date Lady cresceu dentro de uma rotina que a própria fundadora descreve como pouco convencional.

Negócio ultrapassou US$ 2 milhões em receita em 2021

A evolução financeira mostra como a escala mudou. Em 2021, a Date Lady ultrapassou US$ 2 milhões em receita anual.

Nos quatro anos seguintes, esse número avançou para US$ 6,8 milhões.

Isso significa que a receita anual aumentou em aproximadamente US$ 4,8 milhões nesse intervalo. Em termos proporcionais, o negócio passou a gerar mais de três vezes o nível registrado em 2021.

Agora, a meta é ainda maior. Colleen afirma que a empresa espera alcançar US$ 10 milhões em receita em 2026.

Esse valor, porém, representa uma projeção da empresa. Portanto, não deve ser tratado como faturamento já realizado.

De US$ 6,8 milhões para meta de US$ 10 milhões

Caso a Date Lady alcance a meta, a diferença sobre os US$ 6,8 milhões será de aproximadamente US$ 3,2 milhões.

Isso representa crescimento próximo de 47% sobre o patamar informado anteriormente.

A ambição mostra como o negócio mudou desde o primeiro carregamento de US$ 60 mil. O que começou como uma tentativa de colocar xarope de tâmaras no mercado americano passou a operar em escala de milhões de dólares.

Outras empreendedoras também conseguiram transformar produtos simples em operações maiores. O CPG mostrou o caso de uma mulher que começou com apenas US$ 100, costurando lenços, e transformou a atividade em uma marca que passou a faturar seis dígitos por ano.

Nos dois casos, o crescimento veio depois de identificar um produto, testar o mercado e reinvestir na operação.

Entrar em lojas físicas trouxe custos que ela não esperava

O crescimento também trouxe dificuldades. Uma delas apareceu quando a Date Lady começou a disputar espaço no varejo físico.

Colleen explica que colocar um produto em supermercados envolve custos que muitos pequenos empreendedores não percebem no início.

As marcas podem precisar pagar taxas de posicionamento nas prateleiras, investir em promoções e fornecer caixas gratuitas durante a entrada em novas lojas.

Além disso, existem os distribuidores. Cada intermediário acrescenta despesas à operação.

Assim, conseguir uma reunião com o comprador de uma rede não significa que o produto automaticamente chegará às prateleiras de forma lucrativa.

Corretores ajudam a abrir portas, mas também custam dinheiro

Segundo Colleen, uma empresa pode tentar falar diretamente com compradores de supermercados. Porém, essa estratégia se torna mais difícil conforme a operação cresce.

Corretores especializados já possuem relacionamentos construídos ao longo de anos. Consequentemente, conseguem facilitar o acesso às redes.

Entretanto, essa vantagem tem preço.

Por isso, escalar no varejo exige capital para muito mais do que simplesmente fabricar mais produtos. A empresa precisa financiar distribuição, marketing, taxas e relacionamento comercial.

Esse desafio ajuda a explicar por que Colleen considera fundamental conhecer profundamente o custo de cada produto.

Um lote de 60 mil libras de tâmaras quase virou prejuízo

Um dos maiores problemas da trajetória apareceu durante o processamento de 60 mil libras de tâmaras na Califórnia, equivalentes a cerca de 27 toneladas.

O resultado não saiu como esperado.

O xarope apresentou concentração maior de um ácido natural e ficou diferente daquele produto que Colleen conhecia da Península Arábica.

Para uma empresa ainda jovem, o lote parecia representar uma perda enorme.

Porém, a fundadora decidiu experimentar outra solução. Em vez de descartar o produto, começou a testar receitas.

Erro de produção acabou criando um dos principais produtos

Colleen já utilizava xarope de tâmaras em receitas preparadas para a própria família. Portanto, começou a trabalhar com o lote diferente dentro de sua cozinha.

Depois de alguns testes, criou um molho barbecue.

O produto funcionou e acabou se tornando um dos itens mais importantes da marca.

Assim, um erro que poderia gerar desperdício virou oportunidade para ampliar o catálogo.

Esse tipo de transformação também aparece em negócios que nascem de experiências domésticas. Recentemente, o CPG mostrou como um casal deixou empregos corporativos, passou até nove meses testando receitas e transformou a cozinha em uma empresa de alimentos que já alcançou mais de 30 mil clientes.

Em ambos os casos, a cozinha funcionou como laboratório antes que o produto ganhasse escala comercial.

Receita consistente veio no primeiro ano, lucro demorou mais

A Date Lady conseguiu começar a gerar receita consistente ainda durante seu primeiro ano.

Porém, Colleen faz uma distinção importante. A empresa demorou alguns anos para se tornar lucrativa.

Isso mostra por que faturamento não deve ser confundido com lucro.

Uma empresa pode vender produtos regularmente e ainda gastar grande parte do dinheiro com estoque, fabricação, distribuição e crescimento.

No caso da Date Lady, o desenvolvimento gradual permitiu aprender como administrar essas despesas antes de acelerar.

Depois de 15 anos construindo a empresa, a principal recomendação da fundadora está diretamente ligada aos números.

Ela aconselha empreendedores a entenderem profundamente o custo dos produtos vendidos, conhecido como COGS.

Além disso, recomenda projetar despesas e resultados para vários anos. A empresa precisa conseguir enxergar lucro no futuro antes de acelerar a expansão.

Esse cuidado se torna ainda mais importante no varejo alimentar. Fabricar é apenas uma parte da conta.

Depois entram embalagem, transporte, distribuidores, promoções, taxas comerciais e eventuais perdas.

Empresa manteve desenvolvimento de produtos dentro da própria identidade

Outro ponto defendido por Colleen é não abandonar a identidade do negócio durante o crescimento.

Segundo ela, a Date Lady não utilizou fórmulas prontas fornecidas por consultores para desenvolver seus produtos. Muitas receitas nasceram na própria cozinha da fundadora.

Essa abordagem permitiu criar sabores diferentes e evitar alguns ingredientes comuns em formulações industriais.

Para Colleen, justamente essa característica acabou se tornando parte importante do sucesso da empresa.

Assim, a expansão não significou simplesmente copiar o que outras marcas já faziam.

Produto desconhecido precisou conquistar espaço no mercado americano

Quando Colleen começou, xarope de tâmaras não tinha a mesma presença no mercado americano que outros adoçantes.

Isso criou um desafio, mas também uma oportunidade.

A empresa não precisava apenas convencer consumidores a escolher sua marca. Primeiro, precisava apresentar a própria categoria para parte do público.

Por outro lado, a baixa presença de concorrentes ajudou Colleen a identificar uma lacuna.

Ela havia encontrado um produto no exterior, gostado dele e depois descoberto que não conseguia comprá-lo facilmente ao voltar para casa.

Esse problema pessoal se tornou a tese inicial do negócio.

Transformar experiência pessoal em produto aparece em outros negócios

Empreendedores frequentemente começam observando algo que falta na própria rotina.

No caso de Colleen, foi um alimento conhecido durante uma temporada no exterior. Já em outros negócios, a oportunidade aparece em uma habilidade profissional.

O CPG mostrou recentemente como uma atriz começou a criar vídeos para marcas, faturou cerca de US$ 1 mil no primeiro mês e chegou a US$ 10 mil mensais em maio.

Embora os setores sejam completamente diferentes, existe um ponto em comum. Ambas transformaram uma experiência já existente em algo que consumidores ou empresas estavam dispostos a comprar.

Date Lady já está há 15 anos no mercado

O crescimento até US$ 6,8 milhões não aconteceu de forma repentina.

Colleen constrói a Date Lady há aproximadamente 15 anos.

Nesse período, a empresa passou pelo primeiro carregamento, criação de produtos, entrada no varejo e expansão da distribuição.

Além disso, precisou aprender a lidar com erros de produção e custos de crescimento.

Por isso, definir o negócio apenas como uma “renda extra que virou milhões” esconderia uma parte importante da trajetória. A ideia começou como atividade paralela, mas exigiu mais de uma década de desenvolvimento.

Primeiros US$ 60 mil financiaram algo que ainda não tinha mercado comprovado

O risco inicial também merece destaque.

Quando Colleen colocou aproximadamente US$ 60 mil no primeiro carregamento, ela ainda não tinha 15 anos de histórico de vendas. Também não possuía receita milionária ou uma rede consolidada de varejistas.

O investimento veio antes dessa validação.

Além disso, o casal gastou aproximadamente US$ 5 mil procurando fornecedores na Alemanha e em Dubai.

Portanto, o início exigiu colocar dezenas de milhares de dólares em uma ideia que a própria fundadora reconhece que poderia parecer estranha para outras pessoas.

Apoio de familiares, amigos e banco local ajudou no início

Colleen não construiu o capital inicial sozinha.

Segundo a empreendedora, amigos, familiares e o banco local apoiaram a operação. O suporte ocorreu tanto por meio de incentivo quanto de investimento.

Esse detalhe diferencia a história de narrativas em que alguém começa praticamente sem capital.

A Date Lady nasceu de uma oportunidade simples, mas exigiu um investimento inicial relevante.

Portanto, o ponto extraordinário não está em dizer que o negócio começou “do zero”. Está em mostrar como US$ 60 mil colocados em um produto pouco conhecido deram origem a uma empresa com receita anual de US$ 6,8 milhões.

Crescer devagar ajudou a evitar excesso de dívida

Colleen acredita que o ritmo mais lento trouxe uma vantagem financeira.

Sem a pressão de crescer rapidamente para atender expectativas de investidores externos, a empresa conseguiu corrigir erros enquanto ainda eram relativamente pequenos.

Além disso, a fundadora afirma que essa estratégia ajudou a evitar uma carga elevada de dívidas.

Isso não significa que crescimento lento seja automaticamente melhor para qualquer empresa. No caso da Date Lady, porém, essa foi a escolha que combinou com o mercado e com a rotina familiar da fundadora.

A própria Colleen diz que não sabe se mudaria esse caminho.

Negócio precisou caber na rotina de uma família com cinco filhos

A vida familiar não aparece apenas como detalhe biográfico.

Colleen organizou o trabalho em torno dos cinco filhos durante boa parte da construção da empresa.

Atividades escolares, esportes e compromissos familiares continuaram fazendo parte de sua rotina. Por isso, o expediente não segue necessariamente um formato tradicional.

Ela pode trabalhar pela manhã, interromper para participar de uma atividade escolar e retomar testes de produtos depois.

À noite, eventualmente volta ao trabalho quando as crianças já estão na cama.

Essa flexibilidade ajudou a empresa a crescer sem exigir que a fundadora abandonasse completamente sua rotina familiar.

De uma prateleira nos Emirados a US$ 6,8 milhões por ano

A sequência que criou a Date Lady começou de maneira simples.

Primeiro, Colleen encontrou xarope de tâmaras em um mercado nos Emirados Árabes Unidos. Depois, experimentou o produto e começou a pesquisar sobre ele.

Quando voltou aos Estados Unidos, percebeu que não conseguia encontrá-lo facilmente. Então, pesquisou concorrentes, viajou atrás de fornecedores e colocou cerca de US$ 60 mil no primeiro carregamento.

A empresa conseguiu receita consistente no primeiro ano, mas levou mais tempo para alcançar lucro. Depois, ampliou o catálogo e entrou no varejo físico.

Em 2021, a receita anual ultrapassou US$ 2 milhões. Quatro anos depois, chegou a US$ 6,8 milhões.

Agora, depois de aproximadamente 15 anos de operação, Colleen trabalha com uma nova meta: US$ 10 milhões em receita anual em 2026.

Se conseguir, a mãe de cinco filhos terá transformado uma garrafa encontrada por acaso no exterior em uma empresa que movimenta oito dígitos por ano.

Você investiria US$ 60 mil para levar ao seu país um produto que conheceu durante uma viagem ou consideraria arriscado demais apostar tanto dinheiro antes de saber se existe mercado?

Fonte

Entrepreneur


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Roberta Souza.

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