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Mais barato que o novo Kwid 0 km: com manutenção acessível, motor 1.8 flex de até 139 cv, 300 litros de porta-malas, câmbio automático de 6 marchas e consumo de até 12,8 km/l, o Fiat Argo HGT 2019 entrega espaço para cinco pessoas, desempenho, versatilidade e carroceria de 3,99 metros por R$ 66,9 mil
Escrito por Andriely Medeiros de Araújo
Publicado em 12/09/2026 às 12:42
Atualizado em 12/09/2026 às 12:43
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O Fiat Argo HGT 2019 custa R$ 66.930 na Fipe de setembro de 2026, tem motor 1.8 flex de até 139 cv, câmbio automático de seis marchas e porta-malas de 300 litros.
Por R$ 66.930 na Tabela Fipe de setembro de 2026, o Fiat Argo HGT 2019 reúne motor 1.8 flex, transmissão automática de seis velocidades e espaço para cinco ocupantes em uma carroceria que fica por apenas dois milímetros abaixo dos 4 metros de comprimento. Para quem procura um carro usado, a configuração ainda oferece porta-malas de 300 litros e consumo rodoviário que chega a 12,8 km/l com gasolina.
A mecânica trabalha com até 139 cv e 19,3 kgf.m de torque, números alcançados com etanol. Essa força chega às rodas dianteiras e movimenta um veículo de 1.279 kg, permitindo completar o 0 a 100 km/h em 10,4 segundos com o combustível vegetal. Com gasolina, potência, torque e desempenho mudam ligeiramente.
Motor 1.8 aspirado trabalha com câmbio automático de seis marchas
O Fiat Argo HGT utiliza o E.torQ 1.8 flex aspirado, com quatro cilindros em linha, 16 válvulas e 1.747 cm³. A alimentação fica a cargo de injeção eletrônica multiponto sequencial, enquanto o motor é instalado transversalmente na parte dianteira.
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Abastecido com etanol, o conjunto produz 139 cv e 19,3 kgf.m de torque. Com gasolina, passa a entregar 135 cv e 18,8 kgf.m. A transmissão automática/sequencial de seis velocidades faz a ligação entre o propulsor e a tração dianteira.
A diferença entre os combustíveis também aparece na aceleração. Com etanol, são necessários 10,4 segundos para chegar aos 100 km/h; com gasolina, o tempo passa para 11,1 segundos. Na velocidade final, o carro alcança 191 km/h com etanol e 189 km/h quando abastecido com gasolina.
Em vez de observar apenas a cilindrada, esses números ajudam a entender como motor, câmbio e peso se relacionam. Os 1.279 kg em ordem de marcha precisam ser movimentados por um propulsor aspirado, sem turbocompressor, associado a uma caixa de seis relações.
Gasolina leva o consumo rodoviário a 12,8 km/l
Para quem pretende utilizar o carro usado com frequência, o combustível escolhido provoca uma diferença perceptível no consumo. O melhor resultado aparece na estrada com gasolina, situação em que o Argo percorre 12,8 km por litro.
No trânsito urbano, a média com gasolina fica em 9,9 km/l. Com etanol, o consumo passa para 9,1 km/l em rodovia e 7 km/l dentro da cidade.
A capacidade do tanque é de 48 litros, por isso a rotina de uso faz diferença na frequência das paradas para abastecimento. Um carro concentrado em trajetos urbanos terá uma relação de consumo diferente daquele utilizado principalmente em viagens.
As médias ficam distribuídas desta forma:
- Gasolina na estrada: 12,8 km/l;
- Gasolina na cidade: 9,9 km/l;
- Etanol na estrada: 9,1 km/l;
- Etanol na cidade: 7,0 km/l.
Quase 4 metros acomodam cinco lugares e 300 litros no porta-malas
O Argo HGT mede 3.998 mm de comprimento, dimensão que o deixa praticamente na marca de 4 metros. Dentro desse espaço, a carroceria combina quatro portas, cinco lugares e um compartimento traseiro capaz de receber 300 litros de bagagem.
A largura é de 1.724 mm e a altura chega a 1.503 mm. Já os 2.521 mm entre os eixos ocupam boa parte do comprimento total e ajudam a compreender como a cabine é distribuída entre as rodas dianteiras e traseiras.
Para além de passageiros e malas, o veículo possui capacidade útil de 400 kg. Esse limite precisa considerar tudo aquilo que será acrescentado ao peso do carro, incluindo ocupantes e objetos transportados.
Essa combinação torna mais fácil visualizar o tamanho do modelo sem recorrer apenas às medidas isoladas: é um automóvel de praticamente quatro metros que precisa repartir sua área entre cinco pessoas, mecânica e um porta-malas de 300 litros.
Rodas aro 16 trabalham com pneus 195/55
O Fiat Argo HGT 2019 utiliza rodas de alumínio aro 16, calçadas com pneus 195/55 R16. Esse conjunto faz contato com o piso enquanto suspensão, direção e freios administram os movimentos de um carro que ultrapassa 1,2 tonelada.
Na frente, a suspensão independente segue o sistema McPherson com molas helicoidais. Atrás, a solução muda para um arranjo semi-independente por eixo de torção, também trabalhando com molas helicoidais.
A frenagem é feita por discos ventilados com ABS na dianteira e tambores com ABS no eixo traseiro. A direção elétrica completa a parte responsável pelo controle do automóvel durante as manobras e deslocamentos.
Esses componentes aparecem em conjunto com a tração dianteira e ajudam a formar a arquitetura mecânica do modelo, sem que seja necessário tratar cada peça como uma característica isolada.
Antes de comprar um Fiat Argo HGT usado, o estado do exemplar importa mais que o ano sozinho
Quem considera um Fiat Argo HGT usado precisa olhar além do preço de referência. Um veículo 2019 pode ter passado por rotinas de uso completamente diferentes, por isso histórico de manutenção, quilometragem, conservação e eventuais reparos anteriores devem ser verificados antes da negociação.
Uma inspeção pré-compra com profissional de confiança pode avaliar motor, transmissão, suspensão, freios, pneus e parte elétrica, além de procurar vazamentos, ruídos ou sinais de colisões e reparos estruturais. Durante o teste de rodagem, também vale observar funcionamento do câmbio, comportamento da direção, frenagens, vibrações e eventuais luzes de advertência no painel.
Documentação e identificação do veículo precisam entrar nessa verificação. O ideal é comparar o histórico disponível com aquilo que está sendo encontrado fisicamente no carro, evitando fechar negócio apenas pela aparência externa ou pelo valor pedido pelo vendedor.
Depois da compra, uma revisão inicial ajuda a estabelecer um ponto de partida
Mesmo quando o antigo proprietário apresenta registros de manutenção, uma revisão após a compra ajuda o novo dono a conhecer melhor a condição do automóvel que acabou de assumir.
Óleo do motor, filtros, fluido de freio, pneus, sistema de frenagem e demais itens sujeitos a desgaste podem ser conferidos de acordo com o estado encontrado e com o histórico disponível. O objetivo não é substituir peças sem necessidade, mas identificar o que já foi feito e o que deverá ser acompanhado a partir dali.
Também é útil organizar comprovantes e datas dos próximos serviços. Em um carro usado, manter esse histórico facilita tanto o controle da manutenção durante a propriedade quanto uma futura negociação, porque reduz dúvidas sobre os cuidados recebidos pelo veículo.
Fiat Argo HGT reúne motor 1.8 e câmbio de seis marchas na faixa dos R$ 66 mil
A referência de R$ 66.930 coloca o Argo HGT 2019 diante de um conjunto que mistura uma carroceria com menos de 4 metros, cinco lugares e um motor aspirado de quatro cilindros.
O desempenho muda conforme o combustível, com o etanol levando o 1.8 aos 139 cv e permitindo alcançar 100 km/h em 10,4 segundos. Já a gasolina produz o melhor resultado de consumo, chegando aos 12,8 km/l em estrada.
Para quem considera o Fiat Argo HGT no mercado de usados, essas características ajudam a entender o que compõe a versão. A decisão final, porém, deve passar também pela condição individual de cada exemplar, porque conservação e manutenção acumuladas ao longo dos anos podem pesar tanto quanto preço, potência ou equipamentos na experiência após a compra.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Andriely Medeiros de Araújo.

