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Maquinista de 81 anos e 233 dias entrou para o Guinness como a mulher mais velha a operar trens e trabalhava em tempo integral na Blue Line de Boston desde 1995

Maquinista de 81 anos e 233 dias entrou para o Guinness como a mulher mais velha a operar trens e trabalhava em tempo integral na Blue Line de Boston desde 1995

4 min de leitura

Maquinista de 81 anos e 233 dias entrou para o Guinness como a mulher mais velha a operar trens e trabalhava em tempo integral na Blue Line de Boston desde 1995

Escrito por Flavia Marinho

Publicado em 08/09/2026 às 19:21

Atualizado em 08/09/2026 às 19:22

Logística e Transporte

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Helen Antenucci teve o recorde confirmado em 20 de fevereiro de 2024, depois de quase três décadas conduzindo passageiros na Blue Line de Boston, numa carreira ferroviária iniciada aos 53 anos e mantida em tempo integral

Helen Antenucci tinha 81 anos e 233 dias quando entrou oficialmente para o Guinness como a mulher mais velha em atividade como operadora de trem. O recorde foi verificado em 20 de fevereiro de 2024, em Boston, nos Estados Unidos.

Ela não estava apenas participando de uma homenagem ou fazendo uma visita à cabine de um trem. Helen trabalhava em tempo integral para a Massachusetts Bay Transportation Authority, a MBTA, e conduzia trens da Blue Line de Boston. O Guinness World Records, organização internacional responsável pelo registro de recordes mundiais, confirmou a idade, a função e a data da verificação.

A trajetória também chama atenção por ter começado relativamente tarde. Helen entrou nessa função em 1995, aos 53 anos, e permaneceu na operação diária do sistema por quase três décadas até o momento em que o recorde foi certificado.

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Recorde foi confirmado quando Helen tinha 81 anos e 233 dias

O dado que colocou Helen Antenucci no livro dos recordes é preciso: 81 anos e 233 dias. A certificação ocorreu em Boston e reconheceu sua condição de mulher mais velha em atividade como operadora de trem naquela data.

Recorde foi confirmado quando Helen tinha 81 anos e 233 dias.

Esse detalhe diferencia o caso de homenagens concedidas depois de uma aposentadoria. No momento da verificação, Helen ainda exercia a função profissionalmente e mantinha vínculo em tempo integral com a operação ferroviária.

Carreira ferroviária da maquinista começou aos 53 anos e se estendeu por quase três décadas

Helen iniciou o trabalho na Blue Line em 1995, quando tinha 53 anos. A idade de entrada torna a trajetória incomum porque o recorde não nasceu de uma carreira iniciada na juventude, mas de uma atividade assumida já na vida adulta.

Quando recebeu a certificação do Guinness, ela acumulava quase três décadas como operadora em tempo integral. Isso significa que a história reúne dois elementos pouco usuais: uma entrada relativamente tardia na função e uma permanência prolongada na operação ferroviária.

O centro da pauta está justamente nesse trabalho cotidiano. Helen passou anos conduzindo passageiros dentro de um sistema de transporte metropolitano, mantendo uma rotina profissional que chegou aos 81 anos.

Passageiros esperavam pelo trem operado por Helen na Blue Line

A longa permanência na função também criou uma relação de familiaridade com quem utilizava a linha. Havia passageiros habituais que aguardavam especificamente o trem conduzido por Helen para seguir até a cidade.

O Guinness World Records, organização internacional responsável pelo registro de recordes mundiais, registra esse detalhe ao apresentar a trajetória da operadora. A informação mostra que a presença dela na Blue Line havia se tornado reconhecida também entre usuários do transporte.

Não era apenas o tempo de serviço que tornava Helen conhecida. A repetição da rotina, o contato indireto com passageiros frequentes e os anos de trabalho fizeram com que sua presença se tornasse parte do cotidiano de algumas pessoas que utilizavam a linha.

Estação Aquarium virou o ponto favorito da maquinista em Boston

Entre as paradas da Blue Line, a favorita de Helen era a estação Aquarium, localizada no centro de Boston. O local ganhou um significado especial ao longo da carreira da operadora.

Ela era tratada como uma espécie de embaixadora informal do New England Aquarium, instituição ligada ao nome da estação. O detalhe ajuda a mostrar como sua trajetória profissional ultrapassou a simples contagem de anos na cabine.

Passageiros esperavam pelo trem operado por Helen na Blue Line.

A ligação com a estação Aquarium também reforça o lado humano da história. Depois de tantos anos percorrendo a mesma linha, Helen passou a ser associada a um dos pontos do trajeto e a passageiros que reconheciam sua presença.

Caso mostra uma carreira ferroviária que chegou aos 81 anos em atividade

O recorde da maquinista Helen Antenucci chama atenção porque foi construído dentro da rotina real de um sistema ferroviário. Em 20 de fevereiro de 2024, ela tinha 81 anos e 233 dias e ainda trabalhava em tempo integral como operadora da Blue Line.

Sua carreira havia começado aos 53 anos, em 1995, e atravessado quase três décadas até a certificação. O reconhecimento reuniu longevidade profissional, transporte público e uma relação duradoura com os passageiros de Boston.

A história também exige cuidado com a data. O Guinness certificou a condição de Helen em 2024, e esse é o marco seguro para apresentar o recorde sem atribuir à página uma atualização profissional posterior.

Você se imagina trabalhando em uma função operacional aos 81 anos? Conte nos comentários o que mais chamou sua atenção na história de Helen e compartilhe com quem gosta de histórias marcantes do transporte ferroviário.

Fonte

Guinness World Records


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Flavia Marinho.

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