Ícone do site Portal Estado do Acre Notícias

Mega mansão de 1,75 mil m² em SP, projetada com 4 níveis e elevador, supera 4 quadras oficiais de basquete, pertence à sertaneja ‘ricaça’ e está no centro de disputa judicial

Mega mansão de 1,75 mil m² em SP, projetada com 4 níveis e elevador, supera 4 quadras oficiais de basquete, pertence à sertaneja ‘ricaça’ e está no centro de disputa judicial

SP

4 min de leitura

Mega mansão de 1,75 mil m² em SP, projetada com 4 níveis e elevador, supera 4 quadras oficiais de basquete, pertence à sertaneja ‘ricaça’ e está no centro de disputa judicial

Escrito por Alisson Ficher

Publicado em 05/09/2026 às 16:07

Atualizado em 05/09/2026 às 16:08

Curiosidades

Canal

Uma mansão de 1,75 mil m² em São Paulo, com quatro níveis e elevador, está no centro de uma disputa judicial envolvendo uma sertaneja. (Imagem ILUSTRATIVA))

Seja o primeiro a reagir!

Prefira o CPG no Google

Documentos ligados ao processo detalham piscina, spa, sauna, acabamentos em mármore e a estrutura da nova residência de Simone Mendes em Tamboré; a obra passou a integrar uma disputa com o vizinho Léo Stuart após o desabamento de muros durante fortes chuvas.

A nova mansão de Simone Mendes em Tamboré, em Barueri, na Grande São Paulo, tem 1.750,74 m² de área edificada e foi projetada em quatro níveis, com elevador residencial e um conjunto de lazer que inclui piscina, spa e sauna a vapor.

Os detalhes aparecem em documentos ligados à disputa judicial envolvendo a obra, publicados pela coluna Daniel Nascimento, do jornal O Dia. O laudo técnico citado pela reportagem identifica a cantora como proprietária do imóvel, que ainda está em construção.

ARTIGO CONTINUA ABAIXO

Veja também

Recomendado para você

Economia

Brasil investe R$ 210 milhões em três plataformas de RNA e prepara para 2027 os primeiros testes clínicos de vacina nacional de mRNA

O Brasil investiu R$ 210 milhões em plataformas de RNA mensageiro e prepara para 2027 o primeiro estudo clínico de uma vacina contra a Covid-19 desenvolvida integralmente no país com…

Paulo Nogueira

0

A metragem informada corresponde exclusivamente à edificação, e não ao terreno completo. Os documentos reproduzidos pela reportagem tratam da área construída, portanto o tamanho do terreno não integra os 1.750,74 m² divulgados.

A comparação feita pelo CPG com as medidas oficiais da Federação Internacional de Basquete mostra que quatro quadras de 28 metros por 15 metros somam 1.680 m². A área edificada da mansão supera essa referência em 70,74 m².

O cálculo considera apenas a superfície de jogo definida nas regras oficiais da Fiba, sem incluir faixas de segurança, arquibancadas ou outras estruturas associadas a uma arena esportiva.

Quatro níveis, elevador e área de lazer

O projeto distribui os ambientes por dois pavimentos inferiores, térreo e pavimento superior, formando os quatro níveis previstos para a residência. O elevador residencial deverá conectar esses pisos.

Uma área técnica foi reservada para equipamentos de ar-condicionado e antenas.

A estrutura prevista utiliza concreto armado, enquanto blocos cerâmicos aparecem no fechamento e nas paredes divisórias.

O memorial da construção prevê mármore nos pisos dos ambientes internos e também no deck da piscina. Para calçadas, rampas e garagem, a especificação indica pedra portuguesa, e o portão da garagem deverá ser basculante e de alumínio.

Na área de lazer, a piscina deverá medir aproximadamente 9,70 metros de comprimento por 4 metros de largura, com cerca de 1,40 metro de profundidade. O projeto prevê iluminação subaquática e sistema de aquecimento solar da água.

Spa e sauna a vapor também fazem parte do projeto.

Piscina e spa deverão receber acabamento com pastilhas de vidro, enquanto uma cascata foi planejada para a área da sauna.

A propriedade envolvida no processo não é a residência onde Simone Mendes já vive com o marido, Kaká Diniz, e os filhos. Trata-se de uma nova casa em Tamboré, ainda em obras, vizinha ao imóvel de Léo Stuart, guitarrista da banda Tihuana.

Desabamento levou obra à Justiça

O conflito está relacionado ao desabamento ocorrido em 6 de novembro de 2024, durante um período de fortes chuvas.

A reportagem do O Dia informa que os terrenos são contíguos e que a área da obra fica em posição mais elevada em relação à propriedade do músico.

A perícia criminalística citada pelo jornal descreveu uma inclinação capaz de direcionar água para o imóvel situado abaixo. Essa característica integra a análise técnica do episódio, mas a responsabilidade pelo colapso permanece contestada no processo.

Documentos reproduzidos pela publicação registram que a área da construção havia passado por retirada de vegetação rasteira, arbustos e árvores.

Um boletim de ocorrência citado na reportagem também menciona a retirada de eucaliptos para a realização da obra.

Poucas semanas antes do episódio, um muro paralelo ao da propriedade vizinha havia sido concluído.

Durante as chuvas, essa estrutura cedeu e, na sequência, houve o desabamento do muro do imóvel de Léo Stuart.

Lama e resíduos avançaram sobre a propriedade do músico e atingiram diferentes áreas. Entre os espaços mencionados estão pomar, piscina, lago de carpas, área de lazer e parte térrea da casa, além de móveis e outros objetos.

O episódio foi levado à Justiça, com pedidos relacionados à reparação dos prejuízos.

Uma perícia judicial reproduzida pelo O Dia apresentou conclusão desfavorável à cantora ao apontar problemas relacionados à drenagem e ao suporte do muro da obra.

A análise técnica associa a saturação do solo provocada pelas chuvas ao aumento da pressão sobre as estruturas até o colapso. Essa conclusão integra a perícia apresentada no processo e não representa uma definição judicial definitiva sobre a responsabilidade pelo ocorrido.

A defesa de Simone Mendes contesta essa interpretação, sustenta que o desabamento aconteceu em um contexto de fortes chuvas e apresentou entendimentos técnicos diferentes sobre as causas do episódio.

O Dia relata que a Justiça determinou a paralisação da obra e a realização de reparos na propriedade atingida; Simone recorreu, mas a tutela de urgência foi mantida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

A defesa também apresentou Recurso Especial para tentar levar a controvérsia às instâncias superiores. O procedimento ainda depende das etapas processuais previstas antes de eventual análise pela Corte Superior.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Alisson Ficher.

Sair da versão mobile