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Menina superdotada de 13 anos criada por mãe solo nos EUA foi aceita em 2022 na faculdade de medicina da Universidade do Alabama, a estudante negra mais jovem da história a conseguir a vaga, após adiantar anos de escola, cursar duas universidades ao mesmo tempo e se destacar também à frente de uma fundação que banca meninas na ciência

Menina superdotada de 13 anos criada por mãe solo nos EUA foi aceita em 2022 na faculdade de medicina da Universidade do Alabama, a estudante negra mais jovem da história a conseguir a vaga, após adiantar anos de escola, cursar duas universidades ao mesmo tempo e se destacar também à frente de uma fundação que banca meninas na ciência

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Menina superdotada de 13 anos criada por mãe solo nos EUA foi aceita em 2022 na faculdade de medicina da Universidade do Alabama, a estudante negra mais jovem da história a conseguir a vaga, após adiantar anos de escola, cursar duas universidades ao mesmo tempo e se destacar também à frente de uma fundação que banca meninas na ciência

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 11/09/2026 às 20:16

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Alena Analeigh Wicker foi aceita aos 13 anos na faculdade de medicina da Universidade do Alabama, a estudante negra mais jovem da história dos EUA.

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Alena Analeigh Wicker terminou o ensino médio aos 12 anos e, um ano depois, recebeu a carta de aceitação da Escola de Medicina Heersink, em Birmingham. A admissão veio pelo programa Burroughs Wellcome de Admissão Antecipada, e o início das aulas estava marcado para 2024, segundo anúncio feito em 2022

Alena Analeigh Wicker tinha 13 anos quando foi aceita na Universidade do Alabama em Birmingham, nos Estados Unidos, na condição de estudante prestes a se tornar a mais jovem pessoa negra a cursar medicina na história do país. Ela havia concluído o ensino médio no ano anterior, aos 12 anos, e já cursava o terceiro ano da faculdade. O início das aulas na escola de medicina estava previsto para 2024.

As informações foram publicadas pelo jornal Deseret News em 27 de julho de 2022, em texto assinado por Addison Whitmer. A reportagem reuniu declarações dadas por Wicker e pela mãe dela a veículos como Forbes, Ebony e The Washington Post.

Alena Analeigh Wicker terminou o ensino médio aos 12 anos

Alena Analeigh Wicker foi aceita aos 13 anos na faculdade de medicina da Universidade do Alabama, a estudante negra mais jovem da história dos EUA.

A formatura no ensino médio aconteceu quando Wicker tinha 12 anos, no ano anterior à aceitação na faculdade de medicina.

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O salto de anos escolares foi o que permitiu que ela chegasse tão cedo ao ensino superior.

Aos 13 anos, ela já cursava o terceiro ano da faculdade

Na época do anúncio, Wicker já estava no terceiro ano da graduação, mesmo com 13 anos de idade.

Ou seja, a carta da escola de medicina chegou enquanto ela ainda avançava nos créditos do curso superior.

Metade dos créditos de graduação saiu de duas universidades ao mesmo tempo

Alena Analeigh Wicker foi aceita aos 13 anos na faculdade de medicina da Universidade do Alabama, a estudante negra mais jovem da história dos EUA.

Wicker concluiu metade dos requisitos de sua graduação em duas instituições: a Arizona State University e a Oakwood University, ao longo do último ano antes do anúncio.

Admissão veio pelo programa Burroughs Wellcome de Admissão Antecipada

O caminho até a vaga passou pelo Programa de Bolsas de Estudo Burroughs Wellcome de Admissão Antecipada.

Por meio dele, Wicker foi aceita na Escola de Medicina Heersink, da Universidade do Alabama em Birmingham.

Programa conecta a universidade a instituições historicamente negras do Alabama

O programa estabelece parcerias entre a universidade e faculdades e universidades historicamente negras em todo o estado do Alabama.

A finalidade declarada é “proporcionar admissão antecipada à faculdade de medicina para estudantes que atendam aos requisitos de admissão e matrícula”.

Vídeo no Instagram mostrou a carta de aceitação e a mensagem à mãe

Wicker publicou um vídeo no Instagram exibindo a carta de aceitação da Universidade do Alabama em Birmingham.

Na legenda, ela escreveu: “Me formei no Ensino Médio ANO PASSADO, aos 12 anos, e aqui estou eu, um ano depois, aceita na faculdade de Medicina aos 13. Estou no terceiro ano da faculdade. Trabalhei muito para alcançar meus objetivos e viver meus sonhos. Mãe, eu consegui!”

Daphne McQuarter educou a filha principalmente em casa

A mãe de Wicker é Daphne McQuarter. Embora a adolescente tenha frequentado escolas públicas tradicionais, foi educada principalmente em casa por ela.

Wicker escreveu que não teria tido sucesso sem o apoio e os sacrifícios da mãe ao longo da vida.

Mãe contou ao Washington Post que a filha já lia livros com capítulos

McQuarter disse ao The Washington Post que a filha demonstrava sinais de ser um prodígio desde a infância. “Alena era talentosa”, afirmou.

Ela completou: “Era simplesmente a maneira como ela fazia as coisas e o quão avançada ela era. Ela já lia livros com capítulos.”

Adolescente defende a ‘educação domiciliar não estruturada’

Wicker é defensora do que chama de “educação domiciliar não estruturada”, modelo que dá menos ênfase a notas em provas e a salas de aula rígidas.

A prioridade, nesse formato, é o aprendizado por meio de viagens pelo país e pelo mundo.

Estágio na NASA e paixão por Lego aparecem na biografia dela

A biografia de Wicker no Instagram menciona seu estágio na NASA, descrito como outro feito inédito, já que ela seria a estagiária mais jovem da agência até então.

O mesmo perfil traz a frase em que ela afirma que o Lego é a vida dela. À Forbes, Wicker contou que, além de observar o céu noturno regularmente, sempre teve paixão pelos blocos de montar.

Brown STEM Girl Foundation mira barreiras financeiras de meninas negras

Wicker fundou a Brown STEM Girl Foundation com o objetivo de eliminar barreiras financeiras para mulheres negras que estudam áreas de STEM, sigla para ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

A fundação também busca proporcionar oportunidades de aprendizado a essas jovens enquanto elas avançam no ensino superior. O trabalho rendeu a Wicker entrevistas às revistas Ebony e Forbes, que a apresentaram como a “Garota Negra da STEM”.

Viagem à Jordânia mudou o foco da engenharia para a medicina

O interesse inicial de Wicker era estudar engenharia. A mudança de rota veio depois de uma viagem à Jordânia com a Brown STEM Girl Foundation.

Foi ali que ela descobriu uma paixão pela imunologia viral, área que, segundo a reportagem, se somava ao gosto dela pelo voluntariado e pelo serviço. À Ebony, Wicker declarou: “O que eu quero da área da saúde é realmente mostrar a essas comunidades sub-representadas que podemos ajudar, que podemos encontrar curas para esses vírus.”

Meta anunciada era concluir a faculdade de medicina antes dos 18 anos

À Forbes, Wicker resumiu o plano que tinha à época: “Eu adoro engenharia, mas também adoro a área biomédica. No momento, estou no caminho certo para me formar em bacharelado e mestrado em 2024 e planejo concluir a faculdade de medicina antes de completar 18 anos.”

‘Ainda sou uma garota normal de 13 anos’, disse ela à época

Apesar da lista de conquistas reunida antes mesmo da adolescência completa, Wicker fazia questão de se descrever como uma menina comum, afirmando que ainda era uma garota normal de 13 anos.

Ao The Washington Post, ela explicou o que considera o diferencial: “Eu simplesmente tenho excelentes habilidades de gestão de tempo e sou muito disciplinada”.

Na sua opinião, adiantar anos escolares como fez Alena Analeigh Wicker é um caminho saudável para crianças superdotadas, ou seria melhor que elas seguissem o ritmo normal da turma? Deixe sua opinião nos comentários.

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Alena Analeigh Wicker


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

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