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Menino vende jujubas a R$ 2 nas ruas para ajudar a mãe com aluguel e roupas, conta que sonha em ganhar uma bicicleta e vê um cliente comprar toda a mercadoria de cerca de R$ 60 para ajudá-lo

Menino vende jujubas a R$ 2 nas ruas para ajudar a mãe com aluguel e roupas, conta que sonha em ganhar uma bicicleta e vê um cliente comprar toda a mercadoria de cerca de R$ 60 para ajudá-lo

6 min de leitura

Menino vende jujubas a R$ 2 nas ruas para ajudar a mãe com aluguel e roupas, conta que sonha em ganhar uma bicicleta e vê um cliente comprar toda a mercadoria de cerca de R$ 60 para ajudá-lo

Escrito por Carla Teles

Publicado em 04/09/2026 às 15:50

Atualizado em 04/09/2026 às 15:56

Curiosidades

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Imagem: Divulgação

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Carlos André vende jujubas por R$ 2 para contribuir com despesas da família, como aluguel e roupas. Em vídeo publicado nas redes sociais, o menino conta que sonha com uma bicicleta e recebe ajuda de um cliente, que decide comprar toda a mercadoria disponível, avaliada em cerca de R$ 60.

As jujubas vendidas por Carlos André nas ruas custavam R$ 2 cada, mas o dinheiro tinha uma finalidade que ia além da própria venda. Segundo reportagem publicada pelo ContilNet em 10 de abril de 2026, o menino contou que trabalhava para ajudar a mãe, que enfrentava dificuldades financeiras e precisava arcar com despesas como aluguel e roupas.

Durante a conversa registrada em vídeo, Carlos também revelou um desejo pessoal: ganhar uma bicicleta. A situação tomou outro rumo quando o cliente que conversava com ele decidiu comprar toda a mercadoria disponível, estimada em aproximadamente R$ 60. O gesto encerrou de uma só vez aquela rodada de vendas e ampliou a repercussão da história nas redes sociais.

Jujubas eram vendidas por R$ 2 para ajudar nas despesas de casa

Carlos André explicou que comercializava jujubas por R$ 2 a unidade. O valor arrecadado era usado para contribuir com a família, especialmente em gastos mencionados por ele durante a conversa, como aluguel e compra de roupas.

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A fonte não informa há quanto tempo o menino realizava as vendas nem quanto costumava arrecadar por dia. Também não especifica em qual cidade ou rua o vídeo foi gravado, por isso não é possível atribuir com segurança um local exato ao episódio.

O relato publicado pelo ContilNet apresenta Carlos como uma criança que procurava colaborar com a mãe diante de uma situação financeira difícil. A reportagem também informa que ele é o mais velho de sete irmãos.

Nesse contexto, as jujubas aparecem como a mercadoria escolhida pelo menino para obter algum dinheiro. O foco da atividade, segundo o próprio Carlos, era ajudar dentro de casa e não apenas conseguir recursos para seus desejos pessoais.

Menino contou que sonhava em ganhar uma bicicleta

Durante a abordagem, Carlos foi questionado sobre algo que gostaria de receber. A resposta foi direta: ele sonhava em ganhar uma bicicleta.

O desejo ganhou destaque justamente pelo contraste com a finalidade das vendas. Enquanto destinava o dinheiro das jujubas às necessidades familiares, o menino guardava para si um sonho simples que ainda não havia conseguido realizar.

A reportagem não informa qual modelo de bicicleta ele desejava, quanto custaria ou se já economizava especificamente para comprá-la. Também não afirma que o valor obtido com as vendas seria utilizado para esse objetivo.

O que está documentado é que o desejo surgiu espontaneamente durante a conversa. A partir daí, a história passou a reunir dois elementos: a tentativa de colaborar com as despesas da casa e a vontade de receber uma bicicleta.

Cliente decidiu comprar toda a mercadoria de cerca de R$ 60

Ao ouvir Carlos, o cliente decidiu não levar apenas uma ou algumas unidades. Ele comprou todas as jujubas que o menino tinha naquele momento, em uma mercadoria avaliada pela publicação em aproximadamente R$ 60.

A compra transformou várias vendas pequenas de R$ 2 em uma única negociação, permitindo que Carlos encerrasse a mercadoria disponível naquele momento. A fonte não informa o número exato de unidades entregues.

Também não é informado se o cliente pagou exatamente R$ 60 ou acrescentou algum valor além da soma aproximada dos doces. Por isso, o dado deve ser tratado como estimativa apresentada pela reportagem.

Ainda assim, o gesto ganhou destaque no vídeo porque ocorreu logo após Carlos explicar a razão pela qual vendia os doces e mencionar o sonho da bicicleta.

Vídeo ampliou a repercussão da história

A gravação foi publicada nas redes sociais no perfil da criadora de conteúdo Rogéria Rocha. A partir da circulação do vídeo, outras pessoas passaram a acompanhar a situação de Carlos André.

Segundo o ContilNet, a história provocou mobilização de internautas interessados em contribuir com o menino e sua família, inclusive por meio de doações e compartilhamentos.

A reportagem informa que foi disponibilizada uma forma de contribuição financeira para quem quisesse ajudar. Por segurança e por não ser necessário para compreender a notícia, os dados bancários divulgados originalmente não são reproduzidos aqui.

Além de dinheiro, a mobilização mencionada pela publicação incluía pedidos de alimentos, roupas e outros itens. A proximidade do aniversário de Carlos, celebrado no dia 14, também foi citada na divulgação.

Carlos é o mais velho de sete irmãos

Outro elemento apresentado na publicação ajuda a contextualizar a situação familiar. Carlos André é descrito como o mais velho de sete irmãos e como alguém que procura ajudar a família dentro de suas possibilidades.

A fonte, porém, não detalha a idade dos irmãos, a ocupação da mãe, a renda familiar ou quais circunstâncias levaram às dificuldades financeiras. Esses dados não devem ser presumidos nem ampliados além do que foi divulgado.

Também não há informação sobre frequência escolar, rotina diária ou quantidade de horas que Carlos passava vendendo jujubas. A reportagem se concentra exclusivamente no encontro registrado em vídeo e na mobilização posterior.

Esse cuidado é importante para não transformar uma história curta em uma reconstrução que a fonte não sustenta. O que se sabe é que o menino afirmou trabalhar com os doces para ajudar a mãe com despesas concretas da casa.

Compra das jujubas virou ponto central da mobilização

A atitude do cliente funcionou como o momento de virada do vídeo. Até então, Carlos explicava por que estava vendendo os doces e o que desejava ganhar. Depois disso, ele viu toda a mercadoria ser comprada de uma só vez.

O episódio ganhou força justamente porque a ajuda aconteceu dentro da própria atividade que Carlos havia escolhido para contribuir com a família. Em vez de apenas ouvir o relato, o cliente decidiu adquirir os produtos disponíveis.

A repercussão posterior levou a história para além daquela compra inicial. Internautas passaram a compartilhar o vídeo e buscar formas de ajudar a família, segundo a reportagem.

Não há, contudo, informação na fonte sobre o valor total arrecadado posteriormente, se a bicicleta foi efetivamente comprada ou quais doações chegaram até Carlos depois da publicação.

De vendas de R$ 2 a uma história que alcançou as redes sociais

O episódio começou com jujubas vendidas a R$ 2 e uma explicação simples sobre o destino do dinheiro. Carlos André queria ajudar a mãe com despesas como aluguel e roupas, enquanto mantinha o desejo de um dia ganhar uma bicicleta.

A decisão do cliente de comprar cerca de R$ 60 em mercadoria mudou o rumo daquele encontro e colocou a história em circulação nas redes. A partir dali, outras pessoas também passaram a demonstrar interesse em apoiar o menino e sua família.

Alguns detalhes permanecem desconhecidos, incluindo o local exato da gravação e o resultado final da mobilização. Ainda assim, a fonte permite reconstruir com clareza o núcleo da história: trabalho, ajuda à família, um sonho pessoal e uma reação inesperada de quem ouviu o relato.

E você, o que mais chamou sua atenção nessa história: o motivo das vendas, o sonho da bicicleta ou a decisão do cliente de comprar todas as jujubas? Conte nos comentários qual parte mais marcou você.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

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