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Mesmo com cinco geradores, Viracopos sofre apagão interno e registra 26 voos cancelados e 83 atrasados após falha no terminal de passageiros
Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges
Publicado em 23/09/2026 às 20:58
Atualizado em 23/09/2026 às 20:59
Transporte Aéreo
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Viracopos teve falha entre subestações internas; cinco geradores não impediram interrupção no terminal
Viracopos registrou 26 cancelamentos e 83 atrasos no balanço divulgado após o apagão de 22 de setembro, em Campinas. Segundo a concessionária Aeroportos Brasil Viracopos (ABV), a interrupção ocorreu entre subestações internas do terminal de passageiros.
A explicação, reproduzida pela Sampi Campinas, distingue o episódio de uma queda no fornecimento da distribuidora. O aeroporto tem cinco geradores, dimensionados para atender à demanda quando falta energia da CPFL. A ocorrência atingiu outro ponto do sistema.
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O que a concessionária explicou sobre os geradores
O problema começou às 3h10. A ABV informou uma falha na conexão entre duas das três subestações que atendem o terminal. As causas permaneciam sob investigação no comunicado consultado; não há fundamento para afirmar que os cinco geradores quebraram.
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A energia começou a voltar por volta das 6h30, com melhora no fluxo às 9h30. Pista, pátio e terminal de cargas não foram atingidos. Esse funcionamento parcial explica por que o episódio afetou embarques sem representar o fechamento de toda a estrutura aeroportuária.
Cancelamento exige uma solução para a viagem
A Azul também informou 26 cancelamentos em nota reproduzida pelo UOL. O número descreve o balanço daquela ocorrência, e não a situação em tempo real de cada voo. Para viajar, é necessário conferir o trecho diretamente com a companhia.
Se houve cancelamento ou atraso superior a quatro horas, o passageiro deve receber alternativas para decidir como prosseguir. O Ministério de Portos e Aeroportos e a Anac orientam que a empresa ofereça reacomodação, reembolso ou transporte por outra modalidade, conforme o caso.
A reacomodação é gratuita e pode ocorrer no primeiro voo disponível da própria companhia ou de outra empresa. Quem preferir viajar em outra data pode escolher um voo da transportadora contratada, observadas as condições aplicáveis ao bilhete.
Uma conexão perdida merece atenção no atendimento: não basta descobrir um novo horário para o primeiro trecho. O passageiro precisa confirmar como seguirá até o destino contratado e guardar o novo itinerário fornecido pela empresa.
Alimentação e hospedagem dependem da espera
A orientação da Anac sobre assistência material vale para passageiros em aeroportos brasileiros independentemente da causa do problema. A companhia aérea deve fornecer comunicação após uma hora de espera e alimentação a partir de duas horas.
Após quatro horas, há direito a hospedagem quando for necessário pernoitar, além do transporte. Para quem está na cidade onde mora, a empresa pode oferecer o deslocamento até a residência e de volta ao aeroporto.
Passageiros com necessidade de assistência especial e seus acompanhantes têm proteção específica: a hospedagem independe da exigência de pernoite. A assistência pode ser suspensa quando o embarque imediato for realizado.
Guardar mensagens da companhia, comprovantes e protocolos ajuda a registrar o atendimento recebido. Caso o problema não seja resolvido pelos canais da empresa, o passageiro pode formalizar a reclamação no Consumidor.gov.br, conforme a orientação oficial.
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Sampi Campinas
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

