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Metaneiro Vivit Africa LNG cruzou o Atlântico com gás dos Estados Unidos, chegou à Itália com falha no monitoramento e saiu sem descarregar

Metaneiro Vivit Africa LNG cruzou o Atlântico com gás dos Estados Unidos, chegou à Itália com falha no monitoramento e saiu sem descarregar

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Metaneiro Vivit Africa LNG cruzou o Atlântico com gás dos Estados Unidos, chegou à Itália com falha no monitoramento e saiu sem descarregar

Escrito por Flavia Marinho

Publicado em 28/09/2026 às 19:34

Atualizado em 28/09/2026 às 19:35

Petróleo e Gás

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O Vivit Africa LNG havia transportado gás natural liquefeito da Louisiana até a costa italiana, mas uma falha nos sistemas que acompanham a carga impediu a descarga prevista e deixou sem explicação definitiva a causa do problema.

O metaneiro Vivit Africa LNG chegou perto de seu destino ainda carregado. Após cruzar o Atlântico com gás embarcado nos Estados Unidos, o navio apresentou uma falha nos sistemas usados para acompanhar a carga e deixou a costa italiana sem descarregar.

O episódio ocorreu em setembro de 2026, nas proximidades do terminal Adriatic LNG, perto de Rovigo. A Splash247, site de notícias especializado em transporte marítimo e navegação, registrou a interrupção da escala e a saída do navio em direção ao oeste.

Vivit Africa LNG saiu da Louisiana e parou diante do destino

O Vivit Africa LNG havia recebido a carga no terminal de exportação Cameron LNG, na Louisiana. Seu destino previsto era o terminal Adriatic LNG, na Itália, onde o gás natural liquefeito seria descarregado.

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Vivit Africa LNG saiu da Louisiana e parou diante do destino.

O navio completou a travessia oceânica e permaneceu ao largo da costa italiana. A descarga, porém, não aconteceu. Depois, a embarcação seguiu para oeste, na direção de Algeciras.

Falha no monitoramento da carga interrompeu a entrega de gás

O comandante comunicou um problema nos sistemas que monitoram parâmetros da carga. São os sistemas que permitem acompanhar condições essenciais do gás transportado, como a pressão dentro dos tanques.

Esse acompanhamento importa porque o gás natural liquefeito viaja em condições de temperatura muito baixa. Durante o transporte e a descarga, a tripulação precisa observar o comportamento da carga e identificar alterações que exijam uma resposta.

Guarda Costeira italiana pediu distância entre os navios

A Guarda Costeira italiana prestou auxílio à embarcação e emitiu um aviso para que outros navios mantivessem distância. A autoridade informou que técnicos da empresa precisariam intervir nos sistemas afetados.

A Splash247, site de notícias especializado em transporte marítimo e navegação, também registrou que a causa da falha ainda não havia sido identificada. O aviso de navegação foi uma medida de cautela diante do problema comunicado pelo comandante.

Tripulação suspeitou de ataque, mas causa não foi comprovada

Integrantes da tripulação levantaram a suspeita de um ataque cibernético aos sistemas do navio. Essa hipótese, porém, não teve confirmação independente. A descrição da autoridade italiana se limitou à falha no monitoramento da carga, sem apontar sua origem.

Há, portanto, uma diferença entre o que foi observado e o que ainda precisa ser esclarecido: o metaneiro não descarregou na Itália e mudou de rota, mas não há causa comprovada para o problema técnico.

A viagem do Vivit Africa LNG mostra como uma falha a bordo pode interromper uma entrega internacional de energia mesmo depois de concluída a travessia do Atlântico. O navio chegou à região do terminal com a carga, permaneceu ao largo e partiu sem efetuar a descarga.

Você imaginava que um problema no acompanhamento da carga poderia impedir a entrega de gás após uma viagem tão longa? Compartilhe a reportagem ou conte sua impressão nos comentários.

Tags

#Gás Natural LiquefeitoMetaneiro Vivit Africa LNG

Fonte

Splash247


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Flavia Marinho.

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