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Mulher se aposenta aos 73 após 43 anos em uma siderúrgica, aguenta apenas 2 meses e decide voltar a trabalhar; aos 85, ainda chega às 6h da manhã, duas horas antes, para abrir o escritório e diz que sentia falta das pessoas e da rotina

Mulher se aposenta aos 73 após 43 anos em uma siderúrgica, aguenta apenas 2 meses e decide voltar a trabalhar; aos 85, ainda chega às 6h da manhã, duas horas antes, para abrir o escritório e diz que sentia falta das pessoas e da rotina

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Mulher se aposenta aos 73 após 43 anos em uma siderúrgica, aguenta apenas 2 meses e decide voltar a trabalhar; aos 85, ainda chega às 6h da manhã, duas horas antes, para abrir o escritório e diz que sentia falta das pessoas e da rotina

Escrito por Romário Pereira de Carvalho

Publicado em 12/09/2026 às 09:27

Atualizado em 12/09/2026 às 09:28

Curiosidades

Canal

Imagem: Ilustração

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Depois de trabalhar 43 anos no departamento de vendas de uma siderúrgica, Sally Ann McCarter se aposentou aos 73 imaginando uma rotina tranquila. Um ou dois meses bastaram para mudar seus planos. Ela decidiu voltar a trabalhar e retornou ao mercado e, aos 85, continua empregada, chegando diariamente às 6h para abrir o escritório.

Imagem: Reprodução

Sally Ann McCarter descobriu em dois meses que não queria ficar aposentada e decidiu voltar a trabalhar

Antes da longa carreira na siderúrgica, Sally trabalhou como secretária em uma faculdade de formação de professores.

Depois, entrou para a empresa do setor siderúrgico, onde permaneceu por 43 anos no departamento de vendas.

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Paulo Nogueira

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A aposentadoria veio aos 73 anos. Sally esperava aproveitar o tempo livre e viajar, mas a experiência ficou distante do que havia imaginado.

Em apenas um ou dois meses, percebeu que sentia falta principalmente da rotina, do contato com outras pessoas e de permanecer ocupada. Viúva, também concluiu que viajar sozinha não tinha o mesmo significado.

Mesmo acreditando que a idade poderia dificultar uma nova contratação, Sally conseguiu outro emprego rapidamente. Doze anos depois daquela tentativa de aposentadoria, continua trabalhando.

Atualmente, ela atua na recepção de uma empresa de fulfillment. Atende clientes e ligações, recebe visitantes e também auxilia outros departamentos quando há necessidade.

Imagem: Ilustração

Decidiu voltar a trabalhar: Aos 85 anos, chega duas horas e meia antes da abertura da empresa

A rotina começa bem antes do expediente oficial. A empresa abre às 8h30, mas Sally costuma chegar às 6h. É ela quem destranca a porta e começa a preparar o escritório.

Segundo relatou ao Business Insider, chegar antecipadamente é uma decisão pessoal. Sally não cobra pelas horas anteriores ao início oficial do expediente e normalmente permanece trabalhando até as 12h30.

Suas atividades também ultrapassam as tarefas da recepção. Quando outros setores precisam de apoio, ela se oferece para ajudar.

Recentemente, colaborou com o departamento de contabilidade enquanto uma funcionária estava afastada.

O convívio profissional é uma das principais razões para permanecer na ativa. “Eu sentia falta das pessoas e da companhia”, afirmou.

Depois da morte do marido, Sally passou a morar sozinha. Ela também perdeu dois irmãos e, mais recentemente, uma cunhada. Outros parentes vivem nas Carolinas.

Fora do escritório, mantém amizades e costuma jantar nas noites de sexta-feira com um casal que conheceu no trabalho. Um vizinho também a ajuda com algumas tarefas, incluindo os impostos.

Sally recebe US$ 2.547 por mês da Previdência Social americana e aproximadamente US$ 1 mil mensais do plano de aposentadoria da siderúrgica onde trabalhou.

Ela afirma que conseguiria viver sem o salário do emprego atual, mas precisaria controlar os gastos com muito mais cuidado.

Parte das despesas está ligada à residência onde vive. Sally usou suas economias para comprar o terreno e construir uma casa de madeira em uma propriedade de quatro acres, com três quartos e dois banheiros.

Seu marido viveu aproximadamente seis anos na casa antes de morrer. Atualmente, Sally ainda paga financiamento e enfrenta os gastos regulares de manutenção do imóvel.

A experiência também mudou sua visão sobre planejamento financeiro. Sua recomendação para quem ainda trabalha é reservar parte do salário semanalmente e começar a preparar a aposentadoria com antecedência.

Sally afirma não tomar medicamentos, diz ter sido hospitalizada apenas uma vez, por apendicite, e realiza acompanhamento médico a cada três meses. Aos 85 anos, não estabeleceu uma data para abandonar novamente o mercado.

Vou continuar trabalhando enquanto puder. Estou vivendo um dia de cada vez”, afirmou.

Esta matéria foi elaborada com base em informações do Business Insider e no material-base fornecido, com dados, números e declarações preservados conforme o material consultado.

Fonte

https://www.businessinsid


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Romário Pereira de Carvalho.

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