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Procura por carregadores de carros elétricos em condomínios cresce 80%, custo chega a R$ 60 mil e nova regra permite instalação em vaga privativa em São Paulo

Procura por carregadores de carros elétricos em condomínios cresce 80%, custo chega a R$ 60 mil e nova regra permite instalação em vaga privativa em São Paulo

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Procura por carregadores de carros elétricos em condomínios cresce 80%, custo chega a R$ 60 mil e nova regra permite instalação em vaga privativa em São Paulo

Escrito por Roberta Souza

Publicado em 02/09/2026 às 15:36

Atualizado em 02/09/2026 às 15:37

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Avanço da frota eletrificada muda as garagens dos prédios brasileiros: empresas já relatam milhares de instalações residenciais, enquanto síndicos precisam avaliar rede elétrica, proteção contra incêndio e capacidade de carregamento simultâneo antes de liberar novos pontos.

A expansão dos carros elétricos e híbridos já começa a provocar uma mudança visível nas garagens brasileiras. A procura por instalação de carregadores em condomínios cresceu 80% no primeiro semestre de 2026, segundo dados da GreenV citados pelo Portas. Outra empresa do setor, a E-Wolf, projeta um crescimento próximo de 200% ao longo deste ano.

O movimento acompanha o avanço dos veículos eletrificados. De janeiro a julho, o Brasil teria vendido 271 mil unidades, segundo a ABVE Data citada pela reportagem. O número supera em 21% as 224 mil unidades registradas em todo o ano de 2025, mostrando como a infraestrutura de recarga precisa crescer junto com a frota.

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Porém, colocar um carregador na garagem não significa simplesmente instalar uma tomada. Dependendo do prédio, o projeto pode exigir laudo técnico, novos cabos, quadro dedicado, integração aos sistemas de incêndio e gerenciamento simultâneo das cargas. Por isso, os custos apresentados pelas empresas variam de aproximadamente R$ 3 mil em instalações simples a R$ 60 mil em sistemas coletivos para condomínios.

Brasil ganhou cerca de 4,4 mil pontos de recarga em apenas 90 dias

O crescimento não acontece apenas dentro dos edifícios. Em maio, o Brasil possuía aproximadamente 25 mil pontos públicos e semipúblicos de recarga, segundo dados da ABVE reproduzidos pelo Portas. Três meses antes, eram cerca de 21 mil.

Portanto, o país acrescentou aproximadamente 4,4 mil novos pontos em cerca de 90 dias. A reportagem calcula uma média próxima de um novo carregador a cada 30 minutos nesse intervalo.

Esse avanço ajuda a reduzir uma das principais preocupações de quem considera trocar um automóvel convencional por um elétrico. No entanto, a recarga residencial continua tendo uma vantagem importante: o motorista pode estacionar à noite e encontrar o veículo carregado no dia seguinte.

A evolução tecnológica também reduz o tempo necessário fora de casa. Recentemente, a BYD demonstrou no Brasil um sistema de 1.500 kW, que promete adicionar até 400 km em cinco minutos para veículos compatíveis. Leia no CPG: BYD estreia carregador de 1.500 kW no Brasil e mira 1.000 unidades até 2027

Condomínios privados ainda não aparecem em uma estatística nacional

Os dados públicos não mostram toda a infraestrutura instalada no país. A ABVE não contabiliza os carregadores colocados em residências e condomínios privados, segundo a reportagem.

Por isso, ainda não existe uma base nacional consolidada que mostre quantos equipamentos funcionam dentro das garagens residenciais. Os números divulgados pelas próprias empresas, entretanto, permitem enxergar parte desse mercado.

A GreenV afirma possuir mais de 15 mil pontos instalados no Brasil. Aproximadamente 60%, ou cerca de 9 mil unidades, estariam em condomínios residenciais.

Já a E-Wolf informa ter instalado cerca de 20 mil carregadores residenciais, além de aproximadamente 30 mil carregadores portáteis. As empresas não detalham, porém, uma evolução anual específica apenas para condomínios.

Demanda deixou de vir apenas do morador e chegou aos síndicos

O perfil dos pedidos também mudou. Segundo Rogério Ribeiro, diretor comercial da GreenV, anteriormente muitos projetos surgiam quando um único morador comprava um elétrico e procurava uma solução para sua vaga.

Agora, síndicos e administradoras começam a procurar soluções planejadas para vários carregadores simultaneamente. Ou seja, a recarga deixa de ser tratada como adaptação isolada e passa a integrar o planejamento de infraestrutura do condomínio.

Essa mudança já aparece em bairros de São Paulo. O síndico profissional João Xavier, da Atma Consultoria Imobiliária, relata instalações em edifícios de Moema, Vila Olímpia e avenida Paulista.

Para ele, a tendência não deve recuar. Afinal, à medida que mais moradores compram veículos eletrificados, cresce a pressão para que a garagem ofereça estrutura compatível.

São Paulo mudou regra e eliminou uma barreira importante

O avanço ganhou outro impulso em São Paulo. Em fevereiro, a Lei 18.403/2026 garantiu ao proprietário de uma vaga privativa o direito de instalar um carregador às próprias custas, sem precisar obter aprovação prévia em assembleia, nos casos previstos pela legislação.

Um mês depois, o Corpo de Bombeiros publicou a Instrução Técnica 41 (IT-41). O documento definiu parâmetros mínimos de segurança para os pontos instalados nas garagens dos condomínios.

Assim, São Paulo avançou em duas frentes. Primeiro, reduziu a barreira administrativa para vagas privadas. Depois, definiu requisitos técnicos para evitar instalações improvisadas.

A mudança foi apontada por representantes do setor como um dos fatores que ajudaram a acelerar o mercado de recarga no estado.

Vaga privativa não significa liberdade para instalar de qualquer maneira

A nova lei paulista não elimina as exigências de segurança. Pelo contrário, a instalação continua dependendo da capacidade elétrica e das características do edifício.

Entre os requisitos citados pela IT-41 estão integração aos sistemas de alarme e combate a incêndio, desligamento de emergência e distância adequada das rotas de fuga. Além disso, a alimentação deve partir do quadro geral do prédio nas condições previstas pela norma.

O projeto também pode exigir novas calhas e cabeamentos pelas áreas comuns. Antes da instalação, um laudo técnico precisa verificar a capacidade elétrica do edifício e definir quantos veículos podem carregar simultaneamente.

Portanto, o direito de instalar não elimina a necessidade de engenharia. Esse cuidado ganha ainda mais importância em edifícios antigos, que foram projetados décadas antes da chegada dos veículos elétricos.

Carregar na “tomadinha” pode esconder problema maior

Thiago Castilha, sócio-diretor da E-Wolf, afirma que muitos compradores começam pensando em utilizar uma tomada comum. Porém, o aumento da potência e da frequência de carregamento exige uma avaliação mais cuidadosa.

Um veículo conectado durante várias horas cria uma carga elétrica diferente de pequenos eletrodomésticos domésticos. Além disso, vários automóveis carregando simultaneamente podem elevar bastante a demanda do prédio.

Por isso, a capacidade dos cabos, dos quadros e da alimentação entregue pela concessionária precisa entrar na análise. O profissional responsável também deve emitir uma ART — Anotação de Responsabilidade Técnica.

Prédios antigos podem precisar de tecnologia para dividir a energia

Os edifícios mais antigos enfrentam um desafio particular. Muitos sequer foram projetados para suportar a quantidade atual de aparelhos de ar-condicionado, muito menos dezenas de carros carregando durante a noite.

A E-Wolf afirma utilizar uma tecnologia de balanceamento dinâmico de carga nesses casos. Segundo a empresa, o sistema consegue administrar até cinco vagas carregando simultaneamente, considerando a energia disponível no edifício.

A lógica é evitar que todos os equipamentos tentem puxar potência máxima ao mesmo tempo. Assim, o software distribui a energia de acordo com a capacidade instantânea disponível.

Esse tipo de gerenciamento pode ganhar importância conforme a frota elétrica cresce. Afinal, um prédio com um único veículo elétrico enfrenta uma situação muito diferente de outro com 20 ou 30 moradores querendo carregar todas as noites.

Instalação individual pode começar perto de R$ 3 mil

O custo varia bastante conforme o imóvel. Segundo a E-Wolf, uma instalação simples e sem necessidade de obras pode ficar em torno de R$ 3 mil.

Já a GreenV estima um intervalo entre R$ 3.800 e R$ 15 mil para um ponto individual. A diferença depende principalmente da distância até o quadro de energia e da potência escolhida para o equipamento.

Portanto, não existe um preço único para colocar um carregador em uma vaga. Dois apartamentos no mesmo bairro podem enfrentar custos bem diferentes se os edifícios possuírem configurações elétricas distintas.

Além do investimento inicial, o motorista também precisa considerar quanto pagará pela eletricidade. O CPG já detalhou como tarifa de energia, capacidade da bateria, potência do carregador e rotina de uso influenciam essa conta. Leia no CPG: o custo real de rodar com carro elétrico ou híbrido em 2026

Sistema coletivo pode chegar a R$ 60 mil por condomínio

Quando o condomínio decide criar uma estrutura compartilhada, o investimento sobe. João Xavier estima projetos coletivos entre R$ 40 mil e R$ 60 mil.

Esse valor pode incluir cabeamento, quadro dedicado e sistema de gerenciamento para múltiplas vagas. Assim, o condomínio deixa de resolver o problema de apenas um morador e cria infraestrutura para atender vários usuários.

Até 2025, segundo Xavier, algumas empresas chegaram a instalar sistemas coletivos sem cobrar pelo equipamento. Depois, recuperavam parte do investimento por meio das recargas.

Contudo, o aumento da procura alterou essa estratégia. Segundo o síndico, essa oferta gratuita deixou de ser comum.

Vaga fixa e vaga rotativa exigem soluções diferentes

A configuração da garagem muda completamente o projeto. Em condomínios com vagas privativas vinculadas à escritura, o morador possui um espaço fixo e pode buscar uma solução individual dentro das regras aplicáveis.

Já em edifícios com vagas rotativas, o mesmo morador pode estacionar em locais diferentes. Nesse caso, instalar um equipamento para uso exclusivo em uma única vaga perde sentido.

Por isso, a solução costuma ser coletiva. O condomínio cria uma ou mais estações em uma área comum e os moradores compartilham o uso.

Nesse modelo, a cobrança pode acontecer por sessão ou consumo. O usuário se cadastra na plataforma responsável e paga apenas quando utiliza o equipamento.

Carregador coletivo pode até gerar receita para o prédio

Em alguns edifícios administrados por Xavier, a recarga passou a ter também uma função financeira. Segundo o relato reproduzido pelo Portas, a empresa operadora cobra R$ 2,20 por kWh do morador.

Desse valor, R$ 1 por kWh volta ao condomínio para ajudar a custear a energia consumida pelo sistema coletivo.

Esse mecanismo ajuda a reduzir a resistência de moradores que não possuem carro elétrico. Afinal, o investimento em uma estrutura coletiva pode atender apenas parte dos condôminos no início.

Além disso, os síndicos enxergam outra possibilidade: um prédio preparado para veículos eletrificados pode ficar mais atraente no mercado imobiliário.

Infraestrutura de recarga começa a entrar no valor do imóvel

Para João Xavier, edifícios que não se prepararem poderão perder competitividade. A afirmação reflete uma mudança no perfil das comodidades residenciais.

Durante décadas, compradores avaliaram piscina, academia, elevador, número de vagas e segurança. Agora, a infraestrutura elétrica da garagem começa a entrar nessa lista.

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Isso não significa que um carregador automaticamente aumentará determinado imóvel em uma porcentagem específica. A matéria não apresenta estudo de valorização capaz de quantificar esse efeito.

Porém, à medida que a frota cresce, compradores que já possuem um elétrico podem tratar a impossibilidade de carregar em casa como desvantagem concreta.

271 mil eletrificados vendidos aumentam a pressão sobre as garagens

O dado de vendas ajuda a entender a velocidade dessa transformação. Segundo a ABVE Data citada pelo Portas, foram 271 mil veículos eletrificados entre janeiro e julho de 2026.

A categoria inclui diferentes tecnologias eletrificadas, e nem todas dependem de recarga externa. Portanto, não seria correto concluir que os 271 mil veículos precisam de um carregador residencial.

Ainda assim, o avanço do segmento amplia a quantidade de modelos plug-in e elétricos circulando. Consequentemente, mais consumidores começam a perguntar onde poderão carregar seus carros.

O mercado também ficou mais acessível em algumas faixas. Em 2025, o CPG já registrava modelos 100% elétricos abaixo de R$ 100 mil, enquanto novas marcas ampliavam a competição nacional. Leia no CPG: os carros elétricos mais baratos do Brasil e como a queda de preços amplia o mercado

Expansão da frota cria um novo problema para síndicos

Quanto mais carros chegam, mais difícil fica resolver cada instalação individualmente. Um prédio que libera carregadores sem planejamento pode descobrir posteriormente que a infraestrutura elétrica não suporta uma expansão maior.

Por isso, síndicos começam a pensar em capacidade futura, e não apenas na primeira vaga.

Um laudo pode indicar, por exemplo, quantos automóveis conseguem carregar ao mesmo tempo. Depois, sistemas de gerenciamento podem organizar o uso conforme novas unidades entram na rede.

Essa mudança explica por que a demanda está passando de pedidos individuais para projetos estruturados.

Assembleia ainda importa em diversos casos

Apesar da mudança em São Paulo, assembleias não desapareceram do processo. Obras que alteram áreas comuns ou projetos coletivos continuam podendo exigir aprovação conforme a configuração do condomínio e as normas aplicáveis.

Além disso, vagas rotativas apresentam uma situação diferente das privativas. Nesses casos, o projeto tende a criar uma área comum de carregamento.

Assim, a nova lei paulista facilitou um cenário específico, mas não criou uma autorização irrestrita para qualquer instalação.

Fora de São Paulo, a situação fica ainda mais fragmentada.

Brasil ainda não possui legislação nacional específica, segundo setor

Representantes das empresas ouvidos pelo Portas apontam uma falta de legislação nacional específica para o tema. Consequentemente, municípios e estados começam a adotar regras próprias.

Segundo Rogério Ribeiro, essa fragmentação cria insegurança jurídica em outros estados. Em alguns locais, moradores ainda dependem de aprovação em assembleia, o que pode prolongar o processo por meses.

Portanto, a infraestrutura avança mais rapidamente do que uma padronização nacional.

Essa diferença pode gerar situações em que edifícios semelhantes adotam procedimentos distintos simplesmente porque estão em estados diferentes.

Segurança contra incêndio passa a fazer parte do projeto

As novas regras também mudam a forma como o carregador é visto dentro do edifício. Ele deixa de ser apenas um equipamento ligado à rede elétrica e passa a integrar o projeto de segurança da garagem.

A IT-41 exige recursos como desligamento de emergência e integração aos sistemas de proteção contra incêndio, segundo o Portas. Além disso, o posicionamento precisa respeitar rotas de fuga.

Esse cuidado não significa que carros elétricos sejam automaticamente inseguros em condomínios. A norma define parâmetros para reduzir riscos associados à instalação e operação elétrica.

Assim, o foco recai principalmente sobre fazer a adaptação de forma técnica e planejada.

Condomínio precisa começar pela rede elétrica, não pelo carregador

Antes de comprar qualquer equipamento, Xavier recomenda avaliar a infraestrutura do prédio. O profissional contratado deve verificar fiação, bitola dos cabos e capacidade fornecida pela concessionária.

Depois, ele emite a ART e pode indicar obras necessárias.

Essa ordem evita um erro comum: escolher primeiro o carregador e descobrir depois que a instalação exige alterações caras.

Portanto, a potência do equipamento precisa estar alinhada àquilo que a rede do edifício realmente consegue fornecer.

Mais potência nem sempre significa melhor solução residencial

Carregadores ultrarrápidos impressionam pelos números. Porém, a necessidade de uma garagem residencial é diferente daquela encontrada em uma rodovia.

Um morador normalmente deixa o automóvel parado durante várias horas. Assim, um equipamento menos potente pode completar a carga durante a madrugada sem exigir a infraestrutura necessária para sistemas de altíssima potência.

Por isso, o melhor carregador residencial não é necessariamente o mais rápido disponível no mercado.

O projeto precisa equilibrar tempo de recarga, capacidade elétrica, custo e número de usuários.

Estacionar na vaga de recarga sem carregar pode gerar multa

A expansão cria também novos conflitos de convivência. O Portas relata o caso de um hóspede de Airbnb em Moema que deixou um carro estacionado durante três dias em uma vaga destinada à recarga.

Enquanto o veículo permanecia ali, moradores com elétricos não conseguiam utilizar o equipamento.

Segundo Xavier, o condomínio aplicou multa ao proprietário da unidade. Esses casos seguem protocolos semelhantes aos usados para outras vagas com destinação específica.

Portanto, além de instalar a infraestrutura, o condomínio precisa criar regras claras para seu uso.

Um novo item começa a disputar espaço nas garagens brasileiras

A sequência mostra como uma mudança no setor automotivo acaba chegando ao mercado imobiliário.

Primeiro, as vendas de eletrificados cresceram. Depois, surgiram mais pontos públicos de recarga. Agora, garagens de edifícios residenciais precisam receber infraestrutura elétrica que muitos projetos originais jamais previram.

Segundo a GreenV, a procura por instalações aumentou 80% apenas no primeiro semestre de 2026. A E-Wolf, por sua vez, projeta crescimento próximo de 200% neste ano.

Ao mesmo tempo, uma instalação individual pode começar perto de R$ 3 mil, enquanto projetos coletivos podem alcançar R$ 40 mil a R$ 60 mil. Portanto, a adaptação representa tanto uma oportunidade quanto um novo custo para os condomínios.

De pedido individual a infraestrutura permanente do prédio

Talvez a transformação mais importante não esteja na quantidade de carregadores. Está na maneira como os condomínios começaram a enxergá-los.

Antes, um morador comprava um elétrico e perguntava como poderia carregar o veículo. Agora, síndicos e administradoras começam a perguntar quantos carregadores o edifício poderá suportar nos próximos anos.

Essa diferença altera o projeto. Em vez de improvisar uma solução para uma vaga, engenheiros precisam pensar em cabos, quadros, balanceamento de carga, incêndio e expansão futura.

Se as vendas de eletrificados continuarem avançando, a infraestrutura de recarga poderá seguir um caminho parecido com outros itens que um dia foram opcionais. O carregador deixa gradualmente de ser uma novidade tecnológica e começa a virar parte permanente da infraestrutura residencial.

Você pagaria mais por um apartamento em um condomínio já preparado para carregar carros elétricos ou ainda considera essa estrutura dispensável?

Fonte

Portas


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Roberta Souza.

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