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Rio avança sem parar, engole casas de 83 famílias em três dias e deixa mais de 200 famílias ameaçadas pela erosão em Sundarganj, em Bangladesh

Rio avança sem parar, engole casas de 83 famílias em três dias e deixa mais de 200 famílias ameaçadas pela erosão em Sundarganj, em Bangladesh

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Rio avança sem parar, engole casas de 83 famílias em três dias e deixa mais de 200 famílias ameaçadas pela erosão em Sundarganj, em Bangladesh

Escrito por Romário Pereira de Carvalho

Publicado em 08/09/2026 às 10:25

Ciência e Tecnologia

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Avanço repentino do rio em Sundarganj engoliu moradias, levou aves e estruturas, atingiu mais de 200 famílias e obrigou moradores a buscar abrigo em taludes elevados e casas de parentes na atual temporada de monções

A erosão do rio Teesta destruiu as casas de 83 famílias em apenas 72 horas em Sundarganj, na região de Gaibandha. Pelo menos sete casas de lata, usadas por 12 famílias, foram totalmente engolidas pela água, enquanto centenas de moradores enfrentam dificuldades para conseguir abrigo e alimentação.

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Erosão do rio Teesta avançou rapidamente sobre as moradias

A nova sequência de destruição começou na quarta-feira, no lado norte da escola Bhorer Pakhi Vidyalaya, na área de North Lalchamar, na Kapasia Union, em Sundarganj, distrito de Gaibandha, em Bangladesh. Somente naquela noite, as casas de 60 famílias foram atingidas.

Até a tarde de sexta-feira, o número de famílias que haviam perdido suas casas chegou a 83. Sete casas de lata, pertencentes a 12 famílias, desapareceram completamente no rio.

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Outras construções foram parcialmente destruídas. Segundo relatos locais, plantas, estruturas das casas, aves e galinhas também foram arrastadas pela correnteza. Mais de 200 famílias enfrentam problemas relacionados à erosão na região.

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Região já havia perdido escola e outras 100 casas

A situação atual não é isolada. A área foi atingida diversas vezes durante a atual temporada de monções, ampliando os prejuízos para famílias que vivem próximas às margens.

Em 18 de agosto, a Escola Primária Governamental de Bhorer Pakhi, única instituição de ensino infantil da região, foi submersa pelo rio.

Antes disso, em 16 de julho, outra erosão repentina atingiu o mesmo ponto. Naquela ocasião, as casas de pelo menos 100 famílias também foram tomadas pela água em pouco tempo.

Abdul Karim, morador da vila de Singizani, relatou que já precisou mudar de lugar várias vezes. Segundo ele, sua família enfrentou seis episódios relacionados ao avanço do rio em dois anos antes de perder novamente a moradia.

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Centenas de famílias precisam de abrigo e alimentos

Nas áreas atingidas pela erosão do rio Teesta, centenas de famílias passam os dias ao relento nas margens do rio. Parte dos moradores se instalou em taludes elevados ou nos quintais de parentes.

Os atingidos relatam falta de condições para cozinhar e dificuldade para comprar alimentos. Entre as necessidades consideradas urgentes estão barracas e produtos alimentícios não perecíveis.

O morador Atwar Rahman criticou ao Ajker Patrika a atuação do órgão responsável pelos recursos hídricos. Segundo ele, medidas são adotadas quando as casas começam a desabar, mas falta uma iniciativa permanente contra a erosão.

Geossacos começaram a ser colocados em caráter emergencial

A chefe do executivo municipal, Iffat Jahan Tuli, afirmou que as áreas afetadas foram inspecionadas e que alimentos não perecíveis foram distribuídos imediatamente às pessoas atingidas.

Shariful Islam, engenheiro executivo do Conselho de Desenvolvimento Hídrico de Gaibandha, informou que o trabalho emergencial de colocação de geossacos foi iniciado depois que o órgão recebeu informações sobre a erosão.

Esta matéria foi elaborada com base em informações do Ajker Patrika, fontes locais e declarações da administração municipal e do Conselho de Desenvolvimento Hídrico de Gaibandha, com dados, números e declarações preservados conforme o material consultado.

Fonte

https://www.ajkerpatrika.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Romário Pereira de Carvalho.

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