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Sem prova e com 100 vagas gratuitas: Ufam abre especialização EaD de 360 horas em Gestão Municipal Inteligente e Sustentável na Amazônia para graduados com atuação em gestão pública; inscrições terminam em 1º de outubro

Sem prova e com 100 vagas gratuitas: Ufam abre especialização EaD de 360 horas em Gestão Municipal Inteligente e Sustentável na Amazônia para graduados com atuação em gestão pública; inscrições terminam em 1º de outubro

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Sem prova e com 100 vagas gratuitas: Ufam abre especialização EaD de 360 horas em Gestão Municipal Inteligente e Sustentável na Amazônia para graduados com atuação em gestão pública; inscrições terminam em 1º de outubro

Escrito por Alisson Ficher

Publicado em 20/09/2026 às 07:35

Atualizado em 20/09/2026 às 07:40

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Edital prevê formação predominantemente a distância, seleção baseada em documentos e reserva de vagas para candidatos ligados aos municípios da área de influência da BR-319. O curso inclui Trabalho de Conclusão de Curso e conteúdos relacionados a inovação, sustentabilidade, planejamento territorial e governo digital.

A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) abriu inscrições para 100 vagas na Especialização Lato Sensu em Gestão Municipal Inteligente e Sustentável na Amazônia. A candidatura é gratuita, feita pela internet e permanece disponível até 1º de outubro de 2026.

O edital nº 066/2026-PROPESP/Ufam estabelece carga horária de 360 horas, além do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), e oferta predominantemente a distância. A especialização não cobra mensalidade e integra o projeto Territórios Inteligentes e Sustentáveis: Gestão Municipal Estratégica na BR-319.

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A iniciativa é desenvolvida a partir de um Termo de Execução Descentralizada entre a Secretaria Extraordinária para a Transformação do Estado, do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, e a Ufam.

Quem pode participar e como as vagas são distribuídas

Para participar, o candidato deverá apresentar, até a matrícula, diploma de curso de graduação reconhecido pelo Ministério da Educação ou documento equivalente aceito pela universidade.

A seleção prioriza profissionais com atuação ou experiência em gestão pública, governança, planejamento municipal, transformação digital, sustentabilidade, infraestrutura, desenvolvimento territorial, sociobioeconomia, políticas públicas e outras áreas relacionadas aos objetivos do projeto.

O público previsto também inclui agentes públicos municipais, estaduais ou federais, servidores, gestores, técnicos, assessores, lideranças locais e comunitárias, profissionais de organizações da sociedade civil e integrantes da própria Ufam com atuação vinculada ao desenvolvimento dos municípios abrangidos.

Das 100 vagas, 65 são destinadas à representação territorial, para candidatos que comprovem residência, vínculo profissional, institucional ou funcional, ou atuação social em um dos 16 municípios da área de influência da BR-319 definidos pelo edital.

A relação inclui Anori, Apuí, Autazes, Beruri, Borba, Canutama, Careiro, Careiro da Várzea, Humaitá, Iranduba, Lábrea, Manacapuru, Manaquiri, Manicoré, Novo Aripuanã e Tapauá. O documento assegura pelo menos quatro vagas de representação territorial para cada município antes da redistribuição de eventuais vagas remanescentes.

Outras cinco vagas são destinadas à comunidade universitária da Ufam e dez à ampla concorrência. Há ainda 20 vagas suplementares para candidatos autodeclarados pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência, das quais 15 estão vinculadas ao grupo local e cinco ao grupo geral.

Cada candidato deverá escolher uma única modalidade regular de concorrência entre representação territorial, comunidade universitária da Ufam e ampla concorrência. Quem também disputar uma vaga suplementar precisará indicar essa condição no formulário e apresentar os documentos exigidos para a respectiva política de ação afirmativa.

Seleção será feita somente por documentos

O processo seletivo terá uma única etapa de análise documental. Não estão previstas prova escrita, entrevista ou prova de conhecimentos, e a classificação será definida a partir das informações e dos comprovantes apresentados na inscrição.

A avaliação poderá alcançar 100 pontos e considera critérios como experiência enquanto agente público ou liderança local nos municípios atendidos, atuação profissional em áreas relacionadas ao curso, vínculo com o território, motivação informada no formulário e potencial de aplicação dos conhecimentos.

Entre os documentos exigidos estão formulário de inscrição, documento oficial com foto, CPF e diploma de graduação, certificado ou declaração de conclusão de curso superior. A modalidade escolhida poderá exigir ainda comprovantes de residência, atuação territorial, vínculo com a Ufam e registros das experiências profissionais, institucionais ou sociais declaradas.

A ausência de documento obrigatório pode resultar no indeferimento da candidatura. O edital também determina que a fase de recurso não poderá ser usada para acrescentar documentos destinados à pontuação que tenham deixado de ser apresentados durante o período de inscrição.

Formação inclui governo digital, dados e planejamento territorial

As atividades serão desenvolvidas em ambiente virtual da Ufam e poderão incluir momentos síncronos, assíncronos e presenciais, conforme o calendário acadêmico e o planejamento pedagógico. Os estudantes deverão ter acesso a computador, notebook, tablet ou smartphone, além de e-mail ativo e conexão suficiente para acompanhar o curso.

A estrutura curricular reúne conteúdos sobre políticas públicas e federalismo, gestão pública contemporânea, território e sociedade na Amazônia, sociobioeconomia, inovação, cidades e territórios inteligentes, governo digital, dados, inteligência geoespacial, adaptação climática e infraestrutura urbana sustentável.

A especialização também aborda gestão pública e inovação, sustentabilidade e adaptação, infraestrutura e desenvolvimento territorial, inclusão e bem-estar, mantendo como recorte a aplicação desses temas na realidade dos municípios envolvidos no projeto.

O TCC será obrigatório para a conclusão da formação e deverá tratar de problemas, oportunidades, políticas públicas, projetos ou soluções aplicáveis aos municípios da área de influência da BR-319. A emissão do certificado também depende do cumprimento das exigências acadêmicas, da carga horária, da frequência mínima e da aprovação nas disciplinas.

Após o encerramento das inscrições, o cronograma prevê análise documental entre 9 e 14 de outubro, divulgação do resultado final em 27 de outubro e matrícula nos dias 29 e 30. O início das atividades acadêmicas está previsto para 3 de novembro de 2026.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Alisson Ficher.

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