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Taxista aceita corrida às 22h30 em Calcutá, encontra jovem vulnerável, liga para a mãe com o próprio telefone e só vai embora após confirmar que ela entrou no prédio

Taxista aceita corrida às 22h30 em Calcutá, encontra jovem vulnerável, liga para a mãe com o próprio telefone e só vai embora após confirmar que ela entrou no prédio

4 min de leitura

Taxista aceita corrida às 22h30 em Calcutá, encontra jovem vulnerável, liga para a mãe com o próprio telefone e só vai embora após confirmar que ela entrou no prédio

Escrito por Flavia Marinho

Publicado em 11/09/2026 às 22:49

Atualizado em 11/09/2026 às 22:50

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Corrida realizada na noite de 24 de dezembro de 2025 colocou o taxista Munna Ajij Mollick diante de uma passageira em estado de forte embriaguez, sem bateria no celular e sem o acompanhante que havia iniciado o trajeto ao lado dela, levando o motorista a prolongar o cuidado até confirmar sua entrada em casa

Uma corrida de táxi em Calcutá, na Índia, ultrapassou o momento em que o carro chegou ao destino. Por volta das 22h30 de 24 de dezembro de 2025, o taxista Munna Ajij Mollick transportava uma jovem em estado de forte embriaguez quando percebeu que simplesmente deixá la no endereço poderia não ser suficiente.

O acompanhante masculino que estava com a jovem saiu antes do fim do percurso. O celular dela também ficou sem bateria. Diante da situação, Mollick usou o próprio telefone para colocar a passageira em contato com a mãe e permaneceu no destino até confirmar que ela havia entrado no prédio.

A história foi publicada pela India Today, publicação jornalística indiana, em 4 de janeiro de 2026. O veículo identificou o motorista, de 31 anos, e detalhou as decisões tomadas durante a corrida.

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Passageira iniciou uma longa corrida por Calcutá em situação de vulnerabilidade

A viagem começou tarde da noite e envolvia um percurso longo pela cidade de Calcutá. A jovem, que aparentava ter entre 18 e 19 anos, apresentava sinais claros de forte embriaguez e demonstrava depender de ajuda para chegar em segurança ao destino.

No início, havia um homem acompanhando a passageira. Porém, ele deixou o veículo antes que o trajeto terminasse. A partir daquele momento, Mollick passou a conduzir sozinho uma passageira que não estava em condições normais durante a viagem.

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O cenário fez o motorista perceber que havia uma diferença entre concluir a corrida e ter certeza de que a jovem realmente chegaria a um local seguro.

Motorista decidiu registrar parte da interação para proteger os dois lados

Mollick também tomou uma medida para documentar o que ocorria dentro do veículo. Ao perceber o estado da passageira, começou a registrar parte da interação, preocupado com sua própria segurança diante de uma situação delicada.

A decisão não significou interromper a viagem. Ele continuou o trajeto e procurou manter a jovem tranquila enquanto seguia para o endereço indicado.

A existência desse registro também permitiu que parte do episódio chegasse às redes sociais posteriormente. O foco da situação, porém, permaneceu nas medidas adotadas pelo motorista para conduzir a passageira até um local seguro.

Celular ficou sem bateria e taxista emprestou o próprio telefone para a jovem falar com a mãe

Outro problema apareceu durante a viagem. O telefone da passageira estava sem bateria, o que impedia que ela entrasse em contato com a família naquele momento.

Mollick então utilizou o próprio aparelho para ligar para a mãe da jovem. Depois, entregou o telefone à passageira para que as duas pudessem conversar.

A mãe também falou diretamente com o motorista. Mollick explicou que levaria a filha até o destino e procurou tranquilizar a familiar enquanto seguia com a corrida.

A India Today, publicação jornalística indiana, registrou que o taxista assumiu a responsabilidade de garantir que a passageira chegasse em segurança e manteve esse cuidado até o fim do percurso.

Chegar ao endereço não encerrou o cuidado de Munna Ajij Mollick

O ponto decisivo aconteceu quando o veículo finalmente chegou ao destino. Para Mollick, estacionar e encerrar a viagem naquele momento ainda não significava que a jovem estivesse realmente segura.

Por isso, o taxista não foi embora imediatamente. Ele permaneceu no local observando até confirmar que a passageira havia conseguido entrar no prédio.

A atitude prolongou por alguns minutos uma responsabilidade que, do ponto de vista estrito da corrida, poderia terminar assim que o carro chegasse ao endereço.

Na prática, Mollick quis confirmar uma etapa simples, mas essencial naquela situação: a passageira precisava sair do veículo e efetivamente alcançar o local onde ficaria protegida.

Motorista chegou a hesitar antes de aceitar a corrida naquela noite

Mollick relatou que inicialmente teve dúvidas sobre aceitar aquela viagem. O estado da jovem e as circunstâncias da corrida despertaram preocupação antes mesmo de o percurso começar.

Ainda assim, ele decidiu fazer o trajeto porque pensou no que poderia acontecer caso outra pessoa aceitasse a corrida e a passageira enfrentasse algum problema.

A escolha acabou colocando o taxista diante de uma sequência de decisões que não estavam limitadas a dirigir. Ele precisou administrar uma passageira vulnerável, estabelecer contato com a família e avaliar quando realmente seria seguro deixar o local.

Corrida terminou somente quando o motorista viu a passageira em segurança

Aquela viagem da noite de 24 de dezembro de 2025 começou como uma corrida longa por Calcutá, mas ganhou outra dimensão quando o acompanhante deixou o carro e a jovem ficou sem bateria no celular.

Munna Ajij Mollick registrou parte da situação, utilizou seu telefone para estabelecer contato com a mãe da passageira e, ao chegar ao destino, esperou até confirmar que ela havia entrado no prédio. O cuidado continuou justamente no momento em que a corrida já poderia ter sido considerada encerrada.

Para você, um motorista deve se limitar a deixar o passageiro no endereço ou situações de vulnerabilidade justificam um cuidado além da corrida? Conte sua opinião nos comentários e compartilhe esta história com quem também usa transporte por aplicativo.

Fonte

India Today


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Flavia Marinho.

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