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Thor Dantas critica modelo de gestão do Pronto-Socorro de Rio Branco

Thor Dantas critica modelo de gestão do Pronto-Socorro de Rio Branco

O candidato ao governo do Acre, Thor Dantas, defendeu mudanças no modelo de gestão do Pronto-Socorro de Rio Branco e o fortalecimento da assistência direta na rede pública de saúde. Durante participação no Gazeta Entrevista, da TV Gazeta, nesta segunda-feira (14), o médico e ex-diretor da unidade destacou a importância de manter os profissionais da assistência médica integrados à estrutura pública.

Thor questionou a terceirização de serviços considerados essenciais na assistência médica e afirmou que o modelo adotado na área do trauma não apresentou, segundo sua avaliação, os resultados esperados para a população.

“Eu fui diretor do Pronto-Socorro e sei como funciona em um hospital. Hoje, essa quantidade de gente nos corredores e um modelo de gestão de algo completamente errado”, afirmou.

Serviços essenciais que são terceirizados

O candidato também mencionou serviços como anestesia e atendimento na área do trauma ao criticar a contratação de equipes de fora para atuar na unidade. Para ele, a gestão precisa ter maior controle sobre os profissionais responsáveis pela assistência direta aos pacientes.

“Mas na atividade de fim, o médico que muda, esse não pode ser terceirizado. Esse tem que ser uma pessoa que você confia, que você conhece”, disse o candidato.

Thor defende gestão direta no atendimento ao paciente

Segundo Thor, a terceirização pode apresentar bons resultados em determinadas atividades de apoio, mas não deve substituir a gestão direta em áreas consideradas essenciais para o funcionamento da assistência médica.

“Aquela terceirização que se fez com aquela gente de fora, que não deu certo. Você vê, foram gastos montanhas de dinheiro e a população não não está satisfeita”, pontuou.

Na avaliação do candidato, serviços como diagnóstico por imagem podem ser contratados quando a empresa também assume responsabilidades como manutenção dos equipamentos. Já a assistência médica direta, segundo ele, exige outro modelo de acompanhamento.


Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por ac24horas.

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