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Três pescadores lançam as redes no rio Paraíba do Sul em outubro de 1717, tiram da água o corpo de uma imagem mutilada e depois a cabeça que se encaixa perfeitamente, e o achado de João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia vira Nossa Senhora Aparecida, a padroeira que hoje atrai 12 milhões de peregrinos por ano

Três pescadores lançam as redes no rio Paraíba do Sul em outubro de 1717, tiram da água o corpo de uma imagem mutilada e depois a cabeça que se encaixa perfeitamente, e o achado de João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia vira Nossa Senhora Aparecida, a padroeira que hoje atrai 12 milhões de peregrinos por ano

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Três pescadores lançam as redes no rio Paraíba do Sul em outubro de 1717, tiram da água o corpo de uma imagem mutilada e depois a cabeça que se encaixa perfeitamente, e o achado de João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia vira Nossa Senhora Aparecida, a padroeira que hoje atrai 12 milhões de peregrinos por ano

Escrito por Bruno Teles

Publicado em 08/09/2026 às 21:48

Atualizado em 08/09/2026 às 21:49

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João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia acharam a imagem de Nossa Senhora Aparecida no rio Paraíba do Sul em 1717. Veja como o Santuário Nacional homenageia os três pescadores.

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João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia encontraram a imagem de Nossa Senhora Aparecida no rio Paraíba do Sul em 1717 e tiveram pesca abundante. A imagem ficou na casa de Domingos Garcia até 1732, quando Atanásio Pedroso abriu o primeiro oratório público. Hoje o Santuário Nacional homenageia os três

O encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, em 1717, no rio Paraíba do Sul, foi o início da devoção à Padroeira do Brasil, a partir da fé dos pescadores João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia e de suas famílias. Durante aquela pescaria, os três tiveram o primeiro contato com a imagem e, depois de horas de tentativas frustradas, foram abençoados com uma pesca abundante.

As informações constam de publicação do portal A12, do Santuário Nacional de Aparecida, que relata a história da imagem e lista os espaços da Casa da Mãe Aparecida que homenageiam os pescadores, com fotos de Thiago Leon.

Pescaria de 1717 no Paraíba do Sul marcou o início da devoção à Padroeira

João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia acharam a imagem de Nossa Senhora Aparecida no rio Paraíba do Sul em 1717. Veja como o Santuário Nacional homenageia os três pescadores.

A devoção a Nossa Senhora Aparecida começou com a fé de três pescadores e de suas famílias, em 1717, no rio Paraíba do Sul. É esse o marco que o Santuário Nacional registra como origem da Padroeira do Brasil.

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Paulo Nogueira

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João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia são os nomes ligados ao encontro da imagem, segundo o portal A12.

Horas sem peixe e, depois da imagem, a rede cheia

Os três passaram horas em tentativas frustradas de pesca antes de encontrar a imagem de Nossa Senhora.

Após o encontro, foram abençoados com a pesca abundante de peixes, conforme o relato do Santuário. Da pescaria, diz o A12, fica a recordação e a gratidão a Deus por esse sinal de amor com a humanidade.

Casa de Domingos Garcia abrigou a imagem de 1717 a 1732

João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia acharam a imagem de Nossa Senhora Aparecida no rio Paraíba do Sul em 1717. Veja como o Santuário Nacional homenageia os três pescadores.

O primeiro local de acolhida da imagem foi a casa de Domingos Garcia, descrito pelo portal como pai de João Alves.

A imagem esteve na casa da família entre os anos de 1717 e 1732, aproximadamente, cerca de 15 anos após a pesca.

Em 1732, Atanásio Pedroso construiu o primeiro oratório aberto ao público

Em 1732, Felipe Pedroso entregou a imagem ao filho, Atanásio Pedroso.

Atanásio construiu o primeiro oratório aberto ao público, segundo o A12. A imagem deixou o ambiente doméstico e passou a receber devotos.

Devotos revivem a emoção diante do nicho no Santuário Nacional

Atualmente, os devotos vivem a mesma emoção que os pescadores tiveram em 1717, de acordo com o portal do Santuário.

A experiência, segundo o A12, é mais forte quando o devoto tem a oportunidade de trocar olhares com a pequena imagem em seu nicho, no Santuário Nacional. A publicação lembra que a Mãe acolhe e socorre a todos os seus filhos.

Porto Itaguaçu, local do encontro, tem dois espaços em memória da pesca

No Porto Itaguaçu, local do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, existem dois espaços que recordam a pesca de 1717.

É o ponto de origem de toda a história, hoje transformado em área de memória para os visitantes.

Morro do Presépio simula o rio Paraíba do Sul no pátio do Santuário

João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia acharam a imagem de Nossa Senhora Aparecida no rio Paraíba do Sul em 1717. Veja como o Santuário Nacional homenageia os três pescadores.

No Morro do Presépio, no pátio do Santuário, um espaço foi dedicado a recordar o encontro da imagem.

O atrativo simula, inclusive, o rio Paraíba do Sul, para que o visitante veja a cena da pescaria recriada.

Azulejos na rampa do nicho retratam a pesca da imagem

Na rampa de acesso ao nicho de Nossa Senhora Aparecida, uma obra em azulejos traz a representação da pesca da imagem.

O devoto que sobe para ver a imagem passa pela cena dos pescadores antes de chegar ao nicho.

Monumento dos 300 anos nos Jardins mostra os três no barco

Nos Jardins do Santuário, o monumento em homenagem aos 300 anos do encontro da imagem traz os três pescadores no barco, uma trama de peixes e a imagem de Nossa Senhora Aparecida.

A peça está instalada próxima à Avenida do Convento dos Redentoristas, conforme o A12.

Salão 3 Pescadores, no subsolo, leva o nome dos protagonistas

Outro espaço que homenageia os pescadores é o Salão 3 Pescadores, localizado no subsolo do Santuário.

O salão é utilizado para reuniões e atividades internas com os colaboradores da Casa da Mãe Aparecida.

Três séculos depois, os nomes dos pescadores marcam cinco pontos da Casa da Mãe Aparecida

Porto Itaguaçu, Morro do Presépio, rampa do nicho, Jardins e Salão 3 Pescadores: em cinco pontos do Santuário Nacional, João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia seguem lembrados pela pescaria de 1717.

O portal A12 convida os devotos a conhecer esses espaços na próxima visita à Casa da Mãe Aparecida.

Na sua opinião, qual das homenagens aos três pescadores no Santuário de Aparecida melhor conta a história do encontro da imagem em 1717: o monumento dos 300 anos nos Jardins, o Morro do Presépio com o rio recriado ou os azulejos na rampa do nicho? Deixe sua opinião nos comentários.

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pescadores da imagem de Nossa Senhora Aparecida


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Bruno Teles.

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