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Viaduto do Mercado do Peixe fecha em um sentido por 3 dias em Teresina a partir de terça (29): DNIT interdita o trecho da BR-343 no sentido Ladeira do Uruguai para ligar a pista nova do Contorno Rodoviário
Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges
Publicado em 27/09/2026 às 18:39
Atualizado em 27/09/2026 às 18:40
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O trecho do Viaduto do Mercado do Peixe no sentido Ladeira do Uruguai fica interditado de 29 de setembro a 1º de outubro; veja o desvio pela pista lateral, o motivo da obra e o que é o Contorno Rodoviário de Teresina.
O Viaduto do Mercado do Peixe, na BR-343 em Teresina, terá o trecho no sentido Ladeira do Uruguai interditado por 3 dias, de terça (29) a quinta (1º), avisa o DNIT.
O aviso do DNIT saiu na sexta-feira, 25 de setembro, às 11h46, e foi atualizado às 13h09. É uma interdição temporária, ligada à obra do Contorno Rodoviário.
Quem passa pelo Viaduto do Mercado do Peixe rumo à Ladeira do Uruguai vai ter de sair da pista principal. O caminho indicado pelo órgão é a pista lateral, com volta à BR-343 logo depois do segmento interditado.
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O que muda no Viaduto do Mercado do Peixe a partir de terça
Entre terça e quinta, conforme o aviso, o trânsito no sentido Ladeira do Uruguai não passa pelo trecho do viaduto em obra. Carro, moto, ônibus e caminhão seguem pelo desvio sinalizado.
O DNIT fala em interdição do “trecho do Viaduto do Mercado do Peixe, no sentido Ladeira do Uruguai”. O aviso trata desse sentido, e o fechamento tem data para acabar: três dias.
O prazo entre o aviso e o início do bloqueio é curto. Do dia 25 ao dia 29 são quatro dias, contando o fim de semana, para quem usa o viaduto todo dia se organizar.
As datas: 29 e 30 de setembro e 1º de outubro
O período anunciado pelo DNIT vai de terça-feira, 29 de setembro, a quinta-feira, 1º de outubro de 2026. São três dias úteis seguidos, no meio da semana, quando o movimento de ida ao trabalho é maior.
Pelo calendário, a sexta-feira, 2 de outubro, já fica fora do período informado pelo DNIT. Se a obra correr como previsto, o fim de semana começa com o viaduto liberado.
O mapa do desvio publicado pelo órgão traz, em destaque, o selo “Interdição: 03 dias”. É a mesma conta do texto do aviso, que marca o início para terça-feira (29).
Qual sentido do viaduto fica fechado
O trecho interditado é o do sentido Ladeira do Uruguai. No mapa do DNIT, o sentido aparece descrito como do Viaduto Rodoviário para a Ladeira do Uruguai, com a seta apontando para o bairro.
Na prática, é quem segue pela BR-343 em direção à Ladeira do Uruguai que vai encontrar a pista principal fechada. Para esse motorista, mostra o mapa, o desvio começa antes da estrutura.
Em nenhum trecho o texto oficial descreve fechamento do viaduto inteiro. A regra para os três dias é simples: quem vai para a Ladeira do Uruguai segue a placa de desvio, e quem vai no outro sentido segue a sinalização do local.
Por onde passar: a pista lateral
A orientação oficial é “utilizar a pista lateral e retornar à BR-343/PI após o segmento interditado”. O desvio corre ao lado da rodovia, pela via paralela, e devolve o veículo à pista principal adiante.
Ninguém é mandado para dentro dos bairros. Pelo mapa oficial, o caminho é curto e acompanha a própria BR-343, o que ajuda quem já conhece o trecho e não quer perder tempo.
O DNIT informa que o local “permanecerá devidamente sinalizado para orientar os condutores”. Na chegada, a placa manda para a lateral; no fim do trecho, outra placa leva de volta à BR.
O mapa do desvio em três passos
A arte do DNIT divide o caminho em três pontos numerados. O primeiro é a aproximação, ainda na BR-343. O segundo é a entrada na pista lateral. O terceiro é o retorno à BR.
No ponto 3, o mapa traz a instrução “Acesse novamente a BR” e completa com o pedido de retornar à rodovia “seguindo a sinalização implantada no local”. O trajeto aparece em amarelo sobre a foto aérea.
Na mesma arte, o órgão resume o recado em duas frases curtas: “Reduza a velocidade. Siga a sinalização.” No rodapé, a legenda diz “Percurso do desvio pela pista lateral”.
Por que o Viaduto do Mercado do Peixe precisa fechar
O serviço é de encaixe. Segundo o DNIT, a interdição é necessária para a “adequação da ligação entre a nova pista e o viaduto existente”. A pista nova do Contorno precisa se juntar ao viaduto que já está em uso.
O órgão explica que o trabalho garante “o encaixe adequado entre as estruturas e melhores condições de circulação no local”. É a costura entre o que foi construído agora e o que já existia.
Esse tipo de ligação mexe justamente no ponto por onde os carros passam, como mostra o próprio aviso. Por isso o fechamento é temporário e localizado, com a lateral assumindo o tráfego enquanto a equipe trabalha.
Contorno Rodoviário de Teresina duplica a BR-343 na cidade
O Contorno Rodoviário de Teresina é uma obra de duplicação da BR-343 no trecho urbano da capital. Em nota de maio, o DNIT informa que ela avança no lote 1 do contorno.
A intervenção foi incluída no Novo PAC. O objetivo declarado pelo órgão é melhorar a fluidez e a segurança viária no trecho da rodovia que atravessa a área urbana da cidade.
A interdição no Viaduto do Mercado do Peixe faz parte dessa obra. O aviso de 25 de setembro diz, com todas as letras, que a intervenção “faz parte das obras do Contorno Rodoviário de Teresina”.
Onde fica a obra: do km 341,50 ao km 346,72
Pela nota do DNIT de 22 de maio de 2026, a duplicação ocupa o segmento entre o km 341,50 e o km 346,72 da BR-343. A subtração dá 5,22 quilômetros, a extensão informada pelo órgão.
É um pedaço pequeno da rodovia. Conforme o DNIT, a BR-343 tem 738 quilômetros, e 5,22 km equivalem a menos de 1% do total (5,22 dividido por 738 dá 0,71%).
Mas é o pedaço que atravessa a área urbana, como registra a nota. Dentro de Teresina, qualquer desvio na BR-343 pesa no dia a dia de quem mora e trabalha perto da rodovia.
Quanto custa a obra do Contorno
O investimento previsto é de aproximadamente R$ 137 milhões, de acordo com a nota de maio do DNIT. O dinheiro vem do Governo Federal, por meio do Novo PAC.
Dividindo os R$ 137 milhões pelos 5,22 quilômetros, a conta dá cerca de R$ 26,2 milhões por quilômetro. A obra reúne viadutos, drenagem e pavimentação, entre outros serviços citados pelo DNIT.
É uma média simples, feita com os dois números oficiais. O custo real de cada trecho varia, porque um viaduto pesa muito mais no orçamento do que um quilômetro de pista em terreno plano.
Quantos veículos passam por ali todo dia
Cerca de 42 mil veículos, pela estimativa do DNIT, circulam diariamente pelo trecho urbano da BR-343 onde fica a obra. O número aparece na nota de maio, junto com o valor do investimento.
Se esse fluxo médio se repetir nos três dias de interdição, são perto de 126 mil passagens pelo trecho urbano entre terça e quinta (42 mil vezes 3). Nem todas passam pelo Viaduto do Mercado do Peixe, mas a conta dá a escala.
Esse volume explica o cuidado com a sinalização pedido no aviso. Com tanta gente passando, um desvio curto e bem marcado evita que o fechamento de um sentido vire fila no trecho inteiro.
Em que pé está a obra
Em maio de 2026, o DNIT informou que a duplicação chegou a 40% de execução. As equipes trabalhavam no viaduto da entrada do bairro Dirceu e retomavam terraplenagem, sub-base e base da rodovia.
A mesma nota lista o que já estava pronto: um bueiro triplo sobre o Riacho Itararé e três viadutos ferroviários concluídos. As próximas frentes citadas eram o viaduto do Dirceu, a pavimentação e a drenagem.
No subtítulo da nota, o órgão diz que a intervenção do viaduto do Dirceu integra o lote 1 da BR-343 e “deve ser concluída em 2026”. A ligação no Mercado do Peixe é mais um passo dessa sequência.
A BR-343 no mapa do Piauí
A BR-343 começa em Luís Correia, no litoral, e termina em Bertolínia, no sul do estado, passando por Teresina. São 738 quilômetros de rodovia, pela descrição do DNIT.
O órgão classifica a estrada como estratégica para a economia regional, por ligar o litoral ao interior. Por ela passa a produção agrícola piauiense, principalmente soja e milho, além de insumos e mercadorias.
A rodovia também é caminho de quem vai para a praia. O DNIT cita o acesso ao litoral e o fortalecimento do turismo entre os papéis da via.
Quando o Viaduto do Mercado do Peixe volta ao normal
O aviso é direto: “Após a conclusão dos serviços, o tráfego pelo viaduto será restabelecido normalmente”. A volta está amarrada ao fim do trabalho de encaixe entre a pista nova e o viaduto.
O período divulgado termina na quinta-feira, 1º de outubro. Se o serviço acabar dentro do prazo, a sexta-feira (2) já deve ter o Viaduto do Mercado do Peixe funcionando no sentido Ladeira do Uruguai.
Vale conferir a central de alertas do DNIT antes de sair na quinta à noite ou na sexta de manhã. Qualquer mudança de prazo sai por ali, no mesmo canal em que o aviso foi publicado.
Checklist do motorista para os três dias
Antes de sair entre terça e quinta, lembre das datas: 29 e 30 de setembro e 1º de outubro. Segundo o DNIT, o bloqueio vale para quem segue pela BR-343 no sentido Ladeira do Uruguai.
Na chegada ao viaduto, reduza a velocidade e procure a placa de desvio. Entre na pista lateral, siga por ela até o fim do segmento interditado e volte à BR-343 onde a sinalização indicar.
Saia de casa com alguns minutos de folga, principalmente no horário de pico. Um desvio curto, com muita gente passando ao mesmo tempo, tende a andar mais devagar do que a pista principal.
Motociclista e motorista de caminhão devem ter cuidado na entrada e na saída da lateral, onde os veículos se juntam. O DNIT pede que os condutores “redobrem a atenção e respeitem a sinalização implantada no local”.
Quem mais sente a interdição
Quem mais sente é quem faz o caminho todo dia: o morador da região da Ladeira do Uruguai, quem trabalha perto do Mercado do Peixe e quem cruza Teresina pela BR-343.
Para esse público, o recado da semana é um só. Durante três dias, conforme o aviso, o viaduto no sentido Ladeira do Uruguai sai de cena e a pista lateral vira o caminho, com retorno à BR logo adiante.
Depois disso, a expectativa oficial é o tráfego voltar ao normal, agora com a pista nova do Contorno encaixada no viaduto existente, mais um trecho de uma obra de 5,22 quilômetros ainda em andamento.
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(BR-230
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

