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Brava Energia abre vaga de técnico de elétrica e instrumentação offshore com R$ 2.500 em vale-refeição e alimentação e cadastro até 8 de novembro

Brava Energia abre vaga de técnico de elétrica e instrumentação offshore com R$ 2.500 em vale-refeição e alimentação e cadastro até 8 de novembro

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Brava Energia abre vaga de técnico de elétrica e instrumentação offshore com R$ 2.500 em vale-refeição e alimentação e cadastro até 8 de novembro

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 02/10/2026 às 14:31

Vagas Offshore e Onshore

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Profissional da Brava Energia manobra uma válvula, com o mar ao fundo. Foto: Divulgação / Brava Energia

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A vaga de técnico de elétrica e instrumentação offshore da Brava Energia pede curso técnico com registro ativo, 5 anos de experiência e quatro certificados válidos, entre eles NR-10 SEP, CBSP e HUET.

A Brava Energia abriu vaga de técnico de elétrica e instrumentação offshore com cadastro na Gupy até 8 de novembro. O pacote publicado inclui R$ 2.500 em vale-refeição e alimentação, R$ 600 em cartão flexível e PLR.

A vaga foi publicada em 15 de setembro de 2026 na página oficial da Brava Energia na Gupy e seguia aberta nesta sexta-feira (2). Ali, a empresa se apresenta como “a Companhia independente de óleo e gás mais diversificada do Brasil”.

Conforme a data final registrada na Gupy, de 2 de outubro a 8 de novembro de 2026 são 38 dias corridos, contando os dois dias.

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O que faz o técnico de elétrica e instrumentação offshore

A missão do cargo, descreve a Brava Energia, é garantir “a integridade, confiabilidade e disponibilidade dos sistemas elétricos e de instrumentação da unidade offshore”.

Profissionais da Brava Energia em área de processo de uma unidade da empresa. Foto: Divulgação / Brava Energia

Isso passa por instalação, inspeção, manutenção e reparo. O técnico de elétrica e instrumentação offshore também deve atuar como “referência técnica em sistemas elétricos de maior complexidade, incluindo alta tensão”, detalha a vaga.

A lista de tarefas cobre geração de energia, sistemas UPS e redes de distribuição. O profissional opera, monitora, testa e mantém esses sistemas, sempre dentro da NR-10, segundo a Brava Energia.

UPS é a sigla em inglês para fonte de alimentação ininterrupta. Numa unidade no mar, é ela que segura a energia de equipamentos críticos, como controle e segurança, quando a geração principal cai.

Diagrama unifilar, isolamento e caça a falhas

Pela Gupy, o técnico precisa saber “interpretar e utilizar corretamente diagramas unifilares”. O diagrama unifilar é o mapa da instalação elétrica: mostra geradores, painéis e cargas com uma linha só por circuito.

Outra tarefa é executar isolamentos elétricos “de forma segura”. Isolar é desligar e bloquear um circuito antes da intervenção, para que ninguém fique exposto à energia durante o serviço.

O cargo inclui ainda monitoramento de condição, diagnóstico de falhas e solução de problemas em redes de distribuição e instrumentos de controle, informa a vaga.

Segundo a vaga, o técnico mantém os registros da área de Elétrica e Instrumentação, chamada de E&I, e reporta status, intervenções e modificações ao superior imediato. A vaga também prevê movimentação manual de cargas ligadas à função.

O papel de REP: responsável pela elétrica a bordo

A primeira responsabilidade listada na vaga é atuar como Pessoa Responsável pela Elétrica, o REP. Nessa função, o técnico garante a conformidade das atividades em instalações elétricas críticas e em sistemas de média e alta tensão.

Experiência anterior como REP conta como diferencial, mostra a Gupy. Quem já assumiu essa responsabilidade em outra instalação sai na frente na seleção.

Requisitos: técnico com registro ativo e 5 anos de experiência

A formação pedida é de técnico em Eletrotécnica, Instrumentação, Automação Industrial ou áreas correlatas, com registro ativo no CFT ou no CREA, informa a Brava Energia.

Segundo a Brava Energia, a experiência mínima é de 5 anos em manutenção elétrica e instrumentação industrial. Experiência offshore aparece como desejável, ao lado de atuação em geração, distribuição elétrica, UPS, instrumentação e sistemas de média e alta tensão.

Esse desenho abre a vaga de técnico de elétrica e instrumentação offshore para quem vem da indústria em terra. Quem soma os 5 anos de manutenção elétrica e instrumentação industrial e tem os certificados pode disputar a vaga mesmo sem ter embarcado.

O bloco de diferenciais, mostra a Gupy, cita atuação em unidade offshore do tipo FPSO e conhecimento de sistemas de potência, automação e gestão de manutenção.

NR-10, NR-10 SEP, CBSP e HUET: os quatro certificados

A vaga de técnico de elétrica e instrumentação offshore exige quatro certificados “válidos”. Cada um cobre um risco diferente do trabalho embarcado.

O NR-10 SEP conversa com o pedido de experiência em média e alta tensão. Já o CBSP e o HUET são a porta de entrada de qualquer embarque.

Como a Brava Energia exige os quatro em dia, vale checar a validade de cada um antes do cadastro. Esses cursos têm reciclagem periódica.

Benefícios: R$ 2.500 em refeição e alimentação, PLR e previdência

Os benefícios aparecem no fim do anúncio, com valores em reais para parte deles, conforme a Brava Energia. Todos os itens abaixo estão publicados na Gupy.

São 12 itens na lista. Na conta da redação, o vale-refeição e alimentação e o cartão flexível somam R$ 3.100. Os dois itens anuais, cartão aniversário e cesta de Natal, somam R$ 1.350.

Seis etapas, do cadastro à contratação

O processo seletivo tem seis fases, registra a Gupy. As duas primeiras são feitas pelo candidato na plataforma; as entrevistas são conduzidas pela Brava Energia.

  1. Cadastro
  2. Dados complementares
  3. Entrevista com o RH
  4. Entrevista com a liderança
  5. Entrevista de interfaces
  6. Contratação

O posto é de contratação efetiva e presencial, mostra a Gupy. O motivo registrado para a abertura é aumento de quadro, e a vaga também é marcada como aberta a pessoas com deficiência.

O endereço que a Gupy registra é a Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro. O trabalho descrito, porém, é o da unidade offshore, com a manutenção dos sistemas elétricos e de instrumentação a bordo.

Onde a Brava Energia opera no mar

No site oficial, a Brava Energia diz ter 8 ativos produtores, em terra e no mar. Entre os ativos no mar estão Atlanta, na Bacia de Santos, e Papa-Terra, na Bacia de Campos.

Atlanta fica em lâmina d’água de 1.500 metros, e a Brava Energia tem 80% de participação.

O FPSO Atlanta, que começou a produzir no fim de 2024, tem capacidade de até 50 mil barris por dia e armazena até 1,3 milhão de barris, segundo a empresa.

Papa-Terra está em 1.200 metros de lâmina d’água, com 62,5% de participação da Brava. O campo produz com um FPSO e uma plataforma TLWP, detalha o site.

A empresa opera ainda plataformas fixas em águas rasas, informa o site. Peroá, no Espírito Santo, é não tripulada. A PMNT-1, de Manati, fica a 10 km da costa de Salvador, e Pescada tem três plataformas no Rio Grande do Norte.

FPSO e TLWP: os dois tipos de unidade

O FPSO é um navio-plataforma que produz, armazena e transfere petróleo. Ele recebe o óleo dos poços e separa óleo, gás e água. O petróleo fica no casco até a chegada de um navio aliviador.

Navio-plataforma do tipo FPSO em foto publicada pela Brava Energia. Foto: Divulgação / Brava Energia

A TLWP é uma plataforma flutuante presa ao fundo por tendões esticados, o que a deixa quase sem movimento vertical. Isso permite manter as cabeças dos poços na própria plataforma.

Nas duas unidades, a parte elétrica é uma pequena usina. Há geração própria, distribuição em média tensão e motores grandes. Instrumentos medem pressão, vazão e nível o tempo todo.

Campanha de perfuração em 2026 e 2027

Em 30 de março de 2026, a Brava Energia anunciou uma campanha de perfuração de quatro poços, dois em Papa-Terra e dois em Atlanta. O trabalho usa a sonda Lone Star, operada pela Constellation.

Pelo cronograma divulgado pela empresa, os dois poços de Papa-Terra seriam perfurados de março a setembro, com primeiro óleo previsto para o quarto trimestre de 2026. Em outubro, a sonda seguiria para Atlanta, com primeiro óleo previsto para o segundo trimestre de 2027.

Em 2025, a produção média da Brava Energia passou de 81 mil barris de óleo equivalente por dia, alta de 46% sobre 2024, informa a empresa.

Quem acompanha o setor pode ler sobre os planos de produção da Brava Energia em Atlanta e Papa-Terra. Vale ver também a vaga de eletroeletrônico offshore da Constellation.

Como se candidatar passo a passo

  1. Separe o certificado do curso técnico e o comprovante de registro ativo no CFT ou no CREA.
  2. Confira a validade de NR-10, NR-10 SEP, CBSP e HUET.
  3. Entre na página da vaga na Gupy da Brava Energia.
  4. Faça o cadastro e preencha a etapa de dados complementares.
  5. Conclua a candidatura até domingo, 8 de novembro.
Profissionais da Brava Energia no convés de uma unidade no mar. Foto: Divulgação / Brava Energia

No currículo, vale detalhar os 5 anos de manutenção, com os sistemas e as tensões em que já trabalhou. Passagens como REP ou em FPSO também devem aparecer.

Inscrições para técnico de elétrica e instrumentação offshore vão até 8 de novembro

O cadastro é feito só pela página da Brava Energia na Gupy, que registra como data final o domingo, 8 de novembro de 2026.

Para a vaga de técnico de elétrica e instrumentação offshore, a Brava Energia pede curso técnico com registro ativo e 5 anos de experiência. Os quatro certificados, NR-10, NR-10 SEP, CBSP e HUET, precisam estar válidos.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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