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Comércio do Maranhão prevê contratações no fim do ano após perda de empregos

Comércio do Maranhão prevê contratações no fim do ano após perda de empregos

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Comércio do Maranhão prevê contratações no fim do ano após perda de empregos

Escrito por Fabio Lucas Carvalho

Publicado em 30/10/2026 às 23:33

Vagas de Emprego

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Comércio varejista do Maranhão projeta novas contratações para o último trimestre de 2026, com maior concentração em São Luís, enquanto empresários demonstram cautela diante da economia e reduzem investimentos após perdas de empregos no ano.

O comércio do Maranhão deve contratar no último trimestre de 2026, segundo projeção da Fecomércio-MA. A expectativa de reforço nas equipes ocorre após o varejo acumular perdas de empregos formais entre janeiro e agosto.

São Luís concentra previsão de vagas

Segundo o g1, a estimativa aponta abertura de 1.088 vagas formais no estado entre outubro e dezembro. Desse total, 888 devem ficar em São Luís.

A projeção é da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão. Os números representam uma expectativa de contratação para o período.

Entre janeiro e agosto, o comércio varejista registrou saldo negativo de 386 empregos no Maranhão. Na capital, a perda foi de 1.210 postos formais.

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Fabio Lucas Carvalho

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Intenção de contratar avança

O levantamento considera o Índice de Confiança do Empresário do Comércio de São Luís. Em outubro, o indicador alcançou 113,6 pontos, ante 109,5 pontos no mesmo mês de 2025, avanço de 3,7%.

A intenção de contratação aumentou 2,1%, passando de 131 para 133,7 pontos. Segundo a Fecomércio-MA, 61,3% dos empresários entrevistados pretendem ampliar discretamente o quadro de funcionários.

A disposição para contratar convive com avaliações negativas: 69,9% dos participantes disseram que a economia brasileira piorou. Outros 55,5% consideraram que as condições do comércio se deterioraram.

Investimentos recuam entre comerciantes

O indicador de investimentos caiu 2%, de 99,3 para 97,3 pontos. Além disso, 50,2% dos comerciantes informaram ter reduzido os investimentos.

Já o indicador de condições atuais ficou em 84,8 pontos, abaixo da marca de 100 pontos, apresentada no levantamento como o nível que indica satisfação.

Para Maurício Feijó, presidente da Fecomércio-MA, as empresas devem priorizar eficiência operacional e rentabilidade no trimestre. Ele avalia que o reforço das equipes exige cautela com custos e incertezas do mercado.

Contratações anteriores foram seguidas por cortes

Os dados do Novo Caged mostram que o varejo maranhense abriu 1.066 postos no quarto trimestre de 2025, sendo 870 na capital.

No primeiro trimestre de 2026, porém, houve saldo negativo de 2.282 empregos no estado e de 1.155 em São Luís.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Fabio Lucas Carvalho.

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