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DAH Solar apresenta solução modular de 1,5 kW e 2 kW para instalações de até 7,5 kW no Brasil, com controle da energia enviada à rede e possibilidade de integração com baterias

DAH Solar apresenta solução modular de 1,5 kW e 2 kW para instalações de até 7,5 kW no Brasil, com controle da energia enviada à rede e possibilidade de integração com baterias

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DAH Solar apresenta solução modular de 1,5 kW e 2 kW para instalações de até 7,5 kW no Brasil, com controle da energia enviada à rede e possibilidade de integração com baterias

Escrito por Felipe Alves da Silva

Publicado em 15/10/2026 às 22:58

Atualizado em 15/10/2026 às 23:01

Energia Renovável

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Sistema SolarUnit da DAH Solar permite combinar unidades de 1,5 kW e 2 kW para instalações fotovoltaicas de até 7,5 kW, com recursos de gerenciamento de energia. Imagem ilustrativa criada por IA.

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Sistema SolarUnit permite combinar unidades independentes de geração fotovoltaica em residências e pequenos comércios, com recursos de monitoramento e limitação de exportação para projetos enquadrados no Fast Track.

A DAH Solar apresentou no Brasil novas possibilidades de aplicação do sistema SolarUnit, uma solução modular de energia fotovoltaica que utiliza unidades de 1,5 kW e 2 kW para formar instalações de até 7,5 kW de potência. A tecnologia permite ajustar a capacidade do sistema ao consumo de residências e pequenos estabelecimentos comerciais, com recursos para controlar a quantidade de eletricidade enviada à rede de distribuição.

A proposta foi detalhada pelo gerente técnico da fabricante para a América Latina, Phiilipe Boaventura, em reportagem publicada pelo Canal Solar em 15 de outubro de 2026.

O principal diferencial está na flexibilidade de configuração. Em vez de depender de uma única unidade de conversão para toda a instalação, o SolarUnit permite combinar equipamentos independentes de acordo com a potência necessária.

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A solução também pode ser aplicada em projetos que buscam o enquadramento no procedimento simplificado conhecido como Fast Track, desde que atendam às exigências técnicas e regulatórias.

Cinco unidades de 1,5 kW ou uma combinação de 1,5 kW e 2 kW permitem alcançar 7,5 kW

Segundo a DAH Solar, os modelos SolarUnit disponíveis no mercado brasileiro incluem versões de 1,5 kW e 2 kW.

A arquitetura modular possibilita diferentes combinações para alcançar uma potência total de 7,5 kW.

Uma instalação pode utilizar cinco unidades de 1,5 kW. Outra configuração possível reúne três unidades de 2 kW e uma unidade de 1,5 kW.

Nos dois casos, a soma das potências é de 7,5 kW.

Cada unidade funciona de maneira independente, característica que permite distribuir a geração conforme as necessidades do imóvel.

A autonomia entre os módulos também reduz o impacto que a indisponibilidade de uma unidade pode causar sobre o restante do sistema, segundo a fabricante.

O dimensionamento, porém, precisa considerar o consumo de eletricidade da residência ou do estabelecimento, as características da conexão e as condições de instalação.

Sistema permite controlar exportação de energia e monitorar consumo elétrico

Outro recurso destacado pela empresa é o gerenciamento da potência entregue à rede.

O SolarUnit utiliza uma unidade de transferência de dados, chamada DTU, associada a transformadores de corrente (TCs), para monitorar o fluxo de eletricidade.

Com esses equipamentos, o sistema pode ajustar sua operação e limitar a exportação de energia quando essa configuração for necessária.

A funcionalidade é especialmente relevante em locais onde a chamada inversão de fluxo de potência se tornou um obstáculo para novas conexões de geração distribuída.

Segundo Boaventura, Minas Gerais está entre os exemplos de regiões nas quais esse problema ganhou importância.

A inversão ocorre quando a eletricidade injetada por sistemas de geração distribuída altera o sentido habitual do fluxo em determinados trechos da rede, podendo exigir avaliações e adequações técnicas.

O controle de exportação oferece uma alternativa de gerenciamento da energia produzida, mas não elimina automaticamente exigências da distribuidora.

Fast Track exige limite de 7,5 kW e condições específicas de autoconsumo

O procedimento Fast Track busca simplificar a análise de conexão de determinados sistemas de microgeração distribuída de pequeno porte.

Para o enquadramento tratado pela DAH Solar, é necessário respeitar o limite de 7,5 kW de potência instalada de geração e atender às demais condições exigidas para o autoconsumo local.

A fabricante destaca que o consumidor enquadrado nessa modalidade não poderá alocar ou realocar excedentes ou créditos de energia para outra unidade consumidora.

Esse detalhe é importante para quem pretende instalar painéis solares em uma residência e utilizar eventuais créditos em outro imóvel.

O planejamento precisa considerar quanto da eletricidade será efetivamente consumido no próprio local.

Ter equipamentos que somam 7,5 kW não garante, por si só, aprovação no Fast Track. A configuração elétrica, os dispositivos de medição, a capacidade de conexão e as demais exigências aplicáveis também precisam ser verificados.

Baterias poderão armazenar parte da eletricidade produzida durante o dia

A DAH Solar também aponta a possibilidade de integrar o SolarUnit a sistemas de armazenamento de energia.

Segundo a fabricante, a combinação com baterias e um equipamento de conversão denominado Smart PCS permite guardar parte da eletricidade excedente para utilização posterior.

Em uma residência, por exemplo, o armazenamento pode aumentar o aproveitamento local da energia produzida durante os períodos de maior incidência solar.

Essa possibilidade depende da configuração escolhida e da instalação dos equipamentos adicionais necessários. Não significa que todos os sistemas SolarUnit sejam vendidos com bateria integrada.

A companhia não informou, na apresentação divulgada pelo Canal Solar, preços de aquisição, custos de instalação ou estimativas de economia na conta de luz.

Para consumidores e integradores, a principal novidade está na possibilidade de configurar pequenos projetos de energia solar com maior flexibilidade, monitoramento e gerenciamento da potência.

O próximo passo para quem pretende adotar essa arquitetura é verificar as características técnicas do imóvel e as condições de conexão aplicáveis à distribuidora.

A solução amplia as alternativas de dimensionamento, mas o benefício econômico dependerá do consumo, do investimento e do desempenho real da instalação.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Felipe Alves da Silva.

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