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ETM fecha novo contrato com a Petrobras e volta à refinaria de Cubatão, que responde por cerca de 11% dos derivados da companhia

ETM fecha novo contrato com a Petrobras e volta à refinaria de Cubatão, que responde por cerca de 11% dos derivados da companhia

SP

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ETM fecha novo contrato com a Petrobras e volta à refinaria de Cubatão, que responde por cerca de 11% dos derivados da companhia

Escrito por Paulo Nogueira

Publicado em 05/10/2026 às 10:01

Atualizado em 05/10/2026 às 10:12

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ETM anuncia contrato com a Petrobras para o projeto RPBC Revamp UFCC – Máquinas, em Cubatão. Imagem ilustrativa.

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Por que a expectativa de contratações de mão de obra e o retorno da ETM a Cubatão chama atenção? Novo contrato com a Petrobras abrange obras, testes e operação assistida na RPBC, uma refinaria com capacidade para processar 180 mil barris por dia.

A ETM Engenharia vai voltar à RPBC, em Cubatão. Um novo contrato com a Petrobras coloca a empresa à frente de obras e serviços na refinaria paulista.

O anúncio saiu na sexta-feira, 2 de outubro de 2026, pela ETM. A empresa apresentou o escopo do projeto e relembrou sua passagem pela refinaria.

Não é a primeira vez. A ETM já executou contratos na unidade e agora retorna para o Projeto RPBC Revamp UFCC – Máquinas, dentro da modalidade EPC. Está curioso sobre a estrutura da Refinaria, assista o vídeo à seguir:

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O Portal da Transparência da Petrobras com filtro de pesquisa sob o CNPJ 90952748000187, ainda consta o ultimo contrato com a ETM, talvez devido as eleições a pagina ainda não foi atualizada com essa nova celebração.

Com quase 50 anos de trajetória, a companhia trata o acordo como mais um avanço em projetos industriais de grande porte. O trabalho envolve várias etapas.

Da engenharia à operação assistida, o escopo vai além da montagem. A atuação prevista inclui obras, testes e acompanhamento da entrada em funcionamento.

Contrato da ETM com a Petrobras vai do projeto ao apoio à operação

O ponto de partida é o detalhamento do projeto executivo. Depois, o escopo contempla construção civil e montagem eletromecânica na refinaria de Cubatão.

Também entram comissionamento e testes, além do apoio à partida. Ou seja, o contrato prevê participação da ETM nas etapas de preparação para a operação.

Na sequência, a empresa terá serviços de operação assistida e assistência técnica. A documentação final também integra as entregas previstas no acordo.

A UFCC é a unidade de craqueamento catalítico fluido. Ela já passou por intervenções na parada de 2023, quando a Petrobras modernizou áreas da refinaria.

Por enquanto, o comunicado não detalha o valor do contrato nem o prazo das obras. Também não apresenta uma estimativa de contratações para esse projeto.

RPBC liga a história de Cubatão ao abastecimento de combustíveis

A história ajuda a entender o peso desse retorno. Inaugurada em 16 de abril de 1955, a RPBC foi a primeira grande refinaria construída pela Petrobras.

Desde então, a unidade acompanha a transformação de Cubatão. Sua instalação ajudou a impulsionar o polo industrial e a indústria nacional de petróleo.

Hoje, segundo a ETM, a refinaria pode processar 180 mil barris por dia. A empresa atribui à RPBC cerca de 11% da produção de derivados da Petrobras.

Esse alcance aparece no destino dos produtos. A Grande São Paulo recebe a maior parte, mas a RPBC também atende outras regiões e a Baixada Santista.

Gasolina, diesel e gás de cozinha fazem parte dessa produção. A unidade também fornece gasolina de aviação, solventes e combustíveis especiais ao mercado.

Novo projeto chega após outras intervenções na refinaria

Antes do novo contrato, a RPBC já havia recebido outras intervenções. Em 2023, a Petrobras informou R$ 720 milhões em uma grande parada de manutenção.

Naquela mobilização, mais de 6,5 mil pessoas trabalharam em sete unidades operacionais. Entre os serviços, houve troca de reatores de coque na refinaria.

Já em junho de 2024, veio outro anúncio: cerca de R$ 500 milhões para uma parada com previsão de 70 dias, incluindo manutenção e melhorias na destilação V.

Em outro contrato, a Engeman assumiu serviços de operação, manutenção e logística na RPBC. O acordo de R$ 60 milhões previa cinco anos, conforme o CPG.

E você, acompanha as obras nas refinarias brasileiras? Conte nos comentários qual mudança considera mais importante para o futuro do refino no país.


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Paulo Nogueira.

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