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Ferry-boat São Domingos afunda com 11 pessoas a bordo na Baía do Marajó; todas são resgatadas com vida e a Marinha abre inquérito

Ferry-boat São Domingos afunda com 11 pessoas a bordo na Baía do Marajó; todas são resgatadas com vida e a Marinha abre inquérito

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Ferry-boat São Domingos afunda com 11 pessoas a bordo na Baía do Marajó; todas são resgatadas com vida e a Marinha abre inquérito

Escrito por Maria Heloisa Barbosa Borges

Publicado em 23/10/2026 às 11:36

Atualizado em 23/10/2026 às 11:37

Indústria Naval

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Ferry-boat Antônio Teixeira Gueiros na travessia Icoaraci-Camará, no Pará, em foto de fevereiro de 2026. A imagem é ilustrativa: não é o São Domingos, que afundou. Foto: Divulgação/Agência Pará

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O ferry-boat São Domingos saiu de Belém rumo a Breves e afundou em frente a Vila do Conde, em Barcarena. A Marinha instaurou inquérito para apurar as causas.

O ferry-boat São Domingos afundou na noite de quarta-feira (21), na Baía do Marajó. O local fica em frente a Vila do Conde, em Barcarena, na Região Metropolitana de Belém. Segundo o O Liberal, a Marinha instaurou um inquérito para apurar as causas e as circunstâncias do naufrágio. O inquérito é sobre “Acidentes e Fatos da Navegação”.

Quantas pessoas estavam a bordo e quem fez o resgate?

Eram 11 pessoas a bordo: quatro tripulantes e sete passageiros, segundo o O Liberal de 21/10. O ferry-boat São Domingos fazia a travessia de Belém para Breves, na Baía do Marajó, quando afundou.

Obras do Terminal Hidroviário de Breves, no Marajó, em setembro de 2026. Breves era o destino do ferry-boat São Domingos, que saiu de Belém. Foto: Divulgação/Agência Pará

Todas as 11 pessoas foram resgatadas com vida. Segundo o O Liberal de 22/10, o resgate teve o auxílio da lancha Serve Porto 8, que atua perto do Porto de Vila do Conde.

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Qual é o nome do barco?

O ferry-boat São Domingos aparece com dois nomes nas reportagens do O Liberal sobre o naufrágio na Baía do Marajó. Na edição de 21/10, o jornal escreveu São Domingos V; na de 22/10, São Domingos VI. O DOL usou apenas São Domingos e informou, na noite de 21, que não havia registro de pessoas desaparecidas.

O que a Marinha informou sobre a causa?

A causa do naufrágio do ferry-boat São Domingos segue em apuração. Em nota divulgada na quinta-feira (22), a Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR) disse que adotou a fiscalização logo após o acidente. Segundo o O Liberal de 22/10, a equipe não identificou indícios de poluição hídrica na inspeção da área do naufrágio na Baía do Marajó.

Fiscalização de embarcação na Operação Semana Santa Fluvial 2026, ação integrada da qual participou a Capitania dos Portos (CPAOR), em abril. A foto é ilustrativa e não mostra o naufrágio. Foto: Divulgação/Agência Pará

O inquérito, conduzido pela Capitania dos Portos, deverá reunir informações para esclarecer o que provocou o naufrágio e as circunstâncias em que ocorreu. Até agora, as causas do acidente em Vila do Conde não têm explicação oficial.

O que acontece com a embarcação agora?

A embarcação pertence à empresa TD Navegação Amazonas. De acordo com a Marinha, a proprietária será notificada para fazer a reflutuação do ferry-boat São Domingos. Ou seja, a embarcação deve ser retirada do fundo da água, em frente a Vila do Conde. Os prejuízos relatados até agora são materiais.

Quem tiver informação pode ligar para o Disque Emergências Marítimas e Fluviais, no número 185. A CPAOR também pode ser acionada pelos telefones (91) 3218-3950 e (91) 98134-3000, este último com atendimento por WhatsApp.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Maria Heloisa Barbosa Borges.

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