A candidata a vice-governadora do Acre, Jéssica Sales (MDB), votou na manhã deste domingo (25) na Escola Flodoardo Cabral, em Cruzeiro do Sul, acompanhada dos pais. O ex-governador Gladson Cameli, que havia sido anunciado inicialmente como acompanhante, não esteve com a candidata no momento da votação.
Após votar, Jéssica falou sobre a campanha ao lado de Mailza Assis, a expectativa para o resultado do segundo turno e a possibilidade de assumir a Secretaria de Estado de Saúde em um eventual governo.
A candidata classificou o dia como histórico e destacou o trabalho realizado durante a campanha eleitoral.
“É um dia histórico para todos os acreanos, principalmente para mim e para a Mailza, que há mais de 45 dias estamos levando nossas propostas para toda a população. Tenho muita certeza de que, se Deus quiser, vamos ter êxito, porque o Acre só tem a avançar. São duas mulheres que já têm serviços prestados e, além disso, têm capacidade, humildade e muita responsabilidade para governar este estado”, afirmou.
Jéssica também atribuiu sua trajetória política à fé e disse acreditar que está cumprindo uma missão.
“É o que eu sinto, é o propósito que a gente tem, essa é uma missão. Deus faz tudo no tempo dele. Não fui reeleita deputada federal, não fui prefeita, mas agora, se Deus quiser, serei vice-governadora deste estado. Tudo no tempo de Deus”, declarou.
Jéssica Sales fala sobre possibilidade de assumir a Saúde
Questionada sobre a possibilidade de comandar a Secretaria de Estado de Saúde, Jéssica afirmou que está preparada para assumir a função, caso receba um convite da governadora.
“Se a governadora assim desejar e me convidar, estou pronta para servir à nossa população, seja como vice-governadora atuante ao lado dela, seja no cargo de secretária de Saúde. Eu me sinto completamente capacitada, sempre colocando o povo à frente e tentando resolver os problemas. É isso que faz um bom gestor”, disse.
Comemoração deve começar em Cruzeiro do Sul
A candidata também revelou os planos para a comemoração em caso de vitória da chapa. Segundo ela, a programação deve começar em Cruzeiro do Sul, na casa dos pais, seguindo uma tradição familiar.
“A festa, se Deus quiser, vai começar aqui. Combinei com a governadora de esperar o resultado aqui, mas, se Deus quiser, vamos seguir com a vitória, também agradecendo ao povo de Rio Branco, na capital, e estando com ela”, afirmou.
Jéssica explicou que a comemoração inicial será realizada na Avenida Coronel Mâncio Lima, em frente à casa de seus pais.
“Vai começar como a tradição sempre foi, lá em frente à casa do povo, à casa dos meus pais. Sempre foi ali, na avenida mesmo, Coronel Mâncio Lima, e ali vamos iniciar”, declarou.
Candidata destaca influência dos pais em sua trajetória
Ao votar acompanhada dos pais, Jéssica destacou a importância dos ensinamentos familiares para sua atuação na política. Segundo ela, a experiência de vida e os valores transmitidos por eles contribuíram para desenvolver um olhar mais sensível às necessidades da população.
“Sem os ensinamentos deles, hoje eu não seria a Jéssica com esse olhar sensível e humano para as pessoas. Quem quer ser político precisa ter em mente o seguinte: se você quiser enriquecer, não vai fazer coisas boas nem o bem para a população. O mandato é para servir”, afirmou.
A candidata também ressaltou que, mesmo estando há quatro anos sem mandato, acredita que a população continua reconhecendo seu trabalho como deputada federal.
“Eu sempre vi isso nos meus pais e hoje sou essa pessoa graças a esses ensinamentos. Mesmo sem mandato, já faz quatro anos que estou nessa situação, mas a população nunca esqueceu o mandato que exerci como deputada federal. Isso ficou para a história e, se Deus quiser, também ficará no governo de Mailza e Jéssica Sales”, declarou.
Jéssica pede participação dos eleitores
Ao comentar a abstenção registrada no primeiro turno, quando mais de 125 mil eleitores deixaram de votar no Acre, a candidata pediu que a população compareça às urnas e exerça o direito ao voto.
“Eu peço que você vá lá e exerça seu dever de cidadão. Isso é democracia. Se você não vota, deixa de exercer esse direito. É por meio da política que as ações chegam ao estado, à saúde, à agricultura e a qualquer outro órgão. Você precisa dar seu voto e exercer seu direito para depois poder cobrar de quem elegeu”, concluiu.
Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por ac24horas.

