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Marinha do Brasil incorpora Navio-Patrulha Mangaratiba para proteger plataformas de petróleo e atuar em rios e no mar

Marinha do Brasil incorpora Navio-Patrulha Mangaratiba para proteger plataformas de petróleo e atuar em rios e no mar

RJ

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Marinha do Brasil incorpora Navio-Patrulha Mangaratiba para proteger plataformas de petróleo e atuar em rios e no mar

Escrito por Ruth Rodrigues

Publicado em 31/10/2026 às 14:45

Atualizado em 31/10/2026 às 14:46

Indústria Naval

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Navio-Patrulha Mangaratiba passa a integrar a frota da Marinha do Brasil e será utilizado em operações de segurança, salvamento e apoio a regiões isoladas. Imagem: Marinha do Brasil

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Navio-Patrulha Mangaratiba passa a integrar a frota da Marinha do Brasil e será utilizado em operações de segurança, salvamento e apoio a regiões isoladas.

A Marinha do Brasil incorporou à sua frota, na sexta-feira (30 de outubro), o Navio-Patrulha Mangaratiba, construído no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. A embarcação ficará sob responsabilidade do 4º Distrito Naval, sediado em Belém (PA), e deverá cumprir missões de segurança, busca e salvamento, proteção de plataformas de petróleo e gás e assistência a populações de localidades isoladas. Projetado para navegar em rios e no mar, o navio conta com equipamentos destinados ao monitoramento do ambiente e à comunicação durante as operações.

Navio-Patrulha Mangaratiba contará com comunicação por satélite

Uma das tecnologias presentes no Mangaratiba é o Sistema de Comunicação por Satélite em Banda X, desenvolvido para permitir a troca de informações com os comandos superiores da Marinha por meio de conexões seguras e de longo alcance.

O equipamento tem importância especial para as atividades do 4º Distrito Naval, que incluem operações em localidades distantes. Nessas situações, a possibilidade de estabelecer contato por satélite é um dos recursos disponíveis para a comunicação entre a embarcação e os comandos da Força Naval.

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A tecnologia faz parte dos equipamentos instalados no navio para atender às diferentes necessidades de suas missões.

Imagem: Segundo-Sargento Carlos/Marinha do Brasil

Construído nas instalações do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, o Mangaratiba possui 54,2 metros de extensão e desloca cerca de 500 toneladas.

Sua estrutura permite a navegação em ambientes fluviais e marítimos, ampliando as possibilidades de emprego da embarcação nas atividades previstas para o distrito naval responsável por sua operação.

Entre essas atribuições estão o patrulhamento e a proteção de plataformas utilizadas pelo setor de petróleo e gás. O navio também poderá participar de ações de socorro e de apoio à população em regiões isoladas.

Tecnologia desenvolvida pela Marinha reúne informações durante a navegação

Além da comunicação por satélite, o Mangaratiba dispõe do SisC2Geo, uma solução tecnológica criada pelo Instituto de Pesquisas da Marinha.

Por meio desse sistema, a tripulação pode consultar, de maneira integrada, informações provenientes de diferentes equipamentos instalados a bordo, incluindo os utilizados na navegação e na identificação das condições ao redor do navio.

Imagem: Segundo-Sargento Carlos/Marinha do Brasil

Os dados captados por sensores e radares também fazem parte desse conjunto, permitindo acompanhar o ambiente próximo à embarcação durante suas atividades operacionais.

O SisC2Geo integra, assim, os recursos tecnológicos disponíveis aos militares responsáveis pela condução do Mangaratiba.

Com a entrada do Mangaratiba em serviço, a Marinha passa a contar com mais uma embarcação para desempenhar as atividades previstas na área de responsabilidade do 4º Distrito Naval.

A combinação entre navegação marítima e fluvial, equipamentos de monitoramento e comunicação por satélite reúne características importantes para as tarefas atribuídas ao navio.

A atuação prevista abrange desde a vigilância de plataformas de petróleo e gás até o atendimento de ocorrências que exijam busca, salvamento ou assistência a comunidades em áreas afastadas.

Fonte

CNN Brasil


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Ruth Rodrigues.

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