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MSC encomenda seis porta-contêineres de 21.700 TEUs movidos a GNL em negócio estimado em US$ 1,4 bilhão

MSC encomenda seis porta-contêineres de 21.700 TEUs movidos a GNL em negócio estimado em US$ 1,4 bilhão

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MSC encomenda seis porta-contêineres de 21.700 TEUs movidos a GNL em negócio estimado em US$ 1,4 bilhão

Escrito por Ruth Rodrigues

Publicado em 02/10/2026 às 21:06

Atualizado em 02/10/2026 às 21:07

Indústria Naval

Canal

MSC encomenda mais seis porta-contêineres de 21.700 TEUs movidos a GNL, em investimento estimado em US$ 1,4 bilhão, com entregas previstas até 2030. (Imagem ilustrativa feita com IA)

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MSC encomenda mais seis porta-contêineres de 21.700 TEUs movidos a GNL, em investimento estimado em US$ 1,4 bilhão, com entregas previstas até 2030.

A MSC acrescentou mais seis porta-contêineres de 21.700 TEUs movidos a GNL à sua carteira de novas construções, em uma encomenda avaliada em aproximadamente US$ 1,4 bilhão. Segundo dados da Alphaliner, as embarcações serão construídas no estaleiro Zhoushan Changhong International, na China, e ampliarão uma série que já vinha sendo contratada pela companhia, com entregas programadas até 2030.

Considerando preços atuais próximos de US$ 235 milhões por unidade, o novo lote adiciona 130.200 TEUs à capacidade contratada pela armadora. Com isso, a frota que já está em operação somada aos pedidos firmes alcança aproximadamente 10,47 milhões de TEUs.

Série da MSC na China chegará a 30 navios

Os seis novos porta-contêineres farão parte de um projeto desenvolvido pela CIMC ORIC. Antes desse novo pedido, a MSC já havia contratado 24 embarcações de 21.700 TEUs no mesmo estaleiro.

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Com a ampliação, a série passa a reunir 30 unidades, reforçando a carteira de construção da companhia para os próximos anos.

Os principais números do novo pedido são:

Carteira de novos navios se aproxima de 3 milhões de TEUs

A dimensão do pedido fica mais clara quando comparada à atual estrutura da MSC. A companhia opera hoje aproximadamente 7,4 milhões de TEUs, volume correspondente a 21,5% da capacidade mundial de navios de linha regular, conforme a Alphaliner.

Separadamente, a carteira de novas construções já alcança aproximadamente 2,94 milhões de TEUs. A soma desses dois volumes explica a marca superior a 10 milhões de TEUs, mas não significa que toda essa capacidade estará simultaneamente em serviço.

Ao longo das entregas, navios mais antigos poderão ser enviados para desmantelamento, enquanto unidades afretadas podem ser devolvidas. A composição da frota também poderá ser ajustada conforme as novas embarcações forem incorporadas.

Capacidade contratada pela MSC equivale a marco histórico do setor

A marca atual também permite uma comparação com a evolução da indústria de transporte marítimo de contêineres. Em agosto de 2006, toda a frota mundial de navios de linha regular havia acabado de superar 10 milhões de TEUs.

Em 1º de janeiro de 2007, essa capacidade global era de 10,467 milhões de TEUs. Naquele momento, a própria MSC operava cerca de 1,02 milhão de TEUs, enquanto a Maersk, então líder do mercado, possuía aproximadamente 1,76 milhão.

Duas décadas depois, somente a capacidade já operada pela MSC e aquela comprometida em encomendas alcançam uma dimensão semelhante à que todo o mercado mundial possuía naquele período.

Compras de navios aceleraram expansão desde 2020

Parte desse crescimento ocorreu por meio do mercado de embarcações usadas. Desde agosto de 2020, a MSC adquiriu mais de 550 navios de segunda mão, segundo os dados apresentados.

A companhia havia ultrapassado 7 milhões de TEUs em novembro, depois de levar aproximadamente 15 meses para avançar da marca de 6 milhões para 7 milhões.

Hoje, a frota mundial de porta-contêineres soma cerca de 34,4 milhões de TEUs. Comparada a esse volume, a capacidade atual da MSC somada à carteira de novas construções representa mais de 30% do tamanho da frota global atualmente em operação.

O novo pedido de seis navios, portanto, acrescenta mais uma etapa à expansão da MSC. Embora a composição definitiva da frota mude até 2030, os contratos já firmados mostram a escala alcançada pela companhia e o volume de capacidade que ainda deverá entrar em serviço nos próximos anos.

Fonte

splash247


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Ruth Rodrigues.

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