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Quem procura um elétrico de R$ 130 mil ganha o Arcfox T1, da BAIC, que roda 283 km e mira o BYD Dolphin

Quem procura um elétrico de R$ 130 mil ganha o Arcfox T1, da BAIC, que roda 283 km e mira o BYD Dolphin

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Quem procura um elétrico de R$ 130 mil ganha o Arcfox T1, da BAIC, que roda 283 km e mira o BYD Dolphin

Escrito por Douglas Avila

Publicado em 31/10/2026 às 06:00

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Quem procura um carro elétrico de até R$ 140 mil ganhou mais uma opção nesta semana: o Arcfox T1, primeiro modelo que a chinesa BAIC vende no Brasil.

O crossover chega em duas versões. A PRO custa R$ 129.900 em condição promocional de lançamento, e a MAX sai por R$ 139.900, segundo a fabricante. As primeiras entregas estão marcadas para 11 de novembro.

O preço da versão de entrada tem limite. De acordo com a CNN Brasil, os R$ 129.900 valem até 31 de dezembro ou enquanto durar um estoque de 600 unidades, o que acabar primeiro.

A autonomia oficial no Brasil é de 283 km, bem abaixo do número chinês.

O T1 usa bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) de 42,3 kWh. Pelo padrão do Inmetro, ele roda até 283 km com uma carga. No ciclo chinês WLTC, a BAIC informa até 310 km.

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Quando a marca começou a apresentar o carro ao mercado brasileiro, em maio, o Click Petróleo e Gás mostrou que a versão vendida na China prometia até 425 km. Agora, com o carro à venda, o número oficial brasileiro é de 283 km.

A Folha de Pernambuco resumiu a conta: o espaço interno é argumento forte, mas os 283 km pedem atenção de quem pretende pegar estrada com frequência.

Na recarga rápida em corrente contínua, o carro aceita até 89 kW e vai de 30% a 80% em cerca de 25 minutos, segundo a marca. Em corrente alternada, o limite é de 6,6 kW, e a carga completa leva até oito horas.

Na prática, o número que vale para o comprador brasileiro é o do Inmetro.

O Arcfox T1 tem 4,33 metros de comprimento e 2,77 m de entre-eixos. Foto: Divulgação BAIC (via EV Drops)

O motor tem 95 cv e foi pensado para a cidade.

O motor elétrico entrega 70 kW, cerca de 95 cv, com torque de 17,9 kgfm. É um conjunto voltado para o uso urbano, e não para desempenho, como descreve a própria fabricante na apresentação do modelo.

O carro também tem as funções V2L e V2V. A primeira usa a bateria para alimentar aparelhos externos compatíveis. A segunda permite passar energia para outro veículo elétrico que aceite o recurso.

Outro item das duas versões é o sistema EZT, que usa os freios em baixa velocidade para ajudar a fechar curvas. Segundo a BAIC, ele reduz o raio de giro em cerca de 30 centímetros em manobras apertadas.

O porta-malas leva 459 litros e passa de 1.300 com o banco rebatido.

O Arcfox T1 tem 4,33 metros de comprimento, 1,86 m de largura, 1,57 m de altura e entre-eixos de 2,77 m. O porta-malas leva 459 litros e chega a 1.352 litros com o banco traseiro rebatido.

Por dentro, há painel digital de 8,8 polegadas e central multimídia de 15,6 polegadas, com Apple CarPlay e Android Auto. A câmera de 540 graus mostra o entorno e simula a área que fica embaixo do carro.

Os encostos traseiros reclinam até 28 graus, e o espaço para as pernas de quem vai atrás chega a 903 mm, de acordo com a fabricante. A suspensão é McPherson na frente e eixo de torção atrás.

Os R$ 10 mil a mais da MAX compram rodas, teto e assistentes de condução.

A versão PRO usa rodas de aço de 17 polegadas com calotas. A MAX troca por rodas de liga leve de 18 polegadas e acrescenta teto panorâmico de 2,34 m², tampa do porta-malas elétrica e retrovisores com rebatimento elétrico.

Os dois carros têm banco do motorista com ajuste elétrico e aquecimento. Na MAX, o banco do passageiro também esquenta, e o do motorista ganha ventilação e memória de posição.

O pacote de assistência à condução é exclusivo da MAX: frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão, controle de cruzeiro adaptativo com Stop and Go, centralização em faixa e estacionamento automático.

A versão MAX custa R$ 139.900 e traz rodas de 18 polegadas e teto panorâmico. Foto: Divulgação BAIC

O T1 entra na briga com BYD Dolphin, Geely EX2 e GAC Aion UT.

Na faixa de preço do T1, a disputa envolve BYD Dolphin, Geely EX2 e GAC Aion UT, segundo a Folha de Pernambuco. Em outubro, a Geely subiu o EX2 Pro para R$ 124.600, R$ 5.300 abaixo do T1 de entrada.

A Geely também se prepara para fabricar o EX2 no Paraná, enquanto o Arcfox T1 chega importado da China. A BAIC, no entanto, já anunciou que quer ter fábrica no país, como o Click Petróleo e Gás mostrou em setembro.

A rede começa com 50 concessionárias e peças guardadas em Itajaí.

A BAIC informa que estreia com 50 concessionárias e quer chegar a 150 pontos de venda até o fim de 2027. O grupo chinês foi fundado em 1958.

As peças ficam num centro logístico em Itajaí (SC), operado em parceria com a Foton. Segundo a CNN Brasil, a marca promete cobertura de quase 100% das peças consideradas críticas e assistência 24 horas com socorro e reboque.

A empresa diz ainda que montou estrutura técnica para manutenção de carros eletrificados e que treina profissionais para lidar com alta tensão, baterias e recarga. Para quem compra uma marca nova no país, esse é o ponto a acompanhar.

E você, pagaria R$ 129.900 num elétrico de 283 km de autonomia de uma marca que acaba de chegar? Conte nos comentários.

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Fontes

BAIC Arcfox T1 estreia no Brasil por R$ 129.900 e tem autonomia de 283 km

BAIC Arcfox T1 chega a partir de R$ 130 mil contra Dolphin, EX2 e Aion UT


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Douglas Avila.

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