Ícone do site Portal Estado do Acre Notícias

Cera de carnaúba, melões e castanha de caju lideram exportações do agronegócio cearense, que somam US$ 393,8 milhões em 2026, apesar de queda de 12,3%

Cera de carnaúba, melões e castanha de caju lideram exportações do agronegócio cearense, que somam US$ 393,8 milhões em 2026, apesar de queda de 12,3%

CE

Faça um comentário

2 min de leitura

Cera de carnaúba, melões e castanha de caju lideram exportações do agronegócio cearense, que somam US$ 393,8 milhões em 2026, apesar de queda de 12,3%

Escrito por Romário Pereira de Carvalho

Publicado em 02/11/2026 às 10:01

Agronegócio

Grupo

Imagem: Ilustração artística gerada por IA

Seja o primeiro a reagir!

Prefira o CPG no Google

Agronegócio do Ceará movimentou US$ 393,8 milhões em exportações até setembro de 2026. Enquanto castanha de caju e cera de carnaúba recuaram, frutas ganharam espaço no exterior e o estado manteve superávit comercial

As exportações do agronegócio cearense perderam força nos primeiros nove meses de 2026. Mesmo com o crescimento nas vendas de frutas e água de coco, o setor faturou menos no exterior, puxado principalmente pelas quedas da castanha de caju e da cera de carnaúba.

Exportações do agronegócio cearense recuam, mas alguns produtos crescem

Entre janeiro e setembro, o Ceará exportou US$ 393,8 milhões em produtos do agronegócio, uma redução de 12,3% em relação ao mesmo período de 2025.

O levantamento foi realizado pelo Centro Internacional de Negócios (CIN), da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), e mostra diferenças importantes entre os principais produtos vendidos ao exterior.

ARTIGO CONTINUA ABAIXO

Veja também

A cera de carnaúba continuou liderando as exportações, com US$ 70,1 milhões. Apesar da primeira posição, o produto registrou queda de 11,6% na comparação anual.

A castanha de caju sem casca teve retração ainda maior. As vendas somaram US$ 30,5 milhões, uma redução de 41,4%.

Imagem: Reprodução

Melancia, melão e água de coco ganham espaço no mercado externo

Enquanto alguns produtos perderam receita, outros conseguiram ampliar as vendas internacionais.

Os melões frescos movimentaram US$ 58 milhões, crescimento de 16,5%. Com esse resultado, ficaram na segunda posição entre os produtos mais exportados.

A melancia apresentou avanço de 35,3%, alcançando US$ 17,9 milhões. Já a água de coco registrou crescimento de 24%, com US$ 19,6 milhões comercializados.

As lagostas inteiras congeladas também tiveram desempenho positivo, somando US$ 22,5 milhões, alta de 3,7%.

Estados Unidos lideram compras de produtos cearenses

Os Estados Unidos permaneceram como principal mercado do agronegócio do Ceará.

O país comprou US$ 88,2 milhões em produtos, representando 22,4% de todas as exportações do setor.

Na sequência aparecem os Países Baixos, com US$ 54 milhões, a China, com US$ 36,9 milhões, e o Reino Unido, com US$ 29,9 milhões.

Imagem: Reprodução

Ceará mantém saldo positivo, apesar da redução nas vendas

As importações também diminuíram. Entre janeiro e setembro, o Ceará comprou US$ 312,5 milhões em produtos do agronegócio, queda de 5,5%.

Mesmo assim, as exportações superaram as importações em US$ 81,3 milhões.

O resultado manteve a balança comercial do setor positiva, mas o superávit ficou 31,4% abaixo do registrado no mesmo período de 2025.

Matéria elaborada com base em dados e informações divulgados por Opiniaoce.

Fonte

https://www.opiniaoce.com


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Romário Pereira de Carvalho.

Sair da versão mobile