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Mercedes GLB 250 troca motor 2.0 por novo 1.5 turbo de 231 cv, ganha tecnologia da Fórmula 1, sistema híbrido de 48 V e promete reduzir emissões em 17%

Mercedes GLB 250 troca motor 2.0 por novo 1.5 turbo de 231 cv, ganha tecnologia da Fórmula 1, sistema híbrido de 48 V e promete reduzir emissões em 17%

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Mercedes GLB 250 troca motor 2.0 por novo 1.5 turbo de 231 cv, ganha tecnologia da Fórmula 1, sistema híbrido de 48 V e promete reduzir emissões em 17%

Escrito por Romário Pereira de Carvalho

Publicado em 03/11/2026 às 11:02

Atualizado em 03/11/2026 às 11:09

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Foto de: Mercedes-Benz

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Novo Mercedes GLB 250 substituirá o motor 2.0 por um 1.5 turbo de 231 cv, com tecnologia inspirada na Fórmula 1, assistência elétrica de 48 volts e promessa de reduzir emissões em 17%

A Mercedes-Benz prepara uma mudança importante no GLB 250. O SUV de até sete lugares receberá um motor 1.5 turbo com tecnologia de eletrificação inspirada na Fórmula 1, buscando entregar respostas mais rápidas ao acelerador e maior eficiência.

Mercedes GLB 250 troca motor 2.0 por novo 1.5 turbo

A principal mudança está debaixo do capô. O antigo motor 2.0 dará lugar ao 1.5 turbo da família M 252 LS, desenvolvido para combinar desempenho com menor cilindrada.

O novo conjunto entrega 231 cv pelo motor a gasolina. Além disso, recebe um sistema híbrido leve de 48 volts, capaz de fornecer até 31 cv adicionais durante as acelerações.

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A fabricante informa que essa configuração permite reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO₂) em aproximadamente 17% na comparação com o motor anterior.

O objetivo é manter o desempenho esperado de um SUV de luxo, mas utilizando um motor menor e com gerenciamento eletrônico mais avançado.

Imagem: Divulgação / Mercedes-Benz

Tecnologia da Fórmula 1 promete acabar com atraso do turbo

Uma das novidades está no turbocompressor eletrificado, solução associada à experiência da Mercedes-AMG na Fórmula 1.

Nos sistemas tradicionais, o turbo depende dos gases de escape para ganhar velocidade. Isso pode provocar uma pequena demora entre o motorista pisar no acelerador e o motor entregar mais potência.

Esse fenômeno é conhecido como turbo lag.

No novo conjunto, um motor elétrico de aproximadamente 7 cv auxilia a aceleração do turbocompressor, reduzindo esse intervalo.

Na prática, a tecnologia busca melhorar principalmente as respostas em baixas rotações, quando o fluxo dos gases de escape ainda é reduzido.

Sistema recupera energia e ajuda a recarregar bateria

Outra característica é a recuperação de energia elétrica.

Durante desacelerações ou determinadas condições de velocidade constante, o turbocompressor pode funcionar como gerador, aproveitando a energia dos gases de escape.

Segundo as informações apresentadas, o sistema consegue recuperar até 2 kW de potência elétrica, direcionada ao carregamento da bateria de 48 volts.

A Mercedes também incorporou dois eixos de balanceamento contra-rotantes do tipo Lanchester.

Esses componentes ajudam a compensar vibrações do motor, buscando preservar o conforto acústico e reduzir os movimentos transmitidos ao interior do veículo.

Imagem: Divulgação / Mercedes-benz

SUV mantém sete lugares e equipamentos de conforto

Apesar das alterações mecânicas, o GLB 250 preserva sua proposta familiar, com capacidade para até sete ocupantes.

Entre os equipamentos mencionados estão faróis de LED, central multimídia com telas integradas e sistemas de assistência à condução.

O novo motor integra a arquitetura modular FAME, desenvolvida pela Mercedes-Benz para atender às exigências ambientais.

A tecnologia também poderá chegar a outros veículos compactos e médios da marca nos próximos anos, embora o material não informe quais modelos receberão o conjunto.

Por outro lado, a eletrificação do turbocompressor exige componentes de alta precisão e controle eletrônico mais complexo, fatores que podem aumentar as exigências de manutenção.

O material também não apresenta preços, datas de lançamento ou informações sobre a disponibilidade dessa motorização no Brasil.

Matéria elaborada com base em informações e dados divulgados por Quatro Rodas.

Fonte

https://quatrorodas.abril


Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Romário Pereira de Carvalho.

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