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Polícia Civil investiga feminicídio e aponta pistolagem na morte de médica em Brasiléia

Polícia Civil investiga feminicídio e aponta pistolagem na morte de médica em Brasiléia

A Polícia Civil do Acre (PCAC) investiga como possível feminicídio a morte da médica Elyne de Assis Nogueira, de 39 anos, em Brasiléia. Em nota divulgada nesta terça-feira (3), a corporação informou que apura a hipótese de pistolagem, “isto é, participação de uma terceira pessoa na execução do crime”.

De acordo com a PCAC, equipes da Polícia Militar perseguiram o autor dos disparos após o crime, mas não conseguiram capturá-lo. A Polícia Civil informou que o atirador já foi identificado e que diligências estão em andamento “para localizá-lo e efetuar sua prisão”. A corporação também afirmou que a hipótese de que o crime tenha sido planejado e comandado pelo ex-companheiro da vítima “está sendo aprofundada”.

Conforme as informações preliminares, a médica teria acionado o botão do pânico, dispositivo de proteção usado em situações de risco ligadas a uma medida protetiva anterior. Segundo a nota, “não houve tempo hábil para impedir o ataque”.

O comunicado é assinado pelo diretor do Departamento de Polícia da Capital e Interior, Alcino Ferreira Junior.

Elyne era servidora da prefeitura e atuava na Unidade de Saúde Dr. Ricardo Barbosa da Silva.

Confira a nota na íntegra

A Polícia Civil do Acre (PCAC) informa que investiga a morte da médica, ocorrida na manhã de terça-feira, 3, em Brasiléia, como possível feminicídio, com emprego de pistolagem, isto é, participação de uma terceira pessoa na execução do crime.

Após o crime, equipes da Polícia Militar realizaram perseguição ao autor dos disparos, mas sem sucesso a sua captura. A Polícia Civil informa que o atirador já foi identificado e que diligências estão em andamento para localizá-lo e efetuar sua prisão. A hipótese de que o crime tenha sido planejado e comandado pelo ex-companheiro da vítima está sendo aprofundada.

Conforme as informações preliminares, a vítima teria acionado o botão do pânico, funcionalidade de proteção quando se encontra em risco relacionado a medida protetiva anterior, mas não houve tempo hábil para impedir o ataque.

Alcino Ferreira Junior
Diretor do Departamento de Polícia da Capital e Interior


Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por ac24horas.

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