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Home»Brasil»Psiquiatra é stalkeada por ex-paciente: “Delirou que tínhamos relação”
Brasil

Psiquiatra é stalkeada por ex-paciente: “Delirou que tínhamos relação”

Por Metrópoles15 de outubro de 20254 Mins Read
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Psiquiatra é stalkeada por ex-paciente: “Delirou que tínhamos relação”
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O número de casos de perseguição (stalking) no Distrito Federal aumentou 24,8% em 2025, segundo dados da Polícia Civil. Ao todo, foram 2.904 ocorrências registradas neste ano, contra 2.327 no mesmo período do ano passado.

Por trás das estatísticas estão histórias de medo e vulnerabilidade — como a da psiquiatra brasiliense Laura Campos (foto em destaque),  34 anos, que há quatro anos é perseguida por um ex-paciente que desenvolveu um delírio amoroso.

O relato que ela fez do caso nas redes sociais já acumula mais de 1 milhão de visualizações. “Ele criou na cabeça dele que tínhamos um relacionamento”, contou.

Assista:

Segundo os dados da PCDF, as mulheres representam 78% das vítimas de perseguição em 2025. A maioria tem entre 25 e 40 anos, faixa etária que coincide com a fase mais ativa na vida profissional e nas redes sociais.

Regiões como Ceilândia, Brasília, Taguatinga e Samambaia concentram o maior número de ocorrências. Só em setembro, foram 318 registros, uma média de mais de 10 por dia.

Ex-paciente

Segundo Laura, o stalker foi seu paciente em apenas duas consultas, em 2019. O contato parecia ter terminado, mas, dois anos depois, ele começou a enviar mensagens pelas redes sociais.

“Ele reagia aos meus stories e eu nem lembrava quem era. Só quando escreveu: ‘Doutora, por que na primeira consulta você quase me bateu e na segunda foi tão cordial?’ é que percebi que era um ex-paciente”, disse.

Dias depois, o homem apareceu pessoalmente no consultório onde Laura atendia sozinha, sem recepcionista. “Ele tocou a campainha e disse: ‘Sou o cara que você bloqueou’. Eu gelei”, lembra.

O ex-paciente levava presentes, como óculos de sol e até uma roupa de motoqueiro, dizendo que era “para que os dois fizessem par, como um casal”.

Após o episódio, Laura registrou boletim de ocorrência na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) e pediu o bloqueio do homem no prédio.

Mesmo assim, a perseguição continuou. O stalker chegou a ser preso e a usar tornozeleira eletrônica, mas foi considerado inimputável. Hoje, está internado de forma compulsória, por ordem judicial.

Ainda assim, Laura diz que não se sente totalmente segura. “Por mais que tenha acionado todos os meios legais possíveis, me sinto desprotegida”, afirmou.

Desde o início do caso, a médica mudou a rotina: evita expor detalhes pessoais, não posta nas redes sociais com frequência e divulga o endereço da clínica com extrema cautela. “Ele prejudicou minha vida e meu trabalho. Não posso ter uma vida normal”, lamentou.

O que diz a lei

No Brasil, “stalker” é o termo popular para quem pratica o crime de perseguição, previsto no artigo 147-A do Código Penal. O delito se configura quando alguém, de forma reiterada e por qualquer meio, ameaça a integridade física ou psicológica da vítima, restringe sua locomoção ou invade sua privacidade.

A pena é de seis meses a dois anos de reclusão, além de multa, podendo aumentar se houver violência de gênero ou reincidência. De acordo com o advogado e professor de direito penal Amaury Andrade, as principais dificuldades estão em comprovar a reiteração e o impacto real na vida da vítima.

“Não basta um ato isolado. É preciso demonstrar que as investidas foram repetidas, que causaram medo constante e alteraram a rotina da vítima”, explica.

Outro desafio é atribuir autoria, principalmente no ambiente digital, com perfis falsos e uso de VPN e de chips pré-pagos. “Por isso, o ideal é registrar cedo, guardar originais das mensagens e montar uma linha do tempo com datas e horários.”

Segundo Andrade, as provas mais aceitas envolvem o conjunto de evidências: prints com metadados, câmeras de segurança, testemunhas e documentos que demonstrem o impacto da perseguição — como boletins de ocorrência, medidas protetivas e relatórios psicológicos.

Fonte:
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