Close Menu
  • Início
  • Polícia
  • Política
  • Esportes
  • Colunas
    • Opinião Jurídica – com Dr. Levi Bezerra
  • Jornais Locais
  • Contato
  • Mais
    • Tarauacá
    • Jordão
    • Feijó
O que está em alta

Luana Piovani finge não saber quem é Virginia Fonseca; veja o vídeo

Rayssa Leal vence primeira etapa do Street League 2026 na Austrália

Pai, mãe e filho são presos com celulares furtados no Carnaval do DF. Veja vídeo

Facebook X (Twitter) Instagram
sábado, fevereiro 14
Facebook X (Twitter) Instagram
Portal Estado do Acre Notícias
  • Início
  • Polícia
  • Política
  • Esportes
  • Colunas
    • Opinião Jurídica – com Dr. Levi Bezerra
  • Jornais Locais
  • Contato
  • Mais
    • Tarauacá
    • Jordão
    • Feijó
Portal Estado do Acre Notícias
Home»Brasil»Cláudio Castro e Eduardo Bolsonaro têm tudo a ver
Brasil

Cláudio Castro e Eduardo Bolsonaro têm tudo a ver

Por Metrópoles4 de novembro de 20253 Mins Read
Compartilhar Facebook Twitter WhatsApp Email Copy Link Telegram
Siga-nos
Google News
claudio-castro-e-eduardo-bolsonaro-tem-tudo-a-ver
Cláudio Castro e Eduardo Bolsonaro têm tudo a ver
Compartilhar
Facebook Twitter Email Copy Link WhatsApp

“O Hemisfério Ocidental deixou de ser um porto seguro para narcoterroristas que trazem drogas para nossas costas com o objetivo de envenenar os americanos.”

“Não se trata apenas de traficantes de drogas — são narcoterroristas trazendo morte e destruição às nossas cidades”.

“Foram mais de 60 dias de planejamento. […] É uma operação do Estado contra narcoterroristas.”

As duas primeiras afirmações são do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hesketh, ao detalhar ataques aéreos americanos a embarcações no mar do Caribe e no Pacífico, suspeitas de traficarem drogas para o seu país.

A terceira é do governador Cláudio Castro, do Rio, sobre a operação policial no complexo do Alemão e da Penha, Zona Norte da cidade, que resultou na morte por emboscada de 121 pessoas, entre bandidos do Comando Vermelho, suspeitos e inocentes.

E quem disse em mensagem postada em inglês no X, endereçada ao secretário Hesketh?

“Ouvi dizer que há barcos como este aqui no Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara, inundando o Brasil com drogas. Você não gostaria de passar alguns meses aqui nos ajudando a combater essas organizações terroristas?”

Foi o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o Zero Um você sabe de quem, que como deputado estadual condecorou milicianos e embolsou parte do salário de funcionários do seu gabinete – o famoso esquema da rachadinha.

Relatório médico de Ronnie Lessa, assassino confesso da vereadora Marielle Franco (PSOL), mostra que  Bolsonaro, pai, foi o responsável por indicá-lo para atendimento na Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação em 2009, quando o ex-policial militar foi alvo de um atentado.

Tudo boa gente, como se vê.

É possível que Flávio também tenha ouvido dizer que Castro, aspirante a candidato a senador nas próximas eleições, está há pelo menos seis meses em campanha junto a Donald Trump para que os Estados Unidos declarem o Comando Vermelho organização narcoterrorista, sujeita a sanções.

No documento sob o título “Análise Estratégica: Inclusão do Comando Vermelho nas listas de sanções e designações dos EUA”, obtido pela jornalista Malu Gaspar e enviado ao governo Trump em janeiro último, Castro argumenta:

“A crescente sofisticação, transnacionalidade e brutalidade do Comando Vermelho colocam esta organização dentro dos critérios estabelecidos pelas autoridades dos EUA para sanções econômicas, designações terroristas e bloqueio de ativos”.

O governo Lula, segundo Malu Gaspar, se opõe a essa classificação porque teme que abra espaço não só para algum tipo de sanção contra empresas e bancos ou mesmo contra a União. Se isso acontecer, poderia justificar uma ação mais invasiva dos Estados Unidos sobre o território brasileiro a pretexto de combater o narco-terrorismo, como vem ocorrendo com a Venezuela.

É o que deseja Castro e os governadores de direita que se autodenominam de “Consórcio da Paz”. O nome certo seria “Consórcio da Guerra”. Não só para combater o crime organizado, mas também para tentar derrotar Lula em 2026.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro, o Zero Três, licenciou-se do mandato e mudou-se para os Estados Unidos com a pretensão de salvar seu pai. Por lá, advogou contra os interesses do seu  país. Festejou o tarifaço de Trump sobre produtos brasileiros.

Castro e os que o apoiam seguem o exemplo de Eduardo.

 

Todas as Colunas do Blog do Noblat no Metrópoles

Fonte:
Follow on Google News
Compartilhar. Facebook Twitter Email Copy Link WhatsApp
Artigo anteriorEduardo Bolsonaro vai a “retiro” no resort de Trump
Próximo artigo Sobre a câmera corporal

Postagens relacionadas

Luana Piovani finge não saber quem é Virginia Fonseca; veja o vídeo

14 de fevereiro de 2026

Rayssa Leal vence primeira etapa do Street League 2026 na Austrália

14 de fevereiro de 2026

Pai, mãe e filho são presos com celulares furtados no Carnaval do DF. Veja vídeo

14 de fevereiro de 2026
Últimas publicações

Luana Piovani finge não saber quem é Virginia Fonseca; veja o vídeo

Rayssa Leal vence primeira etapa do Street League 2026 na Austrália

Pai, mãe e filho são presos com celulares furtados no Carnaval do DF. Veja vídeo

Nos pênaltis, Vasco elimina o Volta Redonda e está na semi do Carioca

Posts em alta
Facebook WhatsApp Instagram

News

  • World
  • US Politics
  • EU Politics
  • Business
  • Opinions
  • Connections
  • Science

Company

  • Information
  • Advertising
  • Classified Ads
  • Contact Info
  • Do Not Sell Data
  • GDPR Policy
  • Media Kits

Services

  • Subscriptions
  • Customer Support
  • Bulk Packages
  • Newsletters
  • Sponsored News
  • Work With Us

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

© 2026 Estado do Acre Notícias. Projetado por TupaHost.
  • Política de Privacidade

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.