Close Menu
  • Início
  • Polícia
  • Política
  • Esportes
  • Colunas
    • Opinião Jurídica – com Dr. Levi Bezerra
  • Jornais Locais
  • Contato
  • Mais
    • Tarauacá
    • Jordão
    • Feijó
O que está em alta

Saiba o que motivou atraso de Gracyanne Barbosa em desfile na Sapucaí

Associação ligada a Frei Gilson figura na lista de credores da Fictor

Charge do Aroeira

Facebook X (Twitter) Instagram
sábado, fevereiro 14
Facebook X (Twitter) Instagram
Portal Estado do Acre Notícias
  • Início
  • Polícia
  • Política
  • Esportes
  • Colunas
    • Opinião Jurídica – com Dr. Levi Bezerra
  • Jornais Locais
  • Contato
  • Mais
    • Tarauacá
    • Jordão
    • Feijó
Portal Estado do Acre Notícias
Home»Brasil»Órgãos federais deixam R$ 735 milhões ociosos em convênios, alerta CGU
Brasil

Órgãos federais deixam R$ 735 milhões ociosos em convênios, alerta CGU

Por Metrópoles8 de dezembro de 20255 Mins Read
Compartilhar Facebook Twitter WhatsApp Email Copy Link Telegram
Siga-nos
Google News
orgaos-federais-deixam-r$-735-milhoes-ociosos-em-convenios,-alerta-cgu
Órgãos federais deixam R$ 735 milhões ociosos em convênios, alerta CGU
Compartilhar
Facebook Twitter Email Copy Link WhatsApp

A Controladoria-Geral da União (CGU) identificou R$ 735,7 milhões parados em contas de convênios federais classificados como irregulares — inativos, inadimplentes ou sem execução financeira. O órgão aponta falhas de ministérios e entidades federais no monitoramento dos repasses e no cumprimento das normas que determinam o uso dos recursos ou a devolução ao Tesouro Nacional.

O levantamento, obtido pelo Metrópoles, analisou instrumentos firmados entre 2008 e 2024. A maior parte do dinheiro parado está ligada a repasses das pastas da Saúde, Integração e Desenvolvimento Regional e Esporte.

Entenda

  • Auditoria identificou R$ 735,7 milhões em convênios irregulares, com dinheiro parado em contas inativas, inadimplentes ou sem execução por mais de 180 dias sem justificativa.
  • Segundo a CGU, os recursos ficam parados principalmente por três motivos: falta de capacidade operacional para monitorar; execução que não começa ou nunca ocorre; e falta de ação do governo federal diante da irregularidade.
  • São obras que não começaram, licitações que não foram abertas e projetos que ficaram congelados.
  • Caso devolvidos ao Tesouro Nacional, o dinheiro poderia ser usado para qualquer outra finalidade orçamentária, financiando outras políticas públicas.

Contas de convênios federais são contas bancárias específicas abertas automaticamente quando a União libera recursos para estados, municípios, universidades, entidades e hospitais. Esses valores só podem ser movimentados para os fins previstos no convênio, que financiam ações locais — como compra de ambulâncias, construção de escolas ou obras de infraestrutura.

Segundo o relatório, as irregularidades ocorrem desde 2008 e atravessam diferentes governos federais. Nesse período, passaram pelo Palácio do Planalto Lula, Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro, sem que as estruturas responsáveis conseguissem estabelecer um controle capaz de evitar que os saldos permanecessem parados por anos.

A auditoria, segundo técnicos ouvidos pela reportagem, atribui o problema à falta de capacidade operacional dos órgãos concedentes e convenentes para acompanhar e fiscalizar os instrumentos na plataforma Transferegov. Mesmo com sistemas que permitem rastrear as operações, a ausência de monitoramento efetivo fez com que recursos permanecessem parados por longos períodos.

“As principais causas identificadas no trabalho foram ausência de capacidade operacional por parte dos órgãos concedentes e órgãos convenentes para realizar o acompanhamento e monitoramento efetivo dos instrumentos de transferência voluntária na Plataforma Transferegov.br”, diz a CGU, no material elaborado e encaminhado aos ministérios.

O relatório do órgão prossegue: “Dessa forma, criar mecanismos que reduzam essas inconsistências levará ao aumento da eficiência alocativa como um todo, incentivando o bom gestor, já que estados e municípios dependem diretamente dos recursos públicos que são transferidos por meio de instrumentos de transferência voluntária, haja vista que a esmagadora maioria dos estados e municípios já tem comprometida sua receita orçamentária com compromissos legais ou contratuais”.

Hoje, existem cerca de R$ 12 bilhões distribuídos em 27,4 mil contas de convênios federais — valores que incluem instrumentos ativos, em execução e dentro do prazo legal. Dentro desse universo, R$ 735,7 milhões estão concentrados em 2.270 convênios considerados irregulares.

Leia também

  • Brasil

    Lula critica “sequestro” do Orçamento por emendas, mas evita embate
  • Paulo Cappelli

    Projeção de rombo de R$ 400 bilhões eleva disputa sobre Orçamento
  • Brasil

    De olho em fundo eleitoral, Congresso não deixará Orçamento para 2026
  • Economia

    Governo detalha contenção de R$ 7,7 bilhões no Orçamento de 2025

Os números da CGU indicam que R$ 68,8 milhões estão em 1.258 convênios inativos; R$ 132,8 milhões em 968 convênios inadimplentes ou com prestação de contas vencidas; e R$ 533,9 milhões em 44 convênios sem execução financeira — porque estão inativos e não devolveram o saldo, inadimplentes ou sem execução por mais de 180 dias sem justificativa. Ou seja: o maior montante corresponde a casos em que o governo libera o dinheiro, o estado ou município recebe, mas a obra, por exemplo, não começa no prazo de seis meses e não há justificativa para tal.

O relatório indica que as equipes responsáveis, tanto no governo federal quanto em estados e municípios, não conseguem monitorar de forma contínua a movimentação das contas nem cobrar a devolução dos saldos quando a execução não ocorre. Ou seja: o dinheiro fica parado.

Órgãos federais deixam R$ 735 milhões ociosos em convênios, alerta CGU - destaque galeria4 imagensÓrgãos federais deixam R$ 735 milhões ociosos em convênios, alerta CGU - imagem 2Falta de leitos de retaguarda superlota UPAs e hospitais Imóvel danificado na região das obras de expansão da Linha 2-Verde do metrôFechar modal.MetrópolesTCDF cobra explicações sobre dinheiro parado para ambulâncias do Samu1 de 4

TCDF cobra explicações sobre dinheiro parado para ambulâncias do Samu

Hugo Barreto/MetrópolesÓrgãos federais deixam R$ 735 milhões ociosos em convênios, alerta CGU - imagem 22 de 4

Iron Braz/ SESFalta de leitos de retaguarda superlota UPAs e hospitais 3 de 4

Falta de leitos de retaguarda superlota UPAs e hospitais

Material cedido ao MetrópolesImóvel danificado na região das obras de expansão da Linha 2-Verde do metrô4 de 4

Imóvel danificado na região das obras de expansão da Linha 2-Verde do metrô

William Cardoso/Metrópoles

R$ 1 bilhão parado

Os dados da CGU mostram que há, hoje, cerca de R$ 1,4 bilhão em convênios que não executaram nenhum centavo após receber a primeira parcela do governo federal e permaneceram mais de 180 dias sem qualquer movimentação financeira.

Esses valores representam obras que não saíram do papel, compras públicas que nunca foram licitadas, contratos que não chegaram a ser assinados e projetos que ficaram congelados mesmo com o dinheiro depositado em conta.

Segundo o relatório, quatro pastas concentram 67,7% desse montante parado: os ministérios das Cidades, da Integração e Desenvolvimento Regional, da Agricultura e da Justiça.

A diferença entre esse volume e os R$ 735,7 milhões já classificados como irregulares é que o conjunto de R$ 1,4 bilhão inclui convênios que podem estar dentro do prazo, apresentar justificativas formais ou ainda não terem passado por avaliação detalhada.

Ou seja: dinheiro parado é um sinal de alerta, mas só se transforma em irregularidade quando há descumprimento comprovado das normas — como no caso dos instrumentos inativos, inadimplentes ou sem execução injustificada.

É a segunda vez que a CGU realiza um relatório sobre saldos parados em contas de convênios. O dinheiro, entretanto, não retornou aos cofres públicos, permanecendo parado nessas contas.

Fonte:
Follow on Google News
Compartilhar. Facebook Twitter Email Copy Link WhatsApp
Artigo anteriorFachin propõe “código de conduta” para STF e irrita outros ministros
Próximo artigo Horóscopo 2025: confira a previsão de hoje (8/12) para seu signo

Postagens relacionadas

Saiba o que motivou atraso de Gracyanne Barbosa em desfile na Sapucaí

14 de fevereiro de 2026

Associação ligada a Frei Gilson figura na lista de credores da Fictor

14 de fevereiro de 2026

Charge do Aroeira

14 de fevereiro de 2026
Últimas publicações

Saiba o que motivou atraso de Gracyanne Barbosa em desfile na Sapucaí

Associação ligada a Frei Gilson figura na lista de credores da Fictor

Charge do Aroeira

A reação do Centrão à escolha de Mendonça como relator do Caso Master

Posts em alta
Facebook WhatsApp Instagram

News

  • World
  • US Politics
  • EU Politics
  • Business
  • Opinions
  • Connections
  • Science

Company

  • Information
  • Advertising
  • Classified Ads
  • Contact Info
  • Do Not Sell Data
  • GDPR Policy
  • Media Kits

Services

  • Subscriptions
  • Customer Support
  • Bulk Packages
  • Newsletters
  • Sponsored News
  • Work With Us

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

© 2026 Estado do Acre Notícias. Projetado por TupaHost.
  • Política de Privacidade

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.