Trabalhadores que atuam nas barracas de um evento realizado em Tarauacá denunciaram suposto tratamento desigual e descumprimento de regras previamente estabelecidas pela organização.
Segundo os empreendedores, foi informado que os quiosques da praça ainda estariam em processo de licitação e não poderiam ser utilizados. No entanto, uma empreendedora estaria ocupando um dos espaços, o que gerou revolta entre os demais participantes, que afirmam estar aguardando os trâmites legais e pagando regularmente para trabalhar no local.
Outra reclamação envolve a organização das barracas. De acordo com os trabalhadores, havia sido determinado que a venda de comida e bebida deveria ocorrer em espaços separados. Porém, a comerciante instalada no quiosque estaria comercializando ambos os produtos. Além disso, enquanto alguns receberam apenas balcões simples, sem estrutura adequada, o quiosque conta com estrutura considerada superior.
Também foi relatado que o uso de mesas e cadeiras não seria permitido, mas registros feitos no local mostram a utilização do mobiliário.
Os barraqueiros cobram transparência, fiscalização e igualdade de tratamento. A reportagem deixa espaço aberto para manifestação da Prefeitura e da Secretaria responsável pelo evento.
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