A janela de filiação partidária gerou uma nova reconfiguração de forças na Assembleia Legislativa do Acre. De acordo com apuração dop ac24horas, dos 24 deputados da casa, 13 trocaram de partido visando suas reeleições em 2026.
A Federação União Progressista, que é a união partidária do União Brasil e o Progressistas, vai contar com 13 deputados, sendo considerado o maior bloco, e o que deve gerar uma mudança profunda na formação das Comissões da Aleac. Os deputados Nicolau Junior,
Manoel Moraes, Maria Antonia, André Vale e Clodoaldo Rodrigues ficaram do lado do Progressistas com 5 membros e Gilberto Lira, Whendy Lima, Afonso Fernandes, Pablo Bregense, Fagner Calegário, Chico Viga, Michelle Melo e Adailton Cruz compõe a maior força no União Brasil com 7 parlamentares.
O MDB foi outro partido que saiu fortalecido. Com os deputados Tanizio Sá e Antonia Sales historicamente alinhados com a sigla, o Glorioso ganhou o reforço de Luiz Gonzaga e Pedro Logo, sendo este último não candidato a reeleição, mas sim candidato a deputado federal.
A terceira força da casa foi montada no Republicanos. O partido já contava em seus quadros com Tadeu Hassem e Gene Diniz e na janela partidária ganhou o reforço de Eduardo Ribeiro. O deputado Clodoaldo deixou o partido para ingressar no Progressistas.
Já quatro deputados continuaram sozinhos em seus partidos. Luis Tchê continua dono do PDT. Emerson Jarude se manteve no Novo. Edvaldo Magalhães continua dando as cartas no PCdoB e Arlenilson Cunha ficou no PL.
Os partidos ainda não oficializaram a Aleac sobre as suas novas bancadas. A Mesa Diretora deverá, por meio de ofício, pedir que as siglas se manifestem. Somente após todos os partidos se manifestarem, uma nova composição das Comissão deverá ser debatida na Assembleia.

