O policial penal C. L, presidente da associação da categoria no Acre, é acusado pela esposa, Bruna Carolina, de agressão física e verbal dentro de casa, na frente da filha do casal, de apenas dois anos, e do enteado dela, de 14 anos. O caso teria ocorrido na noite do dia 24 de abril, em Rio Branco.
Bruna registrou boletim de ocorrência dias depois e conseguiu na Justiça uma medida protetiva contra o marido. Segundo ela, o atraso no registro ocorreu porque precisava de alguém para ficar com a filha, que estava doente com bronquiolite.
Em entrevista ao ContilNet, Bruna afirmou que possui exame de corpo de delito, fotografias das lesões e testemunhas das agressões.
“Tudo que está no boletim de ocorrência é verdade. Eu tenho exame de corpo de delito, tenho fotos da agressão e isso não pode passar em branco”, disse.
Ela afirma que as agressões aconteceram diante da filha pequena e do filho adolescente. “Não foi só um tapa, não foi só um soco. Foram agressões verbais, xingamentos, gritos. Eu tenho vizinhos de testemunha, tenho meu filho. Ele bateu em mim na frente da nossa filha de dois anos e na frente do meu filho de 14 anos”, declarou.
Bruna também afirmou que C. L já possui histórico de violência doméstica. Segundo ela, o policial penal foi condenado em 2024 por um caso envolvendo um relacionamento anterior.


