Logo no portão de entrada da Expoacre 2026, uma atração inusitada tem parado quem chega ao parque de exposições na noite desta sexta-feira (7), um cachorro robô que caminha, dá tchau para a câmera e desperta reações. Batizado de Bob, o “ciber dog” chama a atenção sobretudo das crianças.
O público se aglomerava em volta do equipamento. Entre os admirados estava Luana, moradora do bairro Sobral, que visitava a feira pela primeira vez. “Está legal, eu nunca tinha vindo. Achei legal”, contou.
Segundo Miguel, responsável pela operação, o robô pode funcionar de forma autônoma, mas é conduzido por controle remoto durante o evento por questão de segurança. “Como é muita gente em volta, a gente prefere controlar para uma maior segurança do pessoal”, explicou. O equipamento custa atualmente cerca de R$ 80 mil, valor que já foi mais alto em outras épocas.
Mas o robô não é o único a roubar a cena. A poucos metros dali, um grupo de animais exóticos vindos de fora do estado forma outra roda de curiosos, as lhamas e alpacas. Trazidos de trailer por Antônio, venezuelano radicado em Alvorada do Oeste (RO), os animais integram uma criação que reúne cerca de 45 exemplares, entre miniponis, minivacas, cabritas, ovelhas e outras espécies exóticas.
Antônio fez questão de corrigir uma confusão comum entre o público. “São alpacas. Só as lhamas são as que cospem nas pessoas”, esclareceu, enquanto orientava os visitantes a não se aproximarem por trás dos animais. Os bichos são originários do Peru e do território andino, região onde são comuns, o que explica o fascínio de quem os vê pela primeira vez no Acre.
Entre os visitantes encantados estava Tainara, moradora da Baixada da Sobral. “Estou admirada. É bonito”, disse, diante dos animais.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por ac24horas.

