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Ticiana Villas Boas ficou anos longe das redes e dos holofotes, reapareceu para assumir a produção de cacau da família na Bahia como quarta geração de cacauicultores e, após 2 anos estruturando uma fábrica própria de móveis, passou a dividir a nova rotina entre o campo e os negócios
Escrito por Carla Teles
Publicado em 17/08/2026 às 15:18
Atualizado em 17/08/2026 às 15:19
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Baiana e quarta geração da família Tanajura na cacauicultura, Ticiana Villas Boas retomou a produção de cacau ligada ao avô Luiz Tanajura e, paralelamente, avançou na +55design, marca de móveis que levou dois anos para estruturar fábrica própria, processos e equipe antes de internalizar a produção industrial própria no Brasil.
Ticiana Villas Boas voltou a expor uma parte de sua rotina profissional em 2024 depois de permanecer anos afastada das redes sociais e dos holofotes. O retorno revelou duas frentes de trabalho diferentes: de um lado, a continuidade da produção familiar de cacau na Bahia, na qual se apresentou como quarta geração de cacauicultores da família Tanajura; de outro, uma operação no setor moveleiro que avançava para a produção dentro de fábrica própria.
As informações foram publicadas pela CARAS Brasil em 4 de dezembro de 2024, após Ticiana voltar às redes sociais em agosto daquele ano e apresentar publicamente essas atividades. A reportagem reproduziu declarações feitas pela jornalista e empresária sobre a sucessão na cacauicultura e sobre a estruturação da fábrica da +55design.
Produção de cacau colocou Ticiana Villas Boas na quarta geração da família
A ligação de Ticiana Villas Boas com o cacau não começou com uma aquisição recente de terras. Segundo seu próprio relato, a atividade faz parte da história de sua família materna e esteve presente durante sua infância e adolescência. Ela contou que viveu parte desse período na fazenda do avô, Luiz Tanajura, ao lado da mãe e dos irmãos, mantendo contato direto com a produção rural.
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Após a morte do avô, ocorrida antes de ela tornar pública a nova fase, Ticiana afirmou ter recebido a responsabilidade de continuar essa história. Ao apresentar-se como quarta geração de cacauicultores da família Tanajura, ela colocou a sucessão rural no centro dessa nova atividade profissional. A fonte, entretanto, não detalha como ocorreu juridicamente essa transferência nem qual participação específica ela possui na propriedade.
Cacau da Bahia passou a integrar uma nova frente de trabalho
A produção ocorre na Bahia, estado natal de Ticiana Villas Boas e historicamente associado à cacauicultura brasileira. Ao mostrar a plantação, ela afirmou que pretendia dar continuidade ao trabalho familiar e também contribuir para o desenvolvimento da região onde a atividade está instalada. Foi nesse momento que passou a se definir publicamente também como cacauicultora.
O material fornecido não identifica o município em que a fazenda está localizada, quantidade de hectares, número de pés de cacau ou volume comercializado. Também não esclarece se a produção é vendida como amêndoa, destinada a fabricantes específicos ou utilizada em algum produto próprio. Por isso, a informação comprovada está na continuidade da atividade agrícola familiar, e não em indicadores econômicos que não foram divulgados.
Sucessão rural aconteceu depois de décadas de ligação da família com a atividade
Ao relacionar sua entrada efetiva na gestão à história dos Tanajura, Ticiana Villas Boas apresentou o movimento como continuidade de uma cadeia familiar que já atravessava três gerações anteriores. Isso diferencia a iniciativa de um investimento agrícola criado recentemente por alguém sem ligação anterior com o setor. O cacau já fazia parte do ambiente familiar antes de ela assumir uma responsabilidade mais direta pela produção.
A reportagem não informa quem iniciou a primeira geração da atividade, quando o cultivo começou ou como a operação se modificou ao longo das décadas. Também não detalha as funções desempenhadas pela mãe e pelos irmãos. Assim, a sucessão deve ser descrita dentro dos limites do que a própria Ticiana revelou: ela afirma representar a quarta geração e ter assumido a tarefa de continuar o legado após a morte do avô Luiz Tanajura.
Ao mesmo tempo, negócio de móveis avançava para uma fábrica própria
A atividade agrícola passou a dividir espaço com outro projeto empresarial. Ticiana Villas Boas também apresentou a evolução da +55design, marca ligada ao setor de móveis que, naquela altura, completava quatro anos de existência. O passo considerado mais importante por ela foi levar a fabricação dos produtos para uma estrutura própria.
Segundo a declaração reproduzida pela fonte, a montagem dessa operação exigiu dois anos de construção, criação e ajustes de processos, além de treinamento e formação de equipe. A mudança significava que os produtos da marca passariam a ser feitos internamente, reduzindo a distância entre desenvolvimento, operação e fabricação dentro do negócio.
Dois anos foram usados para preparar processos e formar a equipe
A criação da fábrica não foi apresentada como uma simples inauguração de imóvel industrial. Ticiana descreveu um período de dois anos dedicado a diferentes etapas necessárias para colocar a unidade em funcionamento. Além da construção física, mencionou desenvolvimento de processos e preparação dos profissionais responsáveis pela operação.
Esse detalhe dá dimensão diferente à expansão da +55design. O investimento relatado envolveu capacidade de produção e organização industrial, e não apenas posicionamento de marca ou abertura de ponto comercial. A fonte, porém, não informa endereço da fábrica, área construída, número de funcionários, capacidade mensal de produção ou valor investido no projeto.
Campo e indústria passaram a ocupar a mesma fase profissional
As duas atividades apresentam modelos econômicos diferentes. Na Bahia, Ticiana Villas Boas passou a atuar na continuidade de uma produção de cacau herdada da tradição familiar. No setor de design, acompanhava uma marca que migrava para fabricação própria depois de quatro anos de desenvolvimento. Uma frente está ligada à produção agrícola; a outra, à industrialização de móveis.
A combinação ajuda a explicar a mudança de rotina revelada após seu período distante das redes. Em vez de um retorno concentrado apenas na televisão ou em aparições públicas, ela passou a mostrar atividades empresariais e produtivas. O material, entretanto, não informa como seu tempo é dividido entre fazenda, fábrica, administração e outras responsabilidades, portanto qualquer detalhamento dessa agenda seria especulativo.
Retorno às redes tornou públicas atividades que já estavam em desenvolvimento
Ticiana Villas Boas havia permanecido durante anos sem presença frequente nas redes sociais. Em agosto de 2024, voltou a publicar e passou a apresentar aspectos de sua rotina familiar e profissional. Foi nesse período que começaram a aparecer com maior clareza tanto sua participação na produção de cacau quanto o trabalho desenvolvido no setor moveleiro.
Isso significa que o retorno às redes não corresponde necessariamente ao início das duas atividades. A fábrica, por exemplo, já vinha sendo estruturada havia dois anos, enquanto a ligação com a cacauicultura era muito anterior. O reaparecimento público serviu principalmente para tornar conhecidas frentes de trabalho que vinham sendo construídas fora da exposição que marcou sua carreira anterior na televisão.
Nova fase reúne sucessão no agro e expansão industrial
O elemento mais concreto da nova etapa profissional de Ticiana Villas Boas está na combinação de dois movimentos produtivos. No campo, ela assumiu a continuidade de uma história familiar ligada ao cacau na Bahia como quarta geração de cacauicultores. Na indústria, participou do avanço de uma marca de móveis que passou dois anos preparando uma fábrica própria para internalizar sua produção.
Ainda faltam dados para medir economicamente cada operação, como faturamento, produção anual, investimentos ou geração de empregos. O que as informações disponíveis mostram é uma transição para atividades diretamente relacionadas ao agro e à indústria. Na sua opinião, o que chama mais atenção nessa nova fase: a continuidade de quatro gerações na produção de cacau ou a decisão de estruturar uma fábrica própria depois de anos desenvolvendo a marca de móveis? Deixe sua opinião nos comentários.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Carla Teles.

