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Microchip do tamanho de um grão de arroz já é obrigatório para cachorros em algumas cidades brasileiras, não funciona como GPS, guarda um código único sob a pele e pode ajudar a identificar o pet perdido até anos depois
Escrito por Viviane Alves
Publicado em 19/08/2026 às 00:04
Ciência e Tecnologia
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Pequeno dispositivo implantado sob a pele funciona como uma identidade permanente do cachorro, já integra regras municipais e também pode aparecer entre as exigências para viagens internacionais com animais.
Um pequeno microchip colocado sob a pele dos cachorros vem ganhando espaço como ferramenta permanente de identificação animal.
Com aproximadamente o tamanho de um grão de arroz, o dispositivo possui um código exclusivo associado aos dados do animal e de seu responsável.
Segundo informações do Blog Petz, a tecnologia pode ajudar principalmente na identificação de animais desaparecidos, além de ser utilizada em viagens internacionais.
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Rio de Janeiro (RJ) e Jundiaí (SP) estão entre as cidades citadas com regras que exigem microchipagem de animais de estimação.
Paulínia (SP), por sua vez, passou a exigir o procedimento em 2026. Na capital paulista, o microchip é necessário para animais vendidos ou doados.
A tecnologia, entretanto, costuma provocar uma dúvida importante entre responsáveis por animais: o microchip não funciona como GPS e não informa a localização do cachorro em tempo real.
Tecnologia funciona como uma identidade permanente do cachorro
A principal função do microchip está relacionada à identificação.
Cada dispositivo possui um código exclusivo. Esse número pode ser associado às informações do cachorro e aos dados cadastrados pelo responsável.
O microchip funciona, portanto, como uma espécie de documento eletrônico permanente do animal.
A leitura depende de um equipamento específico. Clínicas veterinárias e outros locais autorizados podem possuir leitores compatíveis com essa tecnologia.
Um cachorro encontrado após desaparecer pode ser levado até um estabelecimento equipado.
O profissional consegue, então, aproximar o leitor do animal, identificar o código e consultar as informações associadas ao cadastro.
Dados atualizados podem facilitar o contato com o responsável e, consequentemente, o reencontro com o animal.
Microchip não funciona como GPS e depende de um leitor específico
Uma das principais diferenças entre microchip e rastreador está justamente na localização.
O dispositivo implantado sob a pele não acompanha os movimentos do cachorro.
Nenhuma posição em tempo real é apresentada ao responsável somente pela existência do microchip.
O código precisa ser identificado por meio de um leitor específico quando o animal é encontrado.
Essa característica transforma a tecnologia em uma ferramenta de identificação, e não em um equipamento convencional de rastreamento.
Coleiras e plaquinhas também podem identificar animais. Esses acessórios, porém, podem cair, ser perdidos ou retirados.
O microchip permanece sob a pele e mantém seu código individual disponível para leitura.
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Viviane Alves
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Obrigatoriedade já aparece em cidades brasileiras
A microchipagem não segue uma única exigência municipal válida para todo o território brasileiro.
Segundo o Blog Petz, cada responsável precisa observar as regras estabelecidas pelo município onde vive.
Rio de Janeiro e Jundiaí aparecem entre os exemplos de cidades que adotaram exigências envolvendo identificação eletrônica de animais.
Paulínia também passou a exigir o procedimento em 2026.
A cidade de São Paulo apresenta uma situação específica. Na capital paulista, o microchip é necessário para animais comercializados ou doados.
A existência de regras diferentes torna importante consultar a legislação municipal antes de considerar o procedimento obrigatório em determinada cidade.
Aplicação usa uma agulha e não exige cirurgia
Apesar de permanecer sob a pele, a implantação do microchip não exige procedimento cirúrgico.
Segundo o Blog Petz, um médico-veterinário utiliza uma agulha um pouco mais grossa que as convencionais para realizar a aplicação.
O dispositivo possui aproximadamente o tamanho de um grão de arroz.
A região do dorso costuma ser utilizada para a implantação.
O procedimento geralmente é rápido e não exige um período específico de recuperação.
A aplicação, ainda assim, deve ficar sob responsabilidade de um profissional veterinário.
Viagens internacionais também podem exigir microchipagem
A identificação eletrônica pode ganhar outra função prática quando o responsável pretende viajar para outro país acompanhado do cachorro.
Cada destino estabelece suas próprias exigências para entrada de animais.
Segundo o Blog Petz, países da União Europeia, como França, Itália e Espanha, exigem microchip para determinados procedimentos de entrada de animais.
Regras aplicadas nos Estados Unidos também podem determinar características específicas do dispositivo.
A compatibilidade do microchip com equipamentos de leitura está entre os pontos que podem ser considerados.
Responsáveis precisam verificar previamente as regras estabelecidas pelo destino.
A microchipagem deve ser planejada com antecedência quando estiver entre as exigências necessárias para a viagem.
Preço do microchip varia conforme cidade e clínica veterinária
Não existe um preço único para realizar a microchipagem de um cachorro.
O custo pode variar conforme a cidade, a clínica veterinária e os serviços incluídos no atendimento.
Responsáveis precisam consultar estabelecimentos veterinários da região para descobrir os valores cobrados pela implantação e pelo cadastro.
Algumas prefeituras também realizam mutirões gratuitos de identificação animal.
Programas públicos de castração ou vacinação podem incluir a microchipagem entre os procedimentos realizados ou exigidos.
Essa possibilidade permite que determinados animais recebam a identificação eletrônica por meio de iniciativas municipais.
Identificação pode fazer diferença quando um cachorro desaparece
O desaparecimento está entre as situações nas quais a identificação permanente pode demonstrar sua utilidade.
Uma coleira com identificação pode ajudar rapidamente quem encontra um cachorro perdido.
O acessório, entretanto, pode desaparecer junto durante o período em que o animal permanece longe de casa.
O microchip continua implantado sob a pele e pode ser identificado por um leitor compatível.
A eficiência dessa identificação depende também da manutenção das informações cadastradas.
Dados atualizados permitem relacionar corretamente o código encontrado ao responsável pelo cachorro.
O registro ainda pode auxiliar autoridades na identificação do responsável em situações relacionadas a abandono ou outros casos de posse irregular.
Um dispositivo praticamente invisível e do tamanho de um grão de arroz pode, dessa forma, carregar permanentemente a identificação daquele animal.
A tecnologia não revela onde o cachorro está, mas pode ajudar a responder uma pergunta fundamental quando ele é encontrado: quem é o responsável por esse pet?
Você colocaria um microchip no seu cachorro mesmo morando em uma cidade onde o procedimento não é obrigatório? Deixe sua opinião.
Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Viviane Alves.

