Localizada no Parque Canal da Maternidade, a Biblioteca da Floresta tornou-se um importante ponto de encontro para estudantes, pesquisadores e turistas na capital acreana. Reinaugurado em março de 2026, o espaço alia a leitura tradicional à preservação da memória regional, reunindo um acervo de sete mil exemplares físicos e três exposições permanentes que percorrem a história do Acre em ordem cronológica.
História dos Povos Originários e o Ciclo da Borracha
A jornada cultural do visitante começa com a sala dedicada aos povos originários. Apresentado por Kaia Arara, indígena da etnia Shanenawa, o espaço reúne artefatos tradicionais como cocares de penas de arara-vermelha, tipoias ornamentadas e registros sobre as diferentes etnias que habitam o estado, além de informações sobre o turismo em aldeias e rituais tradicionais.
Em seguida, o acervo destaca o período do ciclo da borracha por meio das obras do artista Hélio Melo. As pinturas, que retratam o cotidiano dos seringueiros, são reconhecidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como patrimônio cultural imaterial — ao lado do acervo de Chico Mendes, em Xapuri. O local também reserva um espaço exclusivo dedicado à trajetória e obra do escritor Leandro Tocantins.
Estrutura Multiuso e Horário de Funcionamento
Além do espaço de consulta e estudo, a Biblioteca da Floresta oferece estrutura completa para diferentes públicos:
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Espaço Infantil: Área preparada para incentivar a leitura entre crianças.
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Sala Multiuso: Auditório com capacidade para 44 pessoas, utilizado por instituições e secretarias para eventos e reuniões.
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Ambiente para Trabalho: Estações de estudo procuradas por estudantes e profissionais em regime de trabalho remoto.
Segundo a coordenadora Iri Nobre, o local funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, sem interrupção no horário de almoço.
(Com informações do portal ac24horas)
Conteúdo reproduzido originalmente em: Ecos da Notícia por Redação Ecos da Notícia.

