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Após problema cardíaco, mulher troca casa de 186 m² por minúsculo lar de 7,8 m² e reduz contas para US$ 8 por mês
Escrito por Fabio Lucas Carvalho
Publicado em 25/08/2026 às 17:45
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Após receber diagnóstico cardíaco grave, Dee Williams deixou uma casa de 186 m², construiu um lar de apenas 7,8 m² com materiais encontrados e reduziu suas contas mensais para cerca de US$ 8
Dee Williams transformou completamente sua rotina ao abandonar uma casa de aproximadamente 186 metros quadrados para morar em uma residência de apenas 7,8 metros quadrados. A mudança foi motivada por um grave problema cardíaco e pelo desejo de viver com menos despesas e estresse.
Segundo uma reportagem publicada pela CBS News, Williams possuía uma casa de 2 mil pés quadrados em Portland, no estado norte-americano do Oregon. Trabalhava como inspetora de materiais perigosos e pagava uma hipoteca mensal de US$ 1.400.
Além do trabalho necessário para manter os pagamentos, ela ocupava o tempo livre fazendo reparos na propriedade. A rotina mudou quando Williams, então com 39 anos, desmaiou em decorrência de uma condição cardíaca potencialmente fatal.
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No hospital, recebeu um diagnóstico segundo o qual poderia manter o coração saudável por apenas mais um a cinco anos antes de precisar de um transplante. Durante uma consulta médica, conheceu o movimento das “tiny houses” ao ler uma reportagem sobre casas com menos de 200 pés quadrados.
Casa foi construída com materiais encontrados
Williams decidiu construir a própria residência, utilizando materiais encontrados. Depois de concluída, a pequena casa foi instalada no quintal de uma amiga em Olympia, no estado de Washington.
O imóvel possui somente 84 pés quadrados, equivalentes a aproximadamente 7,8 metros quadrados, e conta com um fogão a gás propano de apenas uma boca. Apesar do espaço limitado, a mudança reduziu drasticamente suas despesas: as contas de serviços básicos passaram a custar cerca de US$ 8 mensais.
A experiência foi relatada por Williams no livro “The Big Tiny: A Built-It-Myself Memoir”. Considerada uma das pioneiras do movimento, ela afirmou ter conquistado a tranquilidade que não encontrava na antiga casa.
Williams, porém, reconheceu que abrir mão de quase todos os bens foi difícil. Mesmo desejando determinados objetos, ela simplesmente já não tinha espaço para guardá-los.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: clickpetroleoegas por Fabio Lucas Carvalho.

